🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Para prefeitura

Questões Discursivas

Foram encontradas 443.031 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4213410 Português
Dia Mundial da Língua Portuguesa

A língua não é apenas um código de comunicação: é o território onde se trava a disputa pela própria existência. Quem detém a palavra e a forma de expressar o mundo possui as ferramentas de sua própria narrativa histórica. É sob essa premissa de soberania que celebramos, no 05 de maio, o Dia Mundial da Língua Portuguesa. A data, estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e reconhecida pela UNESCO em 2019, convida à reflexão sobre como o idioma expressa a identidade e a memória coletiva de múltiplos povos, estruturando suas relações com a contemporaneidade.
A soberania linguística está ligada à soberania política. Por séculos, o português foi utilizado como vetor de dominação e colonização, imposto a nações que possuíam suas próprias cosmologias. Contudo, esses mesmos povos não receberam a língua de forma passiva: eles a transformaram e a ressignificaram. O português falado no Brasil, em Angola, Moçambique, Cabo Verde ou Timor-Leste carrega as marcas dessa autodeterminação, provando que a unidade de um idioma não reside na uniformidade, mas na sua capacidade de abrigar a diversidade.
A língua portuguesa é um organismo em constante movimento, que responde às necessidades de seus falantes e incorpora as mudanças da sociedade. Como ensina Paulo Freire, “linguagem e realidade se prendem dinamicamente”: o mundo muda e, com ele, a forma como o nomeamos. Essa força se manifesta nas variações regionais que enriquecem o idioma: no mufana angolano, no morabeza cabo-verdiano, que traduz uma hospitalidade afetuosa sem equivalente direto, ou no mutirão brasileiro, termo de origem tupi que define uma prática coletiva de trabalho para a qual o português europeu não possui nome próprio. Cada uma dessas expressões é uma janela para universos distintos construídos sob o mesmo teto linguístico.
Compreender esse dinamismo exige superar a visão purista da linguagem. Enquanto a gramática normativa busca prescrever regras baseadas na tradição e na autoridade, a perspectiva descritiva observa como a língua é efetivamente utilizada pelas comunidades. A chamada norma culta, embora possua prestígio social por estar associada aos espaços de poder e à educação formal, é apenas uma das muitas variedades legítimas, não a medida de todas as outras.
As transformações mais profundas do idioma frequentemente emergem das variações populares, provando que a língua pertence a quem a fala, não a quem a regula. É nessa pluralidade que se constrói o pertencimento de uma comunidade global de mais de 260 milhões de pessoas, unidas por um instrumento comum e multifacetado.
 Celebrar esta data é reafirmar que a escola deve ser um espaço de valorização da linguagem como prática social e instrumento de emancipação. Enquanto a língua portuguesa for usada para nomear realidades, expressar desejos e construir futuros, ela seguirá sendo um instrumento de liberdade. Defender o idioma é enriquecer nossa humanidade comum e garantir que cada povo possa narrar sua própria experiência, construindo um mundo mais justo e pacífico. Que nenhuma dessas narrativas precise pedir permissão para existir.


(Por: Antônia Rangel. Disponível em: https://contee.org.br/dia-mundial-da-lingua-portuguesa/. Acesso em: Junho de 2026.)
Tendo em vista que a pontuação é um dos elementos utilizados para conferir organização e clareza ao texto, acerca do trecho “O português falado no Brasil, em Angola, Moçambique, Cabo Verde ou Timor-Leste carrega as marcas dessa autodeterminação, provando que a unidade de um idioma não reside na uniformidade, mas na sua capacidade de abrigar a diversidade.” (2º§), é correto afirmar que:
Alternativas
Q4213409 Português
Dia Mundial da Língua Portuguesa

