Questões de Concurso

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Q913691 Noções de Informática
Em função da limitação da capacidade da RAM e a característica de volatilidade na retenção de dados nesse dispositivo de memória, o armazenamento em arquivos guardados em dispositivos auxiliares, como discos rígidos, é empregado para garantir a persistência dos dados nos computadores. Esses arquivos
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Q913690 Noções de Informática
Um computador que funciona como um terminal-caixa de uma loja precisa emitir cupons fiscais e, para isso, emprega uma impressora térmica e um leitor de códigos de barras de mesa para registro de produtos vendidos. Essa impressora
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Q913681 Português

                                          Velhas cartas


      “Você nunca saberá o bem que sua carta me fez...” Sinto um choque ao ler esta carta antiga que encontro em um maço de outras. Vejo a data, e então me lembro onde estava quando a recebi. Não me lembro é do que escrevi que fez tanto bem a uma pessoa. Passo os olhos por essas linhas antigas, elas dão notícias de amigos, contam uma ou outra coisa do Rio e tenho curiosidade de ver como ela se despedia de mim. É do jeito mais simples: “A saudade de...”

      Agora folheio outras cartas de amigos e amigas; são quase todas de apenas dois ou três anos atrás. Mas como isso está longe! Sinto-me um pouco humilhado, pensando como certas pessoas me eram necessárias e agora nem existiriam mais na minha lembrança se eu não encontrasse essas linhas rabiscadas em Londres ou na Suíça. “Cheguei neste instante; é a primeira coisa que faço, como prometi, escrever para você, mesmo porque durante a viagem pensei demais em você...”

      Isto soa absurdo a dois anos e meio de distância. Não faço a menor ideia do paradeiro dessa mulher de letra redonda; ela, com certeza, mal se lembrará do meu nome. E esse casal, santo Deus, como era amigo: fazíamos planos de viajar juntos pela Itália; os dias que tínhamos passado juntos eram “inesquecíveis”.

      E esse amigo como era amigo! Entretanto, nenhum de nós dois se lembrou mais de procurar o outro. (...) As cartas mais queridas, as que eram boas ou ruins demais, eu as rasguei há muito. Não guardo um documento sequer das pessoas que mais me afligiram e mais me fizeram feliz. Ficaram apenas, dessa época, essas cartas que na ocasião tive pena de rasgar e depois não me lembrei de deitar fora. A maioria eu guardei para responder depois, e nunca o fiz. Mas também escrevi muitas cartas e nem todas tiveram resposta.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978. p. 271/272) 

Considerando-se o contexto, demonstra-se uma compreensão INCORRETA de um segmento do texto em:
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Q913673 Português

                                      Nosso jeitinho


      Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.

      Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.

      É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

                                                                                  (Abelardo Trabulsi, inédito)

Considerando-seo contexto, traduz-se INADEQUADAMENTE o sentido de um segmento em:
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Q913670 Português

                                      Nosso jeitinho


      Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.

      Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.

      É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

                                                                                  (Abelardo Trabulsi, inédito)

A singular condição que é a marca do jeitinho brasileiro está caracterizada no seguinte segmento:
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Q855519 Segurança da Informação
São algoritmos de criptografia:
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Q855518 Redes de Computadores
São exemplos de ameaça em redes de computadores, EXCETO:
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Q855517 Redes de Computadores
As medidas de segurança da rede envolvem três tipos de defesas, que são organizadas em camadas: segurança de perímetro, autenticação e autorização. São exemplos de ferramentas atinentes à segurança de perímetro:
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Q855516 Governança de TI
É uma característica marcante dos sistemas de gestão do conhecimento:
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Q855515 Banco de Dados

Alguns termos relacionados com as estruturas de bancos de dados estão disponibilizados na coluna I. Estabeleça a correta correspondência com os seus significados, disponibilizados na coluna II.


Coluna I

1. Data Marts

2. OLAP

3. Business Inteligence

4. Metadados


Coluna II

( ) Camada de diretório de dados da arquitetura do datawarehouse.

( ) Tipo ou variação de um datawarehouse.

( ) Cria, administra, analisa e gera relatórios sobre dados multidimensionais.

( ) Modelo utilizado pelas empresas para descobrir padrões de comportamento de determinado grupo de clientes.


A sequência correta é:

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Q855514 Programação
São características da linguagem XHTML, EXCETO:
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Q855513 Programação
Na linguagem HTML, a formatação e os botões são consideradas tags, respectivamente:
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Q855512 Programação
Na arquitetura web, o erro que retorna no navegador, acusando que o servidor está ocupado e não pode atender à solicitação do usuário naquele momento, é conhecido como erro:
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Q855511 Engenharia de Software
Na UML 2.0, a ordem temporal em que as mensagens são trocadas entre os objetos envolvidos em um determinado processo é representada no diagrama de:
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Q855510 Engenharia de Software
No diagrama de classes da UML 2.0, o tipo de relacionamento que é representado por uma linha tracejada contendo uma seta vazia que aponta para a classe de interface, ao passo que, na outra extremidade, é definida a classe que realiza um comportamento pretendido pela classe de interface é:
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Q855509 Engenharia de Software
As revisões de requisitos e a prototipação são as principais técnicas utilizadas para:
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Q855508 Engenharia de Software
Segundo Sommerville (2004), os requisitos são divididos em duas classes. São elas:
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Q855507 Engenharia de Software
Na engenharia de software, a técnica de observação que pode ser utilizada para compreender os requisitos sociais e organizacionais é conhecida como:
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Q855506 Engenharia de Software
Um modelo genérico do processo de levantamento e análise de requisitos proposto por Sommerville (2004) é composto por seis atividades, dispostas a seguir de forma aleatória: classificação, verificação de requisitos, resolução de conflitos, compreensão do domínio, coleta de requisitos e definição das prioridades. A primeira e a última atividade a ser realizada, seguindo esse modelo são, respectivamente:
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Q855505 Engenharia de Software
Segundo Sommerville (2004), o processo de engenharia de requisitos de sistema deve-se iniciar como(a):
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Respostas
18141: B
18142: A
18143: D
18144: B
18145: A
18146: B
18147: B
18148: D
18149: B
18150: D
18151: A
18152: C
18153: D
18154: C
18155: D
18156: B
18157: B
18158: C
18159: D
18160: E