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Q3171826 Português
   A lembrança de Torre di Venere evoca uma atmosfera desagradável. Torre fica a cerca de quinze quilômetros de Portoclemente, uma das cidades de veraneio prediletas à margem do mar Tirreno, com uma colorida avenida à beira-mar repleta de hotéis e lojas, gente bronzeada e uma estrondosa indústria da diversão. Margeada de pinhos, a praia mantém ao longo de toda a costa a sua cômoda amplidão de areia fina, portanto não admira que não muito adiante tenha-se aberto uma concorrente mais sossegada. Torre é, como destino turístico, uma ramificação do balneário vizinho e já foi um idílio. Mas, como costuma acontecer com lugares assim, a paz foi há muito obrigada a deslocar-se um trecho mais adiante; o mundo, como se sabe, busca-a e expulsa-a. Foi assim que Torre, ainda que mais introspectiva e modesta que Portoclemente, caiu no gosto de italianos e estrangeiros.

     Torre ganhou um Grand Hôtel (onde havíamos reservado quartos). Surgiram inúmeras pensões, luxuosas e mais simples. Em julho, agosto, fervilham berros, brigas, gritos de júbilo de banhistas, cuja pele da nuca se descasca por causa de um sol esturricante. Tal era o aspecto da praia de Torre quando chegamos.

     Na noite de nossa chegada ao Grand Hôtel, quando aparecemos para o jantar, fomos guiados até uma mesa pelo garçom responsável. Não havia nenhuma objeção a fazer a essa mesa, mas nos cativou a vista da varanda de vidro contígua, que dava para o mar e sobre cujas mesinhas cintilavam lamparinas de abajur vermelho. Os pequenos se mostraram encantados com essa magnificência, e manifestamos de forma singela a decisão de que preferíamos fazer a nossa refeição na varanda - uma declaração de ignorância, como restou claro, pois nos fizeram entender com uma cortesia algo constrangida que aquele aconchegante ambiente era destinado “aos nossos clientes”. Nossos clientes? Mas isso éramos nós. Não estávamos de passagem ou só por uma noite. Abrimos mão, de resto, do esclarecimento da diferença entre gente como nós e aquela clientela, a quem se servia o jantar à luz de lamparinas vermelhas, e jantamos no refeitório, em nossa mesa de iluminação prosaica - uma refeição bem medíocre, própria do esquema hoteleiro insipido; achamos depois muito melhor a cozinha da pensione Eleonora, dez passos mais distante da praia. Foi justamente para lá que nos transferimos, trés ou quatro dias mais tarde.


(MANN, Thomas. Mário e o mágico: uma experiência trágica de viagem Trad José Marcos Macedo. Companhia ds Letras, edição digital Adaptado)
O narrador relata que
Alternativas
Q3171825 Português
Chamamos nossa espécie de Homo sapiens - o humano sábio. Mas é discutível até que ponto temos feito jus ao nome.

Nos últimos 100 mil anos, nós, sapiens, certamente acumulamos um poder enorme. A mera listagem de todas as nossas descobertas, invenções e conquistas ocuparia muitos volumes. Mas poder não é sabedoria e, depois de 100 mil anos de descobertas, invenções e conquistas, a humanidade se arrastou para uma crise existencial. Estamos à beira da catástrofe ambiental, causada pelo mau uso do nosso próprio poder. Também estamos criando novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), que podem nos escravizar ou nos aniquilar. Mas em vez de a nossa espécie se unir para lidar com esses grandes problemas existenciais, as tensões internacionais estão aumentando, a cooperação global vem se tornando mais difícil, os países estão ampliando seus arsenais de aniquilação total, e não parece impossível que uma nova guerra mundial aconteça.

Apesar da espantosa quantidade de informação à nossa disposição, somos tão suscetíveis à fantasia e à ilusão quanto nossos ancestrais antigos. Por que somos tão bons em acumular mais informação e poder, mas muito menos hábeis em adquirir sabedoria? Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.