A língua não é apenas um código de comunicação: é o território onde se trava a disputa pela própria existência. Quem detém a palavra e a forma de expressar o mundo possui as ferramentas de sua própria narrativa histórica. É sob essa premissa de soberania que celebramos, no 05 de maio, o Dia Mundial da Língua Portuguesa. A data, estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e reconhecida pela UNESCO em 2019, convida à reflexão sobre como o idioma expressa a identidade e a memória coletiva de múltiplos povos, estruturando suas relações com a contemporaneidade.
A soberania linguística está ligada à soberania política. Por séculos, o português foi utilizado como vetor de dominação e colonização, imposto a nações que possuíam suas próprias cosmologias. Contudo, esses mesmos povos não receberam a língua de forma passiva: eles a transformaram e a ressignificaram. O português falado no Brasil, em Angola, Moçambique, Cabo Verde ou Timor-Leste carrega as marcas dessa autodeterminação, provando que a unidade de um idioma não reside na uniformidade, mas na sua capacidade de abrigar a diversidade.
A língua portuguesa é um organismo em constante movimento, que responde às necessidades de seus falantes e incorpora as mudanças da sociedade. Como ensina Paulo Freire, “linguagem e realidade se prendem dinamicamente”: o mundo muda e, com ele, a forma como o nomeamos. Essa força se manifesta nas variações regionais que enriquecem o idioma: no mufana angolano, no morabeza cabo-verdiano, que traduz uma hospitalidade afetuosa sem equivalente direto, ou no mutirão brasileiro, termo de origem tupi que define uma prática coletiva de trabalho para a qual o português europeu não possui nome próprio. Cada uma dessas expressões é uma janela para universos distintos construídos sob o mesmo teto linguístico.
Compreender esse dinamismo exige superar a visão purista da linguagem. Enquanto a gramática normativa busca prescrever regras baseadas na tradição e na autoridade, a perspectiva descritiva observa como a língua é efetivamente utilizada pelas comunidades. A chamada norma culta, embora possua prestígio social por estar associada aos espaços de poder e à educação formal, é apenas uma das muitas variedades legítimas, não a medida de todas as outras.
As transformações mais profundas do idioma frequentemente emergem das variações populares, provando que a língua pertence a quem a fala, não a quem a regula. É nessa pluralidade que se constrói o pertencimento de uma comunidade global de mais de 260 milhões de pessoas, unidas por um instrumento comum e multifacetado.
 Celebrar esta data é reafirmar que a escola deve ser um espaço de valorização da linguagem como prática social e instrumento de emancipação. Enquanto a língua portuguesa for usada para nomear realidades, expressar desejos e construir futuros, ela seguirá sendo um instrumento de liberdade. Defender o idioma é enriquecer nossa humanidade comum e garantir que cada povo possa narrar sua própria experiência, construindo um mundo mais justo e pacífico. Que nenhuma dessas narrativas precise pedir permissão para existir.


(Por: Antônia Rangel. Disponível em: https://contee.org.br/dia-mundial-da-lingua-portuguesa/. Acesso em: Junho de 2026.)
Ao dizer que “A língua portuguesa é um organismo em constante movimento, que responde às necessidades de seus falantes e incorpora as mudanças da sociedade.” (3º§), a expressão destacada demonstra a utilização de linguagem: 
Alternativas
Q4213408 Português
Dia Mundial da Língua Portuguesa

