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I. HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, que é o causador da Aids, atacando o sistema imunológico - responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. II. Ter o vírus HIV não é a mesma coisa que ter Aids. III. A transmissão do vírus HIV pode ocorrer por meio de sexo oral, vaginal e anal sem camisinha, transmissão de sangue contaminado, compartilhamento de seringas, vertical de mãe para filho e até por acidente com instrumento perfurocortante. IV. Não se transmite HIV com beijo na boca, suor, lágrima, picada de inseto, aperto de mão, abraço, pelo assento do ônibus, pelo ar, sabonete, talheres, copos, piscinas, lençóis, banheiro, masturbação a dois ou doando sangue.
I. Trata-se da popular “catapora”. II. É causado por uma bactéria. III. A transmissão ocorre por via aérea ou contato direto com a saliva de uma pessoa infectada. IV. Os sintomas incluem febre e o inchaço das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares, o que pode causar dor na mastigação e ingestão de alimentos. Embora o aumento das glândulas seja um dos principais sintomas, não é regra, ou seja, em algumas situações o aumento não é aparente. V. O melhor método de prevenção é a vacinação. VI. O tratamento pode ser feito com o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e repouso.
I. Resfriado, sarampo, dengue. II. Candidíase, micose, histoplasmose. III. Tuberculose, hanseníase, leptospirose.
I. São seres acelulares, carregam filamentos de DNA e/ou RNA. II. São seres unicelulares, não contando com um núcleo. III. Podem ser unicelulares ou pluricelulares, microscópicos ou macroscópicos.
I. Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por Enfermeiro. II. Considera que para a prescrição de medicamentos em programa de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde, o Enfermeiro necessita solicitar exame de rotina e complementares para uma efetiva assistência ao paciente sem risco para o mesmo. III. Considera vários programas do Ministério da Saúde, a exemplo do Guia de Controle de Hanseníase, o Viva Mulher e o Programa Bolsa Família. IV. Resolve que o Enfermeiro pode solicitar exames de rotina e complementares quando no exercício de suas atividades profissionais.
Com relação à esofagite eosinofílica é correto afirmar sobre seu diagnóstico:
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) representa condição clínica multifatorial caracterizada pela elevação sustentada dos níveis pressóricos ≥ 140 e/ou 90 mmHg. O elevado número de casos e as baixas taxas de controle da patologia a configuram como fenômeno ascendente, constituindo-se num grave problema de Saúde Pública no país.
Frequentemente se associa a distúrbios metabólicos, alterações funcionais e/ou estruturais de órgãos-alvo, sendo agravada pela presença de outros fatores de risco, como dislipidemia, obesidade abdominal, intolerância à glicose e diabetes melito. Mantém associação independente com eventos como morte súbita, acidente vascular encefálico.
I. Há uma associação direta e linear entre envelhecimento e prevalência de HA, relacionada ao: a) aumento da expectativa de vida da população brasileira, atualmente 74,9 anos; b) aumento na população de idosos ≥ 60 anos na última década (2000 a 2010), de 6,7% para 10,8%. II. Estudos brasileiros que avaliaram o impacto de polimorfismos genéticos na população de quilombolas não conseguiram identificar um padrão mais prevalente. Mostraram forte impacto da miscigenação, dificultando ainda mais a identificação de um padrão genético para a elevação dos níveis pressóricos. III. Estratégias para prevenção do desenvolvimento da HA englobam políticas públicas de saúde combinadas com ações das sociedades médicas e dos meios de comunicação. O objetivo deve ser estimular o diagnóstico precoce, o tratamento contínuo, o controle da PA e de FR associados, por meio da modificação do estilo de vida (MEV) e/ou uso regular de medicamentos. IV. Pré-hipertensão (PH) é uma condição caracterizada por PA sistólica (PAS) entre 121 e 139 e/ou PA diastólica (PAD) entre 81 e 89 mmHg.
A sequência correta é:
É correto afirmar sobre principais achados ao exame físico em pacientes com rinite alérgica:
I. Cobblestoning: A orofaringe posterior pode desenvolver tecido linfoide hipoplásico. II. Membranas timpânicas: nunca apresentam anormalidades. III. Shiners alérgicos: Círculos escurecidos abaixo dos olhos e que ocorrem devido a edema infraorbital por venodilatação. IV. Linhas de Dennie-Morgan: Consistem em aumento de dobras ou linhas abaixo da pálpebra inferior e são mais comuns em pacientes com RA. A fisiopatologia não é precisamente entendida. Essas linhas nem sempre indicam RA e podem ser mais comuns em alguns grupos étnicos sem um aumento na RA.
A sequência correta é:
I. Hospedeiro – Talvez seja o fator mais importante de todos. Indivíduos hígidos têm sabidamente menor incidência de infecção. A desnutrição, a associação de doenças sistêmicas, o tempo de hospitalização antes da cirurgia, a presença de infecções prévias nas vias urinárias, pulmões, cateteres, pele, etc., são todos fatores que desempenham papel importante no aparecimento de infecção cirúrgica. II. Agente – Obviamente, para acontecer infecção, deve existir o agente. Apesar de sabermos que ele está constantemente presente no ambiente hospitalar e que, via de regra, são cepas selecionadas e multirresistentes aos antimicrobianos, evitar que exista qualquer contato do hospedeiro com esses microrganismos é praticamente impossível. A incidência da infecção, entretanto, tem relação direta com o número de bactérias e a frequência dos contatos. III. Disseminação hematogênica de focos de infecção já existentes, urinário, pulmonar, tegumentar, etc. IV. Durante os curativos pós-operatórios. A barreira natural da pele está comprometida e, principalmente nos dois primeiros dias pós-operatórios, é ponto vulnerável.
A sequência correta é:
Com relação aos padrões de alterações morfológicos apresentadas no fígado, é correto afirmar:
I. Parasitos costumam ser oportunistas, acometendo pacientes com várias modalidades de imunodepressão, tais como: transplantados de órgãos sólidos, pacientes em uso de corticosteroides e outros imunossupressores, e principalmente pacientes HIV-positivos. Esses indivíduos são acometidos por várias infecções por protozoários (Cryptosporidium, Isospora, Toxoplasma gondii, Giardia etc.) e helmintos (S. stercoralis), algumas delas com consideráveis morbidade e mortalidade. II. O período de incubação da Doença de Chagas, desde a infecção até os primeiros sinais e sintomas varia de acordo com a via de transmissão: Transmissão vetorial: 5 a 22 dias, mais comumente 6 a 10 dias; Transmissão transfusional: de 20 a 30 dias, podendo chegar a 117 dias; Transmissão vertical: transmitida em qualquer período da gestação, durante o parto ou no pós-parto (amamentação, em casos específicos); Transmissão oral: de 3 a 22 dias; Transmissão acidental: até 20 dias após exposição. III. Meningoencefalite em pacientes com doença de chagas ocorre nas formas leves, com parasitos no liquor e hipocelularidade, com predomínio de células adenomononucleares e hipoproteinorraquia. IV. Os chagomas de inoculação constituem a porta de entrada do parasito e são observados em cerca de 50% dos pacientes que adquiriram a infecção por vetor. O mais conhecido é o sinal de Romaña.
A sequência correta é:
Sobre os testes para sífilis é correto afirmar:
Em relação ao tratamento da toxoplasmose no imunocomprometido é correto afirmar: