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Q970005 Português

Nativos digitais: como as novas tecnologias contribuem para o aprendizado infantil


     O uso de tecnologia por crianças exige o acompanhamento cuidadoso

            dos pais, mas pode trazer bons resultados no aprendizado


      Cada vez mais, a tecnologia é usada no processo de aprendizagem infantil, com ferramentas interativas que facilitam a aquisição de conhecimento, o compartilhamento de pontos de vista e a discussão de diferentes ideias, auxiliando no desenvolvimento de um pensamento crítico e colaborativo. O Brasil vem em queda no ranking mundial de aprendizado de inglês. De acordo com o Índice de Proficiência em Inglês da Education First, em apenas 5 anos o país caiu 10 posições no ranking. Em 2011 ocupava o 31º lugar entre 80 países. Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41.

      Em relação ao ensino do inglês na infância, um estudo da plataforma global Lingokids, para crianças de 2 a 8 anos, mostra que os pequenos retêm o dobro de vocabulário com o uso de aplicativos, em comparação com os métodos de aprendizado mais comuns. "A diversão é um fator chave para a rápida aquisição de vocabulário. Aprender brincando é uma forma muito eficaz de ensino, porque motiva as crianças e aumenta consideravelmente o tempo de atenção à atividade. Vídeos e jogos permitem interações com as palavras de forma divertida”, diz Cristobal Viedma, CEO e fundador de Lingokids.

      Há alguns anos, os pais tentavam decidir o tempo que seria permitido para seus filhos assistirem a televisão e jogarem videogame. Recentemente, essa preocupação passou a se estender para a utilização de tablets, celulares e computador. Desde tenra idade, as crianças estão imersas em um mundo tecnológico que influencia seus comportamentos. Por isso, há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia, bem como a maneira como os pequenos devem interagir com ela.

      Para a diretora de tecnologias de aprendizagem da New America Foundation Lisa Guernsey, autora do livro Toque, clique e Leia com Michael Levine, crianças a partir de 18 meses já podem se beneficiar do uso de dispositivos tecnológicos. É importante que os pais participem ativamente dessas interações, supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem e o tempo de uso, bem como estabelecendo horários para brincadeiras, estudo, refeições e descanso.

       A jornalista Anya Kamenetz, autora do livro A arte do tempo de tela, compartilha da mesma ideia e assinala que “há um exagero quando se fala dos malefícios das telas” e que o importante é o acompanhamento ativo dos pais. “As crianças precisam da nossa ajuda para aprender a respeito das mídias e para interpretar o que veem. E ao ouvir seus filhos, você também pode compreender seus interesses. A paternidade digital positiva exige dedicação”, salienta a especialista.

      Com conteúdo da Divisão de Ensino da Língua Inglesa (ELT) da Oxford University Press, o aplicativo da Lingokids contém diferentes tipos de atividades, como vídeos e músicas com personagens animados, jogos e exercícios de alfabetização para atender a diferentes estilos de aprendizagem. Como 50% da capacidade de aprender é desenvolvida nos primeiros anos de vida, os sites e aplicativos pedagógicos são uma das formas mais interessantes de apresentar as crianças à tecnologia. A responsabilidade sobre o uso dos mesmos, como de tudo o que acontece com as crianças, fica do lado dos papais.

Por Camila Achutti Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Novos-tempos/noticia/2018/08/nativos-digitais-como-novas-tecnologias-contribuem-para-o-aprendizado-infantil.html

Segundo a norma culta, a utilização de “mesmos” no último parágrafo do texto está:
Alternativas
Q970004 Português

Nativos digitais: como as novas tecnologias contribuem para o aprendizado infantil


     O uso de tecnologia por crianças exige o acompanhamento cuidadoso

            dos pais, mas pode trazer bons resultados no aprendizado


      Cada vez mais, a tecnologia é usada no processo de aprendizagem infantil, com ferramentas interativas que facilitam a aquisição de conhecimento, o compartilhamento de pontos de vista e a discussão de diferentes ideias, auxiliando no desenvolvimento de um pensamento crítico e colaborativo. O Brasil vem em queda no ranking mundial de aprendizado de inglês. De acordo com o Índice de Proficiência em Inglês da Education First, em apenas 5 anos o país caiu 10 posições no ranking. Em 2011 ocupava o 31º lugar entre 80 países. Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41.