(HARARI, Yuval. Nexus. Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)
Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.
O termo sublinhado no trecho pode ser substituído por:
Alternativas
Q3171823 Português
Chamamos nossa espécie de Homo sapiens - o humano sábio. Mas é discutível até que ponto temos feito jus ao nome.

Nos últimos 100 mil anos, nós, sapiens, certamente acumulamos um poder enorme. A mera listagem de todas as nossas descobertas, invenções e conquistas ocuparia muitos volumes. Mas poder não é sabedoria e, depois de 100 mil anos de descobertas, invenções e conquistas, a humanidade se arrastou para uma crise existencial. Estamos à beira da catástrofe ambiental, causada pelo mau uso do nosso próprio poder. Também estamos criando novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), que podem nos escravizar ou nos aniquilar. Mas em vez de a nossa espécie se unir para lidar com esses grandes problemas existenciais, as tensões internacionais estão aumentando, a cooperação global vem se tornando mais difícil, os países estão ampliando seus arsenais de aniquilação total, e não parece impossível que uma nova guerra mundial aconteça.

Apesar da espantosa quantidade de informação à nossa disposição, somos tão suscetíveis à fantasia e à ilusão quanto nossos ancestrais antigos. Por que somos tão bons em acumular mais informação e poder, mas muito menos hábeis em adquirir sabedoria? Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.

(HARARI, Yuval. Nexus. Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)
No texto, a reiterada referência a descobertas, invenções e conquistas alicerça a ideia do autor de que,
Alternativas
Q3171822 Português
Chamamos nossa espécie de Homo sapiens - o humano sábio. Mas é discutível até que ponto temos feito jus ao nome.

Nos últimos 100 mil anos, nós, sapiens, certamente acumulamos um poder enorme. A mera listagem de todas as nossas descobertas, invenções e conquistas ocuparia muitos volumes. Mas poder não é sabedoria e, depois de 100 mil anos de descobertas, invenções e conquistas, a humanidade se arrastou para uma crise existencial. Estamos à beira da catástrofe ambiental, causada pelo mau uso do nosso próprio poder. Também estamos criando novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), que podem nos escravizar ou nos aniquilar. Mas em vez de a nossa espécie se unir para lidar com esses grandes problemas existenciais, as tensões internacionais estão aumentando, a cooperação global vem se tornando mais difícil, os países estão ampliando seus arsenais de aniquilação total, e não parece impossível que uma nova guerra mundial aconteça.

Apesar da espantosa quantidade de informação à nossa disposição, somos tão suscetíveis à fantasia e à ilusão quanto nossos ancestrais antigos. Por que somos tão bons em acumular mais informação e poder, mas muito menos hábeis em adquirir sabedoria? Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.

(HARARI, Yuval. Nexus. Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)
O autor estabelece uma oposição, sobretudo, entre o que considera que seja
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Q3171821 Português
Chamamos nossa espécie de Homo sapiens - o humano sábio. Mas é discutível até que ponto temos feito jus ao nome.

Nos últimos 100 mil anos, nós, sapiens, certamente acumulamos um poder enorme. A mera listagem de todas as nossas descobertas, invenções e conquistas ocuparia muitos volumes. Mas poder não é sabedoria e, depois de 100 mil anos de descobertas, invenções e conquistas, a humanidade se arrastou para uma crise existencial. Estamos à beira da catástrofe ambiental, causada pelo mau uso do nosso próprio poder. Também estamos criando novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), que podem nos escravizar ou nos aniquilar. Mas em vez de a nossa espécie se unir para lidar com esses grandes problemas existenciais, as tensões internacionais estão aumentando, a cooperação global vem se tornando mais difícil, os países estão ampliando seus arsenais de aniquilação total, e não parece impossível que uma nova guerra mundial aconteça.

