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Para saúde
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Paciente de 38 anos, G1P1, chega ao ambulatório de ginecologia para avaliar resultado de exame citológico do colo uterino. O exame revela adenocarcinoma in situ de colo uterino.
Diante do achado, qual a melhor conduta?
Paciente de 30 anos, G2P2 (vaginais), assintomática, veio para avaliar exames preventivos para câncer de colo uterino. Realizou um DNA-HPV que não detectou formas virais.
Considerando o cenário acima, assinale a alternativa CORRETA.
Mulher de 42 anos, G2P2 (Vaginal e Cesariana), procurou o ambulatório com queixas de sangramento menstrual aumentado (duração e volume) e cólicas. Exame físico revela útero aumentado de volume assimetricamente com áreas endurecidas, a superfície se encontra irregular. O exame ecográfico mostra imagens hipoecoicas permeando o miométrio, maior delas de 4,0 x 4,0 cm e 5,5 x 5,0 cm. O eco endometrial é de 0,6 cm.
De acordo com o quadro acima, assinale a alternativa CORRETA.
Mulher de 20 anos procura o consultório do mastologista com resultado do exame anátomo-patológico de tumor retirado de mama direita há 15 dias. O laudo revela tumor de dois centímetros de diâmetro apresentando estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estroma celular.
Assinale a alternativa que corresponde ao possível diagnóstico.
Paciente de 50 anos procura o ambulatório com queixa de desconforto na mama esquerda há um mês. Sem antecedentes de câncer mamário na família. A primeira mamografia que realizou demonstrou massa espiculada, calcificações lineares e ramificações finas.
Considerando os achados do exame, qual a classificação?
Paciente 20 anos, G1P1(vaginal), procura ambulatório com quadro de amenorreia há quase seis meses. Apresenta sinais clínicos de anorexia e bulimia. Exame físico normal. A gravidez e o parto ocorreram sem intercorrências. Traz consigo beta HCG recente negativo. TSH, T4 livre e prolactina normais. USG endovaginal sem alterações.
De acordo com o quadro acima, assinale a alternativa que indica o mecanismo fisiopatológico adequado.
Analise o PBF e assinale a alternativa CORRETA que representa o valor final do exame, segundo os critérios clássicos de Manning.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta a ser adotada.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico e quantos valores encontram-se alterados.
Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia.
Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de intoxicação pelo magnésio.
Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de 80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e vitalidade fetal).
Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.
Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?
Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia referindo um achado ultrassonográfico de partículas ou material ecogênico (denso) suspenso no líquido amniótico, próximo ao orifício interno do colo do útero e mensuração do colo uterino de 3,0 cm. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.
Baseando-se nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
Analise a imagem abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto negativo. Nunca fez imunoglobulina anti-D nas gestações anteriores.
Após o nascimento, para prevenção do recém-nascido em uma próxima gestação, qual a melhor conduta CORRETA?
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar uma consequência do valor do MB do líquido amniótico?
Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), na 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Questionou-se sobre os partos anteriores: o 1º não sabe o motivo e idade gestacional exata, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, sem intercorrências no pré-natal; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar; os bebês entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana de urgência; não estava em trabalho de parto e ambos apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias e o outro só com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.050g/1.930g (2ª gestação)
Avaliando os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa CORRETA.