      Em relação ao ensino do inglês na infância, um estudo da plataforma global Lingokids, para crianças de 2 a 8 anos, mostra que os pequenos retêm o dobro de vocabulário com o uso de aplicativos, em comparação com os métodos de aprendizado mais comuns. "A diversão é um fator chave para a rápida aquisição de vocabulário. Aprender brincando é uma forma muito eficaz de ensino, porque motiva as crianças e aumenta consideravelmente o tempo de atenção à atividade. Vídeos e jogos permitem interações com as palavras de forma divertida”, diz Cristobal Viedma, CEO e fundador de Lingokids.

      Há alguns anos, os pais tentavam decidir o tempo que seria permitido para seus filhos assistirem a televisão e jogarem videogame. Recentemente, essa preocupação passou a se estender para a utilização de tablets, celulares e computador. Desde tenra idade, as crianças estão imersas em um mundo tecnológico que influencia seus comportamentos. Por isso, há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia, bem como a maneira como os pequenos devem interagir com ela.

      Para a diretora de tecnologias de aprendizagem da New America Foundation Lisa Guernsey, autora do livro Toque, clique e Leia com Michael Levine, crianças a partir de 18 meses já podem se beneficiar do uso de dispositivos tecnológicos. É importante que os pais participem ativamente dessas interações, supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem e o tempo de uso, bem como estabelecendo horários para brincadeiras, estudo, refeições e descanso.

       A jornalista Anya Kamenetz, autora do livro A arte do tempo de tela, compartilha da mesma ideia e assinala que “há um exagero quando se fala dos malefícios das telas” e que o importante é o acompanhamento ativo dos pais. “As crianças precisam da nossa ajuda para aprender a respeito das mídias e para interpretar o que veem. E ao ouvir seus filhos, você também pode compreender seus interesses. A paternidade digital positiva exige dedicação”, salienta a especialista.

      Com conteúdo da Divisão de Ensino da Língua Inglesa (ELT) da Oxford University Press, o aplicativo da Lingokids contém diferentes tipos de atividades, como vídeos e músicas com personagens animados, jogos e exercícios de alfabetização para atender a diferentes estilos de aprendizagem. Como 50% da capacidade de aprender é desenvolvida nos primeiros anos de vida, os sites e aplicativos pedagógicos são uma das formas mais interessantes de apresentar as crianças à tecnologia. A responsabilidade sobre o uso dos mesmos, como de tudo o que acontece com as crianças, fica do lado dos papais.

Por Camila Achutti Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Novos-tempos/noticia/2018/08/nativos-digitais-como-novas-tecnologias-contribuem-para-o-aprendizado-infantil.html

O vocábulo acentuado na frase “supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem” obedece a regra de acentuação dos:
Alternativas
Q970003 Português

Nativos digitais: como as novas tecnologias contribuem para o aprendizado infantil


     O uso de tecnologia por crianças exige o acompanhamento cuidadoso

            dos pais, mas pode trazer bons resultados no aprendizado


      Cada vez mais, a tecnologia é usada no processo de aprendizagem infantil, com ferramentas interativas que facilitam a aquisição de conhecimento, o compartilhamento de pontos de vista e a discussão de diferentes ideias, auxiliando no desenvolvimento de um pensamento crítico e colaborativo. O Brasil vem em queda no ranking mundial de aprendizado de inglês. De acordo com o Índice de Proficiência em Inglês da Education First, em apenas 5 anos o país caiu 10 posições no ranking. Em 2011 ocupava o 31º lugar entre 80 países. Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41.

      Em relação ao ensino do inglês na infância, um estudo da plataforma global Lingokids, para crianças de 2 a 8 anos, mostra que os pequenos retêm o dobro de vocabulário com o uso de aplicativos, em comparação com os métodos de aprendizado mais comuns. "A diversão é um fator chave para a rápida aquisição de vocabulário. Aprender brincando é uma forma muito eficaz de ensino, porque motiva as crianças e aumenta consideravelmente o tempo de atenção à atividade. Vídeos e jogos permitem interações com as palavras de forma divertida”, diz Cristobal Viedma, CEO e fundador de Lingokids.