A língua não é apenas um código de comunicação: é o território onde se trava a disputa pela própria existência. Quem detém a palavra e a forma de expressar o mundo possui as ferramentas de sua própria narrativa histórica. É sob essa premissa de soberania que celebramos, no 05 de maio, o Dia Mundial da Língua Portuguesa. A data, estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e reconhecida pela UNESCO em 2019, convida à reflexão sobre como o idioma expressa a identidade e a memória coletiva de múltiplos povos, estruturando suas relações com a contemporaneidade.
A soberania linguística está ligada à soberania política. Por séculos, o português foi utilizado como vetor de dominação e colonização, imposto a nações que possuíam suas próprias cosmologias. Contudo, esses mesmos povos não receberam a língua de forma passiva: eles a transformaram e a ressignificaram. O português falado no Brasil, em Angola, Moçambique, Cabo Verde ou Timor-Leste carrega as marcas dessa autodeterminação, provando que a unidade de um idioma não reside na uniformidade, mas na sua capacidade de abrigar a diversidade.
A língua portuguesa é um organismo em constante movimento, que responde às necessidades de seus falantes e incorpora as mudanças da sociedade. Como ensina Paulo Freire, “linguagem e realidade se prendem dinamicamente”: o mundo muda e, com ele, a forma como o nomeamos. Essa força se manifesta nas variações regionais que enriquecem o idioma: no mufana angolano, no morabeza cabo-verdiano, que traduz uma hospitalidade afetuosa sem equivalente direto, ou no mutirão brasileiro, termo de origem tupi que define uma prática coletiva de trabalho para a qual o português europeu não possui nome próprio. Cada uma dessas expressões é uma janela para universos distintos construídos sob o mesmo teto linguístico.
Compreender esse dinamismo exige superar a visão purista da linguagem. Enquanto a gramática normativa busca prescrever regras baseadas na tradição e na autoridade, a perspectiva descritiva observa como a língua é efetivamente utilizada pelas comunidades. A chamada norma culta, embora possua prestígio social por estar associada aos espaços de poder e à educação formal, é apenas uma das muitas variedades legítimas, não a medida de todas as outras.
As transformações mais profundas do idioma frequentemente emergem das variações populares, provando que a língua pertence a quem a fala, não a quem a regula. É nessa pluralidade que se constrói o pertencimento de uma comunidade global de mais de 260 milhões de pessoas, unidas por um instrumento comum e multifacetado.
 Celebrar esta data é reafirmar que a escola deve ser um espaço de valorização da linguagem como prática social e instrumento de emancipação. Enquanto a língua portuguesa for usada para nomear realidades, expressar desejos e construir futuros, ela seguirá sendo um instrumento de liberdade. Defender o idioma é enriquecer nossa humanidade comum e garantir que cada povo possa narrar sua própria experiência, construindo um mundo mais justo e pacífico. Que nenhuma dessas narrativas precise pedir permissão para existir.


