Questões de Concurso
Para saúde
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Texto para responder à questão.
As desigualdades socioeconômicas e estruturais constituem determinantes relevantes na análise da violência sexual. A articulação entre raça e gênero revela-se um eixo analítico indispensável na saúde coletiva e na saúde global, uma vez que mulheres não brancas vivenciam processos específicos de vulnerabilização quando essas dimensões se interseccionam.
A violência sexual é reconhecida internacionalmente como grave problema de saúde pública. Situá-la em perspectiva histórica amplia a compreensão de suas raízes estruturais e permite examinar como marcadores sociais de diferença — como raça e gênero — operam conjuntamente na produção de desigualdades. Essa abordagem possibilita compreender que a distribuição da violência não é aleatória, mas atravessada por processos históricos e sociais que estruturam oportunidades, exposições e riscos diferenciados.
Disponível em: <https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/%20article/view/1024/613>. Acesso em: 18 abr. 2026, com adaptações.

Disponível em: <https://opopular.com.br/opiniao/charges/mariosan-1.3391954>. Acesso em: 17 abr. 2026.
Na charge apresentada, o cartunista utiliza o humor como forma de
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.
Texto para responder à questão.
A cidade moderna construiu-se sob a promessa da ordem, da higiene e do progresso. Ruas limpas, espaços racionalmente organizados, circulação controlada de pessoas e mercadorias. Nesse projeto urbano, certos modos de vida tornaram-se um problema a ser removido do campo do visível. Modos de vida considerados incompatíveis com a cidade moderna foram progressivamente deslocados para fora do convívio social, e a loucura, associada ao perigo, à desrazão e à improdutividade, foi confinada em instituições especializadas. O que se anunciava como cuidado e proteção constituiu, na prática, uma política de segregação, sustentada por saberes científicos e dispositivos institucionais que autorizaram o afastamento da loucura da cidade.
A reforma psiquiátrica no Brasil emerge como tentativa histórica de ruptura com a lógica da cidade higienizada. Ao questionar o manicômio como instituição total e propor a construção de uma rede substitutiva de cuidado em liberdade, ela recoloca a cidade no centro do debate. Mais do que fechar hospitais psiquiátricos, a reforma produziu um movimento concreto de retorno à cidade, no qual ex-moradores de instituições totais passaram a reaprender a circular pelos espaços urbanos, a negociar a vida cotidiana e a habitar ruas, bairros e tempos comuns.
Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/residencias-terapeuticas-cidade-e-loucura/>. Acesso em: 17 abr. 2026, com adaptações.