      Há alguns anos, os pais tentavam decidir o tempo que seria permitido para seus filhos assistirem a televisão e jogarem videogame. Recentemente, essa preocupação passou a se estender para a utilização de tablets, celulares e computador. Desde tenra idade, as crianças estão imersas em um mundo tecnológico que influencia seus comportamentos. Por isso, há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia, bem como a maneira como os pequenos devem interagir com ela.

      Para a diretora de tecnologias de aprendizagem da New America Foundation Lisa Guernsey, autora do livro Toque, clique e Leia com Michael Levine, crianças a partir de 18 meses já podem se beneficiar do uso de dispositivos tecnológicos. É importante que os pais participem ativamente dessas interações, supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem e o tempo de uso, bem como estabelecendo horários para brincadeiras, estudo, refeições e descanso.

       A jornalista Anya Kamenetz, autora do livro A arte do tempo de tela, compartilha da mesma ideia e assinala que “há um exagero quando se fala dos malefícios das telas” e que o importante é o acompanhamento ativo dos pais. “As crianças precisam da nossa ajuda para aprender a respeito das mídias e para interpretar o que veem. E ao ouvir seus filhos, você também pode compreender seus interesses. A paternidade digital positiva exige dedicação”, salienta a especialista.

      Com conteúdo da Divisão de Ensino da Língua Inglesa (ELT) da Oxford University Press, o aplicativo da Lingokids contém diferentes tipos de atividades, como vídeos e músicas com personagens animados, jogos e exercícios de alfabetização para atender a diferentes estilos de aprendizagem. Como 50% da capacidade de aprender é desenvolvida nos primeiros anos de vida, os sites e aplicativos pedagógicos são uma das formas mais interessantes de apresentar as crianças à tecnologia. A responsabilidade sobre o uso dos mesmos, como de tudo o que acontece com as crianças, fica do lado dos papais.

Por Camila Achutti Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Novos-tempos/noticia/2018/08/nativos-digitais-como-novas-tecnologias-contribuem-para-o-aprendizado-infantil.html

Para fins de se manter a mesma ideia, o termo destacado em “Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41” só não poderia ser substituído por:
Alternativas
Q970002 Português

Nativos digitais: como as novas tecnologias contribuem para o aprendizado infantil


     O uso de tecnologia por crianças exige o acompanhamento cuidadoso

            dos pais, mas pode trazer bons resultados no aprendizado


      Cada vez mais, a tecnologia é usada no processo de aprendizagem infantil, com ferramentas interativas que facilitam a aquisição de conhecimento, o compartilhamento de pontos de vista e a discussão de diferentes ideias, auxiliando no desenvolvimento de um pensamento crítico e colaborativo. O Brasil vem em queda no ranking mundial de aprendizado de inglês. De acordo com o Índice de Proficiência em Inglês da Education First, em apenas 5 anos o país caiu 10 posições no ranking. Em 2011 ocupava o 31º lugar entre 80 países. Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41.

      Em relação ao ensino do inglês na infância, um estudo da plataforma global Lingokids, para crianças de 2 a 8 anos, mostra que os pequenos retêm o dobro de vocabulário com o uso de aplicativos, em comparação com os métodos de aprendizado mais comuns. "A diversão é um fator chave para a rápida aquisição de vocabulário. Aprender brincando é uma forma muito eficaz de ensino, porque motiva as crianças e aumenta consideravelmente o tempo de atenção à atividade. Vídeos e jogos permitem interações com as palavras de forma divertida”, diz Cristobal Viedma, CEO e fundador de Lingokids.

      Há alguns anos, os pais tentavam decidir o tempo que seria permitido para seus filhos assistirem a televisão e jogarem videogame. Recentemente, essa preocupação passou a se estender para a utilização de tablets, celulares e computador. Desde tenra idade, as crianças estão imersas em um mundo tecnológico que influencia seus comportamentos. Por isso, há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia, bem como a maneira como os pequenos devem interagir com ela.