(Por: Antônia Rangel. Disponível em: https://contee.org.br/dia-mundial-da-lingua-portuguesa/. Acesso em: Junho de 2026.)
Em “Contudo, esses mesmos povos não receberam a língua de forma passiva: eles a transformaram e a ressignificaram.” (2º§), é possível observar que:
Alternativas
Q4213392 Educação Física
Os movimentos rápidos e explosivos da capoeira exigem muita força muscular em poucos segundos e se intercalam com o balanço da ginga. Pensando nas noções de fisiologia do esporte, a energia imediata usada pelo corpo para realizar um golpe rápido ou um salto acrobático vem principalmente do sistema energético conhecido como
Alternativas
Q4213391 Antropologia
A capoeira, reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, expressa valores históricos, culturais e identitários vinculados à formação da sociedade brasileira. Considerando seus fundamentos e sua dimensão de preservação cultural, constitui elemento essencial dessa prática 
Alternativas
Q4213390 Educação Física
A integridade física dos alunos deve ser resguardada por meio de condutas preventivas na gestão das aulas de capoeira. Com o propósito de reduzir a ocorrência de lesões osteomioarticulares agudas nas articulações solicitadas durante o jogo, recomenda-se 
Alternativas
Q4213389 Música
O pandeiro é um instrumento de percussão idiofone e membranofone integrado à bateria da capoeira, colaborando com o preenchimento sonoro e rítmico. Em relação à sua função acústica no conjunto instrumental, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4213388 Educação Física
As esquivas constituem o conjunto de manobras defensivas destinadas a evitar golpes traumáticos sem recorrer ao bloqueio rígido do ataque. No que tange à execução mecânica da esquiva lateral, o movimento caracteriza-se por
Alternativas
Q4213387 Educação Física
Durante a condução de uma vivência prática de capoeira envolvendo movimentos de rotação e deslocamentos corporais, um aluno apresenta perda súbita de consciência acompanhada de palidez cutânea. Considerando os princípios básicos dos primeiros socorros aplicados ao contexto esportivo, a conduta inicial mais adequada do instrutor é
Alternativas
Q4213386 Direitos Humanos
As políticas públicas municipais na área de esportes coadunam com os princípios fundamentais da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Conforme as disposições contidas nesse documento histórico sobre o direito à educação e à vida cultural, estabelece-se que
Alternativas
Q4213385 Educação Física
A diversificação de estilos na capoeira consolidou vertentes com características metodológicas, rítmicas e rituais distintas. Diante dos fundamentos diferenciadores entre a Capoeira Angola e a Capoeira Regional, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4213384 Educação Física
Acerca do lazer, que é assegurado na Constituição Federal brasileira como direito social, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) As vivências de lazer atuam como ferramentas de inclusão social e fruição lúdica que promovem a sociabilidade e o resgate cultural na comunidade.
( ) As atividades de lazer configuram premiações de cunho competitivo destinadas aos praticantes que atingem metas de frequência e pontualidade.
( ) O lazer deve consistir em intervalos destinados à inatividade corporal passiva dos alunos com o intuito de conter o desgaste energético no treino.
Alternativas
Q4213383 Pedagogia
A inserção de projetos de capoeira em políticas setoriais da administração municipal visa, também, à formação cidadã dos beneficiários. Sob a perspectiva da integração entre a prática esportiva e a cidadania, as intervenções do instrutor devem caminhar para 
Alternativas
Q4213382 Educação Física
A ginga representa o principal fundamento técnico da capoeira, permitindo sustentação corporal, mobilidade e preparação para ataques e defesas na roda. Sobre a execução correta desse movimento básico, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Orienta-se o aluno a elevar o braço correspondente ao lado da perna que recua na base, mantendo a proteção na altura do rosto.
II. Recomenda-se posicionar os membros superiores pendentes e imóveis ao longo do tronco para otimizar o deslocamento da base.
III. Orienta-se o praticante a estender completamente as articulações dos joelhos para enrijecer a postura diante do oponente. 
Alternativas
Q4213381 Pedagogia
A organização do processo pedagógico na capoeira requer do instrutor a escolha de metodologias que facilitem a apropriação das técnicas de forma inclusiva e progressiva. Considerando a estruturação dos níveis de ensino para turmas iniciantes, a ação metodológica mais adequada é 
Alternativas
Q4213380 Direito Constitucional
O Artigo 217 da Constituição Federal de 1988 preconiza o papel do Estado na promoção das manifestações esportivas no país. Segundo os princípios constitucionais que regem o esporte nacional, o poder público deve 
Alternativas
Q4213379 Direito Penal
O percurso histórico da capoeira no Brasil registra diferentes fases de aceitação e repressão por parte do ordenamento jurídico e das forças de segurança pública. No tocante ao enquadramento criminal da capoeira na legislação do período republicano, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4213378 Educação Física
No decorrer de uma aula de alta intensidade de capoeira, o organismo dos praticantes realiza ajustes funcionais complexos para suprir as demandas energéticas decorrentes da atividade mecânica. Em relação às respostas cardiorrespiratórias agudas provocadas pelo esforço físico vigoroso, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4213377 Pedagogia
A inserção da juventude em projetos socioesportivos municipais de capoeira fundamenta-se nos preceitos do protagonismo juvenil. Sob essa ótica pedagógica, a organização das atividades deve promover condições para que o adolescente 
Alternativas
Q4213376 Pedagogia
As relações interpessoais no contexto educativo do esporte demandam do instrutor a capacidade de mediar conflitos e promover a integração do grupo. Para favorecer um ambiente relacional harmônico entre os alunos em projetos sociais, a conduta recomendada ao profissional consiste em 
Alternativas
Respostas
5681: A
5682: C
5683: A
5684: B
5685: B
5686: D
5687: B
5688: C
5689: B
5690: D
5691: A
5692: A
5693: A
5694: A
5695: A
5696: E
5697: A
5698: D
5699: B
5700: C