Apesar da espantosa quantidade de informação à nossa disposição, somos tão suscetíveis à fantasia e à ilusão quanto nossos ancestrais antigos. Por que somos tão bons em acumular mais informação e poder, mas muito menos hábeis em adquirir sabedoria? Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.

(HARARI, Yuval. Nexus. Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)
No contexto em que se insere, estabelece uma oposição o seguinte trecho:
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Q3171820 Português
Chamamos nossa espécie de Homo sapiens - o humano sábio. Mas é discutível até que ponto temos feito jus ao nome.

Nos últimos 100 mil anos, nós, sapiens, certamente acumulamos um poder enorme. A mera listagem de todas as nossas descobertas, invenções e conquistas ocuparia muitos volumes. Mas poder não é sabedoria e, depois de 100 mil anos de descobertas, invenções e conquistas, a humanidade se arrastou para uma crise existencial. Estamos à beira da catástrofe ambiental, causada pelo mau uso do nosso próprio poder. Também estamos criando novas tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial), que podem nos escravizar ou nos aniquilar. Mas em vez de a nossa espécie se unir para lidar com esses grandes problemas existenciais, as tensões internacionais estão aumentando, a cooperação global vem se tornando mais difícil, os países estão ampliando seus arsenais de aniquilação total, e não parece impossível que uma nova guerra mundial aconteça.

Apesar da espantosa quantidade de informação à nossa disposição, somos tão suscetíveis à fantasia e à ilusão quanto nossos ancestrais antigos. Por que somos tão bons em acumular mais informação e poder, mas muito menos hábeis em adquirir sabedoria? Muitas tradições ao longo da história acreditaram que temos alguma imperfeição fatal que desperta a tentação de buscar poderes com que não sabemos lidar.

(HARARI, Yuval. Nexus. Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)
A frase em que o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente está em:
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Q3171484 Direito Digital
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD tem como objetivo criar um cenário de segurança jurídica, com a padronização de regulamentos e práticas para proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, e também promover a proteção aos dados pessoais de todo cidadão. Para fiscalizar e aplicar penalidades pelos descumprimentos da LGPD, o Brasil conta com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais, a ANPD. A instituição terá as tarefas de regular e de orientar, preventivamente, sobre como aplicar a lei. No entanto, não basta a ANPD (Lei nº 13.853/2019), e é por isso que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais também prevê a existência dos agentes de tratamento de dados e estipula suas funções nas organizações.
Assinale a alternativa que apresenta quais são esses agentes.
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Q3171483 Comunicação Social

Na teoria das cores existem três conceitos que são fundamentais.


______, também entende-se como tom ou tonalidade, é a propriedade que define a cor dentro do circulo cromático. Já a ______, também conhecida como valor tonal ou brilho, e por fim, a ______, também chamada de croma, é o grau de pureza da cor.


Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.