      Para a diretora de tecnologias de aprendizagem da New America Foundation Lisa Guernsey, autora do livro Toque, clique e Leia com Michael Levine, crianças a partir de 18 meses já podem se beneficiar do uso de dispositivos tecnológicos. É importante que os pais participem ativamente dessas interações, supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem e o tempo de uso, bem como estabelecendo horários para brincadeiras, estudo, refeições e descanso.

       A jornalista Anya Kamenetz, autora do livro A arte do tempo de tela, compartilha da mesma ideia e assinala que “há um exagero quando se fala dos malefícios das telas” e que o importante é o acompanhamento ativo dos pais. “As crianças precisam da nossa ajuda para aprender a respeito das mídias e para interpretar o que veem. E ao ouvir seus filhos, você também pode compreender seus interesses. A paternidade digital positiva exige dedicação”, salienta a especialista.

      Com conteúdo da Divisão de Ensino da Língua Inglesa (ELT) da Oxford University Press, o aplicativo da Lingokids contém diferentes tipos de atividades, como vídeos e músicas com personagens animados, jogos e exercícios de alfabetização para atender a diferentes estilos de aprendizagem. Como 50% da capacidade de aprender é desenvolvida nos primeiros anos de vida, os sites e aplicativos pedagógicos são uma das formas mais interessantes de apresentar as crianças à tecnologia. A responsabilidade sobre o uso dos mesmos, como de tudo o que acontece com as crianças, fica do lado dos papais.

Por Camila Achutti Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Novos-tempos/noticia/2018/08/nativos-digitais-como-novas-tecnologias-contribuem-para-o-aprendizado-infantil.html

Acerca das novas tecnologias, o texto permite afirmar que:
Alternativas
Q967465 Serviço Social

Acerca do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o item.


A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas, constitui um dos objetivos do SUS.

Alternativas
Q967464 Serviço Social

Acerca do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o item.  


O SUS é formado pelo conjunto de ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e  municipais da Administração direta e indireta e das fundações  mantidas pelo Poder Público. Acrescenta‐se que, em caráter complementar, a  iniciativa privada poderá participar do SUS. 

Alternativas
Q967463 Serviço Social

Acerca do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o item.  


A universalidade de acesso aos serviços de saúde, a utilização de  dados estatísticos para o estabelecimento de prioridades de ação no âmbito da saúde e a regionalização e horizontalização da rede de serviços de saúde são princípios norteadores do SUS.  

Alternativas
Q967462 Serviço Social

Acerca do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue o item.


O SUS prevê a criação de comissões intersetoriais de âmbito nacional, subordinadas ao Ministério da Saúde, que possuem o objetivo de monitorar a execução da política de saúde.

Alternativas
Q967461 Serviço Social

A análise dos processos ocorridos no mundo do trabalho nas últimas décadas demarca mudanças profundas que vão incidir e reorganizar o processo de produção de mercadorias e as condições de acumulação capitalista, inaugurando a fase da “acumulação flexível”. Considerando esse contexto e os estudos realizados por Amaral e Cesar (2009), julgue o item.


Com o objetivo de se adequarem à lógica da acumulação flexível, as empresas adotam estratégias para a realização do controle e da adequação da força de trabalho, tais como: adoção de métodos de gerenciamento participativo que incentivam o envolvimento dos trabalhadores com o cumprimento das metas empresariais e a combinação do sistema de benefícios e serviços sociais com as políticas de incentivo à produtividade do trabalho.

Alternativas
Q967460 Serviço Social

A análise dos processos ocorridos no mundo do trabalho nas últimas décadas demarca mudanças profundas que vão incidir e reorganizar o processo de produção de mercadorias e as condições de acumulação capitalista, inaugurando a fase da “acumulação flexível”. Considerando esse contexto e os estudos realizados por Amaral e Cesar (2009), julgue o item.


Devido às forças existentes na relação contraditória entre capital e trabalho no contexto da acumulação flexível, é correto afirmar que é impossível o assistente social tencionar suas intervenções a favor da materialização do projeto ético‐político do serviço social.

