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A perda de 5% do peso inicial com a atividade física é ineficaz para a paciente citada, pois terá pouca interferência na intolerância à insulina.
Glicemia de jejum acima de 110 mg/dl permite identificar na referida paciente uma síndrome metabólica.
Deve-se instituir o uso de estatina a fim de reduzir os níveis de LDL Colesterol para abaixo de 100 mg/dl e os de triglicerídeos para abaixo de 150 mg/dl.
Recomenda-se iniciar o tratamento com uma sulfonilureia associada a uma meglitinida.
O paciente deve ser orientado a adotar práticas de vida saudáveis, tais como a realização de atividade física e a adequação de sua dieta.
O tratamento anti-hipertensivo busca fazer com que a pressão arterial fique igual ou abaixo de 120 x 80 mmHg.
Uma vez estabelecido o diagnóstico clínico-laboratorial de glomerulopatia, são indicações de realização de biópsia renal, desde que os rins apresentem dimensões normais (ou aumentadas) ao exame ultrassonográfico: síndrome nefrótica em pacientes adultos, glomerulonefrite rapidamente progressiva e diabetes com apresentação e evolução típicas.
Os pacientes com síndrome nefrótica podem ser definidos por sua resposta à terapia inicial em sensíveis ou resistentes ao corticosteroide. Entre os sensíveis, a maior parte apresenta síndrome nefrótica por lesões mínimas, enquanto que, entre os resistentes, a maioria apresenta glomerulosclerose segmentar e focal, e a minoria apresenta síndrome nefrótica de lesões mínimas.
A nefropatia por IgA é a glomerulopatia mais comum no mundo e pode se manifestar como síndrome nefrótica.
A presença de urina espumosa é um dos sinais clínicos que caracterizam a síndrome nefrótica, resultado da excreção anormal de proteína.
A Síndrome Nefrótica é definida pela presença de proteinúria (>6,0-6,5 g/1,73m2 /dia em adultos), hipoalbuminemia (<5,0 g/dl) e edema, sendo frequentemente acompanhada de hiperlipidemia, hipercoagulabilidade e outras alterações clínico-laboratoriais.
Na situação de um indivíduo com exames que mostram múltiplos cálculos renais bilaterais de até 4 mm, e sem sinais de hidronefrose, pode-se dispensar a intervenção cirúrgica, visto que há grande probabilidade de que esses cálculos sejam eliminados espontaneamente.
A restrição de cálcio na dieta de pacientes com história de litíase é fator importante na prevenção da formação de cálculos renais e deve ser recomendada.
São algumas das alterações urinárias na gravidez: a diminuição da excreção renal de cálcio, sódio e ácido úrico, e a diminuição da absorção intestinal de cálcio, o que confere proteção natural à formação de cálculos urinários.
Os cálculos de estruvita têm sua patogênese ligada às infecções urinárias e podem assumir conformação coraliforme.
O hiperparatireoidismo primário, a sarcoidose e as situações gastrointestinais, como o by-pass jejuno-ileal, são fatores de risco para litíase urinária.
A insuficiência renal aguda, condição em que há incapacidade de excreção de alcaloides, leva a um desequilíbrio ácido-base e ao aumento do bicarbonato sérico e da alcalose metabólica.
Para um adulto jovem, define-se como normal um ritmo de filtração glomerular maior ou igual a 90ml/min/1,73m².
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, as principais causas de insuficiência renal crônica incluem hipertensão arterial sistêmica seguida por diabetes melito e pelas glomerulonefrites.
Pancreatite, tamponamento cardíaco e falência hepática são possíveis causas de insuficiência renal aguda.