Questões de Concurso

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337555 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Um gestor de saúde utilizou o Balanced Scorecard (BSC) como metodologia de gestão estratégica para avaliar e melhorar o desempenho das unidades de saúde. Considerando a função e a utilidade dessa ferramenta, é correto afirmar que: 
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337554 Saúde Pública
Os indicadores de saúde são fundamentais para compreender o desempenho de sistemas de saúde, as condições de vida da população e os determinantes que influenciam esses cenários, sendo ferramentas importantes para auxiliar a gestão na tomada de decisão. 
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337553 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar

Foi demandada a um determinado serviço de saúde a implementação de novos processos de trabalho com o objetivo de otimizar recursos e melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços prestados. Para isso, a gestão da unidade fez um levantamento das melhores práticas do mercado por meio de benchmarking funcional.


Esse método visa a realizar comparações:

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337552 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar

A avaliação da qualidade nos processos de trabalho é uma prática essencial para assegurar a excelência na assistência à saúde e promover a melhoria contínua. Envolve a aplicação de conceitos e ferramentas que consideram indicadores de desempenho, satisfação dos usuários e conformidade com padrões estabelecidos.

Considerando as principais ferramentas de avaliação da qualidade, é correto afirmar que: 

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337551 Enfermagem

A auditoria de enfermagem é uma ferramenta de gestão essencial para avaliar, monitorar e melhorar a qualidade da assistência prestada, alinhando as práticas da equipe às políticas institucionais e às necessidades do paciente. No que se refere aos aspectos relacionados à auditoria de enfermagem, analise as afirmativas a seguir, considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).


(   )  A auditoria concorrente tem caráter essencialmente preventivo e consiste em uma análise prévia e minuciosa que procura detectar situações de alarme para evitar problemas no futuro.


(   )  A implantação de auditorias sistemáticas, envolvendo, entre outras coisas, a análise de indicadores de desempenho e a revisão de prontuários, é fundamental para identificar e corrigir fragilidades no processo assistencial.


(   )  A auditoria operacional concentra-se na análise dos custos envolvidos na assistência, com ênfase na eficiência financeira, sem ter como foco principal a conformidade dos processos assistenciais ou a qualidade dos cuidados prestados pela equipe.


A sequência correta é: 

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337550 Gestão de Pessoas
A avaliação de desempenho é uma ferramenta de gestão essencial para analisar a performance dos profissionais e promover o desenvolvimento individual e organizacional. Considerando as principais ferramentas de avaliação de desempenho, é correto afirmar que:
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Enfermagem |
Q3337548 Enfermagem
No contexto da administração em enfermagem, um dos grandes desafios dos gestores é alinhar a gestão estratégica aos cuidados de enfermagem para garantir eficiência, qualidade e segurança. Nesse sentido, considerando os conceitos e ferramentas de planejamento, organização e controle, é correto afirmar que: 
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Q3337508 Antropologia

O campo da antropologia pericial envolve uma responsabilidade na afirmação de direitos socioculturais. Por esse motivo, a credibilidade da perícia antropológica na emissão de laudos pressupõe a observância de fundamentos éticos. Analise os princípios éticos da pesquisa antropológica aplicados ao campo pericial listados a seguir.


I. O conhecimento antropológico deve estar embasado em pesquisa empírica.


II. O sujeito pesquisado deve ser respeitado, ou seja, suas informações não podem ser descontextualizadas ou adulteradas expondo-o a riscos, e ele deve ter acesso ao conhecimento e à avaliação dos resultados da pesquisa.


III. O antropólogo tem um compromisso com a sociedade; logo, o resultado do seu trabalho deve ser aberto e transparente. (Adaptado de AMORIM, Elaine et al. “A ética na pesquisa antropológica no campo pericial”, 2009)


A respeito da fundamentação ética do trabalho pericial, está correto o que se afirma em:

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Q3337507 Antropologia
A discussão sobre a categoria de “povos e comunidades tradicionais” afirma-se na antropologia brasileira em meados da década de 1980, no âmbito dos debates sobre a presença humana em áreas protegidas. Para Lucila Vianna: “Como sua definição é vaga, ela é usada como instrumento de defesa de território de diversos grupos sociais – não só das próprias ‘populações tradicionais’, mas de todos os que querem permanecer em uma unidade de conservação. As populações consideradas não ‘tradicionais’ – leia-se destruidoras da natureza – também se apropriaram, no começo, da única possibilidade de permanência em seus locais de uso e moradia, unindo-se às ‘populações tradicionais’ nos movimentos organizados”. (Adaptado de VIANNA, L. P. De invisíveis a protagonistas: populações tradicionais e unidades de conservação. São Paulo: AnnaBlume e Fapesp, 2008, p. 226) Com base no trecho acima, a afirmativa cuja definição de “povos e comunidades tradicionais” está de acordo com a reflexão proposta por L. Vianna é:
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Q3337506 Antropologia
Os demarcadores de identidade quilombola são elementos culturais, históricos, sociais e territoriais que fundamentam o pertencimento dos indivíduos a comunidades quilombolas. Entre comunidades quilombolas do Sudeste do Brasil, o jongo é um dos principais marcadores de identidade e uma prática de resistência e manutenção das tradições de matriz africana. Considerando as possibilidades de interpretação do jongo como demarcador de identidade quilombola, é correto afirmar que:
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Q3337505 Antropologia
“Antônio Bispo dos Santos (1959-2023) nasceu no Vale do Rio Berlengas (Piauí) e foi formado pelos ensinamentos de mestras e mestres de ofício do quilombo Saco-Curtume, no município de São João do Piauí; completou o ensino fundamental, tornando-se o primeiro de sua família a ter acesso à alfabetização. Nego Bispo, como também é conhecido, é uma liderança quilombola cuja militância está ancorada ao conceito de ‘contra-colonização’, o qual postula uma relação entre regimes sociopolíticos e cosmológicos.” (Adaptado de https://ea.fflch.usp.br/autor/antonio-bispo-dossantos) Por contracolonização, Nego Bispo compreende:
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Q3337504 Antropologia
Leia as considerações sobre xamanismo de Els Lagrou, antropóloga especializada em estudos ameríndios:
“A consciência de que tudo está conectado e que todas as ações produzem reações, não somente gestos como também palavras, imagens vistas e pensamentos cultivados, é o que subjaz ao conhecimento xamanístico. Entre os Huni Kuin (Kaxinawá), o xamã se expressa pela performance e pelo canto que produz as visões, permitindo guiar as pessoas que participam desse ritual e ensinando-as a ver aquilo que se procura ver e, principalmente, a não se perder sob o efeito de bebidas visionárias. No caso dos Kaxinawa, os desenhos ganham um papel crucial nesse mundo visionário, pois eles são como caminhos que permitem ‘ver’ a realidade sob diferentes perspectivas”.
(Adaptado de https://revistausina.com/2015/07/15/entrevistacom-els-lagrou/)
No trecho acima, o fenômeno do xamanismo é interpretado como: 
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Q3337502 Antropologia
Em A Sociedade contra o Estado (1974), o filósofo e etnólogo Pierre Clastres lançou as bases para uma nova antropologia política: “Os povos sem escrita não são menos adultos que as sociedades letradas. Sua história é tão profunda quanto a nossa e, a não ser por racismo, não há por que julgá-los incapazes de refletir sobre a sua própria experiência e de dar a seus problemas as soluções apropriadas. É exatamente por isso que não nos poderíamos contentar em enunciar que nas sociedades onde não se observa a relação de comando-obediência (isto é, nas sociedades sem poder político), a vida do grupo como projeto coletivo se mantém através do controle social imediato, imediatamente qualificado de apolítico. O que precisamente se entende por isso? Qual é o referente político que permite, por oposição, falar de apolítico?” (Adaptado de CLASTRES, P. A Sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro: F. Alves, 1978, p. 16). Com base no trecho, é correto afirmar que a antropologia política defendida por Pierre Clastres:
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Q3337501 Antropologia
Para Sherry Ortner, o principal legado da antropologia geertziana tem sido a questão de como “os símbolos modelam os modos em que os atores sociais veem, sentem e pensam sobre o mundo ou, em outras palavras, como os símbolos operam enquanto veículos de ‘cultura’”. (Adaptado de Ortner, S. B. Teoria na antropologia desde os anos 60. In: Mana, 17(2), 2011, p. 421) Para Geertz, sistemas culturais como os calendários balineses são objeto de análise antropológica para:
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Q3337500 Antropologia
O Ensaio sobre a dádiva de Marcel Mauss foi publicado originalmente na revista Année Sociologique (1923-1924), sendo considerado uma obra central para a teoria antropológica. A respeito das noções de dom, troca e reciprocidade mobilizadas no ensaio citado, é correto afirmar que:
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Q3337499 Antropologia
Em Dois pequenos problemas com a lei terra intangível para os Kisêdjê, Marcela Coelho de Souza examina a conexão entre o povo Kisêdjê e a terra. A autora propõe o conceito de “terra intangível”, que desafia a compreensão ocidental de propriedade e posse. A autora argumenta que:
"A despeito do possessivo na expressão nossa terra, não acredito que esta ‘terra’ de que estejam falando seja mais dócil ao instituto da propriedade e à medição e delimitação que ele implica. As imagens — legais ou científicas — de terra como bem imóvel ou substrato físico são analogias muito pobres para a compreensão do que está em jogo para os Kisêdjê” (Coelho de Souza, 2017, p. 123).
A "terra intangível" para o povo Kisêdjê pode ser compreendida como: 
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Q3337498 Antropologia
Em The Idea of a Home: A Kind of Space, Mary Douglas elabora a casa como um problema antropológico. Ela diz o seguinte: "O principal problema de uma comunidade virtual é conseguir solidariedade suficiente para proteger o bem coletivo. Se a solidariedade enfraquecer, os ataques individuais destroem a base de recursos colectivos. Embora o lar, tal como outras instituições sem fins lucrativos, seja ineficiente segundo critérios de mercado, noutro sentido é extraordinariamente eficiente. Não necessita de pessoal administrativo especializado, porque as reivindicações de justiça difundem o trabalho de organização. Os membros continuamente reivindicam recursos, mas não vão ganhar uma disputa pedindo em seu próprio nome; a reivindicação vencedora é feita em nome do bem público e em nome da justiça, que num lar é considerada um bem público. As reivindicações individuais são concedidas ou refutadas pelos mesmos motivos. A solução teórica do problema distributivo é a equidade, mas a solução prática é fazer de cada membro um vigilante do bem público e utilizar a coordenação para fazer o resto. A coordenação facilita o controle público e um elevado grau de visibilidade” (Douglas, 1991, p. 299). Nessa passagem, traduzida do inglês, Mary Douglas dialoga claramente com a teoria de:
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Q3337497 Antropologia
Em Rituais ontem e hoje, Mariza Peirano analisa o carnaval como um ritual que expressa as ambiguidades e os dilemas da sociedade brasileira. A autora destaca:
"O carnaval produz uma realidade que desfaz o dia a dia em um processo violento de individualização” (Peirano, 2003, p. 26).
De acordo com essa análise, o principal efeito do carnaval na sociedade brasileira consiste em: 
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Q3337496 Antropologia
A noção de "fricção interétnica", desenvolvida por Roberto Cardoso de Oliveira, busca analisar as relações entre grupos indígenas e a sociedade nacional brasileira. Em um dos textos fundacionais do conceito, Estudo de áreas de fricção interétnica do Brasil, o autor define a fricção interétnica da seguinte forma: "Chamamos fricção interétnica o contato entre grupos tribais e segmentos da sociedade brasileira, caracterizados por seus aspectos competitivos e, no mais das vezes, conflituais, assumindo esse contato muitas vezes proporções ‘totais’, i.e., envolvendo toda a conduta tribal e não tribal que passa a ser moldada pela situação de fricção interétnica” (Oliveira, 1962, p. 86). Seguindo o autor, é correto definir a “fricção interétnica” como:
Alternativas
Q3337495 Antropologia
No texto Populações indígenas, povos tradicionais e preservação na Amazônia, Manuela Carneiro da Cunha e Mauro de Almeida afirmam o seguinte: “Durante muito tempo, existiu entre antropólogos, conservacionistas, governantes e as próprias populações tradicionais aquilo que um antropólogo chamou, em outro contexto, de ‘mal-entendido útil’. Esse mal-entendido gira em torno do que se pode chamar de essencialização do relacionamento entre as populações tradicionais e o meio ambiente” (Cunha e Almeida, 2009, p. 13). Na base dessa essencialização está o mito:
Alternativas
Respostas
3361: A
3362: C
3363: B
3364: A
3365: E
3366: C
3367: C
3368: E
3369: D
3370: A
3371: C
3372: B
3373: D
3374: B
3375: E
3376: E
3377: D
3378: E
3379: E
3380: D