Alternativas
Q967459 Serviço Social

A análise dos processos ocorridos no mundo do trabalho nas últimas décadas demarca mudanças profundas que vão incidir e reorganizar o processo de produção de mercadorias e as condições de acumulação capitalista, inaugurando a fase da “acumulação flexível”. Considerando esse contexto e os estudos realizados por Amaral e Cesar (2009), julgue o item.


Algumas das demandas do mercado de trabalho para o assistente social, no contexto da acumulação flexível, referem‐se à atuação desse profissional na área de gestão de recursos humanos, desenvolvimento e treinamento de equipes, clima organizacional, programas de qualidade de vida no trabalho, voluntariado e realização de ações comunitárias.

Alternativas
Q967458 Serviço Social

A análise dos processos ocorridos no mundo do trabalho nas últimas décadas demarca mudanças profundas que vão incidir e reorganizar o processo de produção de mercadorias e as condições de acumulação capitalista, inaugurando a fase da “acumulação flexível”. Considerando esse contexto e os estudos realizados por Amaral e Cesar (2009), julgue o item.


Uma das demandas recentes de trabalho para o serviço social nas empresas é a realização de intervenções de caráter educativo, voltadas para as mudanças de atitude e comportamento dos trabalhadores, de forma a buscar sua integração e adequação aos ditames da acumulação flexível.

Alternativas
Q967457 Serviço Social

À luz do Código de Ética do Assistente Social e da Lei de Regulamentação da Profissão, julgue o item.


Compete ao CRESS estabelecer os sistemas de registro dos profissionais habilitados.

Alternativas
Q967456 Serviço Social

À luz do Código de Ética do Assistente Social e da Lei de Regulamentação da Profissão, julgue o item.


Constitui atribuição privativa do assistente social planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais.

Alternativas
Q967455 Serviço Social

À luz do Código de Ética do Assistente Social e da Lei de Regulamentação da Profissão, julgue o item.


Somente poderão exercer a profissão de assistente social os indivíduos que possuírem o diploma em curso de graduação em serviço social e realizarem a inscrição em qualquer CRESS.

Alternativas
Q967453 Serviço Social

À luz do Código de Ética do Assistente Social e da Lei de Regulamentação da Profissão, julgue o item.


O assistente social somente poderá depor como testemunha sobre situação sigilosa do usuário quando for autorizado por ele.

Alternativas
Q967452 Serviço Social

À luz do Código de Ética do Assistente Social e da Lei de Regulamentação da Profissão, julgue o item.


Constitui um dever do assistente social participar de programas de socorro à população em situação de calamidade pública, no atendimento e na defesa de seus interesses.

Alternativas
Q967451 Serviço Social

Julgue o item, relativo à Norma Operacional Básica do Sistema Único de  Assistência Social (NOB/ SUAS), aprovada em 2012. 


A vigilância socioassistencial é realizada por meio da produção, da  sistematização, da análise e da divulgação de informações sobre o território, referentes às situações de vulnerabilidade e violação  de  direitos e ao  tipo, ao volume e aos padrões de qualidade dos serviços  ofertados pela rede socioassistencial. 

Alternativas
Q967450 Serviço Social

Julgue o item, relativo à Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB/ SUAS), aprovada em 2012.


O pacto de aprimoramento do SUAS é um documento que deverá ser elaborado quadrienalmente e firmado entre a União, os estados e os municípios, com o objetivo de articular as ações da política de assistência social nos três níveis de gestão.

Alternativas
Q967448 Serviço Social

Julgue o item, relativo à Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB/ SUAS), aprovada em 2012.


A assistência social ocupa‐se de prover a proteção à vida, reduzir danos e prevenir a incidência de riscos sociais, independentemente de contribuição prévia, e deve ser financiada com recursos previstos no orçamento da seguridade social.

Alternativas
Respostas
13681: D
13682: D
13683: B
13684: E
13685: C
13686: C
13687: E
13688: E
13689: C
13690: E
13691: C
13692: E
13693: E
13694: E
13695: E
13696: E
13697: C
13698: C
13699: E
13700: C