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TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
A crítica presente nesse primeiro segmento do texto se dirige:
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
A respeito de avaliação de investimentos, valor presente líquido (VPL) e taxa interna de retorno (TIR), julgue os itens a seguir.
I No caso de dois projetos com o mesmo investimento inicial e o mesmo prazo, sob uma mesma taxa de desconto, o maior VPL será daquele que tiver menores recebimentos a cada período.
II Para um fluxo que consiste de um único investimento inicial na data 0 e recebimentos periódicos, com TIR igual a 5% ao período, se a taxa de desconto for de 6%, então o VPL será negativo.
III Dado um investimento inicial seguido de um fluxo de 20 recebimentos periódicos iguais, caso se amplie o prazo dos recebimentos para 25 recebimentos iguais, para que a TIR não mude, o valor de cada recebimento deverá ser menor.
Assinale a opção correta.
Um pai, preocupado em compor recursos para a educação superior de seu filho, idealizou juntar dinheiro em uma conta investimento que rende 8% ao ano. O pai depositaria, durante nove anos, R$ 24.000 por ano nessa conta, para que o filho fizesse cinco saques de valores iguais, um a cada ano, com o primeiro saque um ano após o último depósito. O saldo remanescente a cada saque ficaria rendendo à mesma taxa até o quinto saque, quando o saldo se anularia.
Nessa situação, considerando-se 0,68 e 2 como valores aproximados para (1,08)–5 e (1,08)9 , respectivamente, cada saque anual teria o valor de
Determinada empresa tem uma dívida de R$ 1.000.000 que vence daqui a seis meses. A taxa de juros é de 21% ao ano. No orçamento da empresa, o contador reservou uma quantia para pagar os juros dessa dívida com base na taxa semestral composta equivalente à citada. O contrato, entretanto, explicita que serão cobrados juros à taxa proporcional.
Nessa situação, o valor reservado pelo contador para o pagamento dos juros da dívida foi
Tendo aplicado determinado capital durante N meses à taxa de juros de 48% ao ano, no regime de juros simples, determinado investidor obteve o montante de R$ 19.731,60. Considerando que a rentabilidade era favorável, o investidor estendeu a aplicação do capital inicial por mais um semestre, o que o levou a obter, ao final de todo o período, o montante de R$ 23.814,00.
Nessa situação, o capital inicial investido e a quantidade de meses que ele permaneceu aplicado são, respectivamente, iguais a
João, Pedro e Tiago, três investidores amadores, animados com a popularização das criptomoedas, investiram 12, 14 e 24 mil reais, respectivamente, em moeda virtual. Após uma semana do investimento, eles perceberam que o prejuízo acumulado, que era de 8 mil reais, deveria ser dividido entre os três, em proporção direta aos valores investidos.
Nessa situação, em caso de desistência do investimento após a constatação do prejuízo, João, Pedro e Tiago receberão, respectivamente, as quantias, em reais, de
Um indivíduo investiu a quantia de R$ 1.000 em determinada aplicação, com taxa nominal anual de juros de 40%, pelo período de 6 meses, com capitalização trimestral.
Nesse caso, ao final do período de capitalização, o montante será de
No contexto da política fiscal, pode-se sintetizar a matemática dos déficits e da dívida pública para acompanhar a evolução da razão dívida/PIB da seguinte forma:

Aqui, as taxas são obtidas pela aproximação
todas as variáveis estão em termos reais
e t indica o tempo: ano t. Também:
Bt = dívida pública no final do ano t;
Yt = produto interno bruto (PIB) do ano t;
r = taxa real de juros;
g = taxa de crescimento do PIB;
Gt = montante de gastos do governo com bens e serviços durante o ano t;
Tt = impostos menos transferências durante o ano t.
Dessa forma, é correto afirmar que menor será a razão dívida/PIB
final quanto
A função alocativa, uma das funções básicas do governo, visa