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Q3171482 Comunicação Social
O manejo de elementos visuais, tais como a fotografia, o desenho, as ilustrações, as tipologias de letras, criando informações simbólicas e pragmáticas ao mesmo tempo, transformando palavras e imagens em comunicação, esse é o trabalho do design gráfico.
Analise atentamente a proposição a baixo.
I. A luz é a base para entendermos toda a estrutura do sistema de cores. II. No sistema RGB, a cores primarias são o vermelho, verde e azul.
III. Existem 3 sistemas de cores RGB, CMYK e PPT.
IV. Uma das cores do sistema CMYK é o laranja.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3171481 Comunicação Social
Quando finalizamos o projeto de uma pesquisa de opinião, já com o questionário pronto e devidamente aprovado e corrigido, entramos em uma etapa que objetiva corrigir possíveis distorções e vieses do questionário, para saber o nível de clareza das perguntas e alternativas de resposta, a abrangência, a aceitabilidade.
Esta etapa é denominada:
Alternativas
Q3171480 Comunicação Social
Quando da realização de uma pesquisa de opinião, algumas decisões precisam ser tomadas de maneira assertiva após o estabelecimento do problema do escopo e são fundamentais para que não haja erros ou vieses que prejudiquem as respostas e análise dos dados. Analise os conceitos abaixo:
Entende-se ______ da pesquisa como conjunto total de pessoas que possuem características comuns e detêm algum grau de informação sobre o tema a ser explorado; e ______ é um conjunto menor de indivíduos que representam uma população maior, selecionados de acordo com um método predefinido.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3171479 Comunicação Social
“Valioso método quantitativo de investigação científica que possibilita a coleta de dados originados de grande número de entrevistados, ocorre em ambientes reais e viabiliza a realização de análises estatísticas de variáveis como dados sociodemográficos, de atitudes entre outros” (Novelli, 2005).
Assinale a alternativa que apresenta o nome deste tipo de pesquisa.
Alternativas
Q3171478 Comunicação Social
Ao longo de sua existência, a humanidade preservou a capacidade de contar histórias. Desde a tradição oral, passando pela escrita e, na modernidade, por todas as formas audiovisuais, as histórias ajudam as pessoas a lembrar de algo, a preservar valores e experiências e também a liberar a capacidade criativa. A publicidade tem como foco contar histórias. As relações públicas também contam histórias geralmente institucionais, sem esquecer que o jornalismo também é feito de fatos cotidianos, histórias reais. São sempre narrativas de histórias que capturam a atenção e emocionam o ouvinte ou o leitor.
Assinale a alternativa que apresenta o nome desta técnica.
Alternativas
Q3171477 Comunicação Social
O texto publicitário, manifestado nos meios de comunicação impresso, tem três estruturas textuais básicas: uma que destaca o objeto do anúncio, o segundo que explica, dá informações a respeito do objeto e o terceiro que complementa e finaliza.
Assinale a alternativa que apresenta as três estruturas textuais básicas citadas.
Alternativas
Q3171476 Comunicação Social
Planejar a melhor forma de veicular um comercial de tv, rádio e internet ou anúncio impresso, de modo que atinja a quantidade adequada de público de interesse e com a intensidade necessária. Essa afirmação trata do:
Alternativas
Q3171475 Comunicação Social
O publicitário irá criar sua mensagem para divulgar determinado produto ou serviço baseado no briefing, em pesquisas e no processo de compra, considerando os quatro principais tipos de consumidores.
Assinale a alternativa que apresenta os quatro tipos principais de consumidores. 
Alternativas
Q3171474 Comunicação Social
O planejamento em publicidade e propaganda se divide em dois grandes níveis, sendo que cada um tem uma definição e reconhecimento próprios de sua importância, assim determinados: o ______ é um processo de definição e elaboração de estratégias e objetivos de longo prazo para uma campanha publicitária. O ______ é mais detalhado e focado no curto prazo. Ele transforma estratégias em ações concretas e diárias.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3171473 Comunicação Social
Conjunto de percepções, crenças, ideias, impressões que uma pessoa ou público determinado mantém em relação a uma marca, produto, serviço ou pessoa. Essa proposição constitui um importante conceito da publicidade e propaganda.
Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta este conceito. 
Alternativas
Q3171472 Comunicação Social
Analise a afirmativa abaixo: De modo geral, a agência de publicidade e propaganda oferece todo o suporte para a construção das ______ e da imagem do negócio, além de criar e fomentar ______ que são um conjunto de ações publicitárias de produtos, serviços e institucionais da organização, e planejar ______ que atraiam o público de interesse do cliente.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3171471 Comunicação Social
Dentro de uma agência de publicidade e propaganda, segundo os principais autores, existem seis áreas básicas, que se conectam, interagem para responder e satisfazer as necessidades dos clientes. São elas:
Alternativas
Respostas
11081: C
11082: C
11083: E
11084: D
11085: B
11086: B
11087: A
11088: D
11089: C
11090: B
11091: D
11092: C
11093: A
11094: A
11095: B
11096: D
11097: A
11098: B
11099: D
11100: A