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De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
Para pacientes com HAP do grupo 1, hereditário ou provocado por medicamentos, o teste de vasorreatividade deve ser feito durante o cateterismo cardíaco direito diagnóstico, servindo, em caso de resposta positiva, para selecionar os pacientes que devem receber tratamento com bloqueadores de canais de cálcio de ação prolongada.
A respeito da cardiopatia grave no âmbito médico-pericial, julgue o seguinte item.
Trata-se de toda enfermidade, de caráter provisório ou permanente, que consegue reduzir a capacidade funcional cardíaca a ponto de acarretar alto risco de morte prematura ou impedir o indivíduo de exercer definitivamente suas atividades, apesar de tratamento instituído.
A respeito da cardiopatia grave no âmbito médico-pericial, julgue o seguinte item.
O critério adotado para classificação das cardiopatias de acordo com a capacidade funcional do coração segue a NYHA (New York Heart Association) com classes de I a V.
A dissecção da aorta é uma condição clínica grave cujos diagnóstico acurado e tratamento precoce são essenciais para a sobrevida dos pacientes. Acerca dessa patologia, julgue o próximo item.
Ateromatose aórtica é o principal fator de predisposição para sua dissecção aguda.
A dissecção da aorta é uma condição clínica grave cujos diagnóstico acurado e tratamento precoce são essenciais para a sobrevida dos pacientes. Acerca dessa patologia, julgue o próximo item.
Classicamente pode ser definida como a delaminação da camada média da aorta ocasionada pelo influxo de sangue através de um orifício de entrada na camada íntima, podendo acontecer dissecções atípicas por outras condições, como hematoma intramural e úlcera penetrante da aorta.
A dissecção da aorta é uma condição clínica grave cujos diagnóstico acurado e tratamento precoce são essenciais para a sobrevida dos pacientes. Acerca dessa patologia, julgue o próximo item.
O manejo clínico-farmacológico da dissecção aguda da aorta é baseado no controle da dor com morfina e no controle da frequência cardíaca e da pressão arterial, inicialmente com beta-bloqueadores, seguida de vasodilatadores intravenosos, se necessário.
A dissecção da aorta é uma condição clínica grave cujos diagnóstico acurado e tratamento precoce são essenciais para a sobrevida dos pacientes. Acerca dessa patologia, julgue o próximo item.
De maneira geral, o sintoma mais comum é a presença de dor torácica anterior, severa, de início súbito, descrita como rasgando ou em facada, condição que requer procura de assistência médica imediata.
Sabendo que na pericardite constritiva ocorre uma calcificação ou fibrose nas membranas do pericárdio, o que termina acarretando um prejuízo no processo de elasticidade do coração e uma redução no volume sistólico e débito cardíaco, julgue o item que se segue.
Em sua fisiopatologia, há maior acometimento de calcificações do pericárdio visceral, o que provoca inelasticidade e restrição do enchimento diastólico ventricular.
Sabendo que na pericardite constritiva ocorre uma calcificação ou fibrose nas membranas do pericárdio, o que termina acarretando um prejuízo no processo de elasticidade do coração e uma redução no volume sistólico e débito cardíaco, julgue o item que se segue.
Com relação ao processo de investigação diagnóstica, o ecocardiograma é o exame padrão-ouro, sendo a avaliação de imagem por tomografia computadorizada ou ressonância de pouca utilidade.
Sabendo que na pericardite constritiva ocorre uma calcificação ou fibrose nas membranas do pericárdio, o que termina acarretando um prejuízo no processo de elasticidade do coração e uma redução no volume sistólico e débito cardíaco, julgue o item que se segue.
Pode ser classificada em três subtipos: pericardite constritiva transitória (PCT), pericardite constritiva crônica (PCC) e pericardite constritiva efusiva (PCE).
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
O maior número de casos é no público mais jovem e geralmente é autolimitada, evoluindo sem maiores complicações, como, por exemplo, tamponamento cardíaco.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
O ECG tem pouca validade para fins diagnósticos, estando alterado apenas em pouco mais de 10% dos casos.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
Conceitualmente, com relação ao tempo de evolução, considera-se pericardite aguda a inflamação do pericárdio até duas semanas.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
Na suspeita clínica de pericardite purulenta ou tuberculosa, tamponamento cardíaco ou derrame pericárdico maior que 20 mm na diástole está indicada a pericardiocentese.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item seguinte.
A valva aórtica bicúspide frequentemente coexiste nessas circunstâncias.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item seguinte.
Recomenda-se a angioressonância magnética da aorta torácica visando-se à confirmação diagnóstica.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Em caso de insucesso imediato no tratamento com fármacos vasoativos e acerto volêmico, recomenda-se o suporte hemodinâmico com assistência circulatória.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Está indicada a pulsoterapia com corticosteroide associada à ciclofosfamida.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Recomenda-se o cardiodesfibrilador implantável antes da alta hospitalar caso persista a disfunção ventricular a despeito do tratamento otimizado.
Com relação a esse caso hipotético, julgue o item subsequente, considerando o Posicionamento sobre a Saúde Cardiovascular nas Mulheres da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022.
Ela deverá receber ácido acetilsalicílico entre 12 e 16 semanas de gravidez nas doses diárias entre 75 mg e 150 mg com vistas a reduzir o risco de PE.