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I- O abortamento tubário depende, em parte, do local de implantação; é comum na gravidez tubária ampular, enquanto a ruptura é comum na gravidez ístmica.
II- Quando a ruptura ocorre na posição da tuba uterina não coberta pelo peritônio, o Saco Gestacional (SG) pode se desenvolver entre os folhetos do ligamento largo, constituindo gravidez intraligamentar.
III- A implantação dentro do segmento tubário que penetra a parede uterina resulta em gravidez intersticial.
IV- A gravidez intersticial representa o maior percentual das gestações tubárias.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- A maior parte dos pólipos endometriais é diagnosticada pela ultrassonografia pélvica transvaginal. Outros exames que podem auxiliar no diagnóstico são a histeroscopia e a ressonância magnética.
II- O tratamento cirúrgico do pólipo endometrial consiste na polipectomia histeroscópica. Essa remoção cirúrgica objetiva tratar os sintomas e obter material para análise histológica.
III- O principal sintoma associado é o sangramento uterino anormal.
IV- O manejo de pólipos assintomáticos depende da probabilidade de malignidade em cada caso. Sugere-se a remoção de pólipos assintomáticos em mulheres que possuam fatores de risco para hiperplasia endometrial ou câncer de endométrio.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- Mulheres geneticamente predispostas, como as portadoras de alterações no tecido urogenital e história familiar de prolapso, têm maior chance de desenvolver algum distúrbio do assoalho pélvico, principalmente quando expostas a outros fatores de risco.
II- O parto vaginal constitui um fator de risco para prolapso, que se correlaciona com a paridade.
III- O aumento crônico da pressão intra-abdominal secundário a obesidade, constipação intestinal, tosse ou esforço repetitivo pode exercer papel relevante no desenvolvimento do prolapso.
IV- A história pregressa de cirurgia pélvica, especialmente histerectomia e cirurgias para correção de prolapso, também está associada a aumento no risco de prolapso subsequente.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- Os métodos comportamentais de contracepção, também chamados de métodos naturais, têm como base a ciclicidade dos hormônios ovarianos durante o ciclo menstrual.
II- Os métodos naturais não possuem praticamente contraindicação absoluta, podendo ser usados por quase todos os casais, porém não é aconselhável o seu uso por mulheres com doenças crônicas.
III- É considerada como desvantagem do uso de métodos naturais, a necessidade de uma rigorosa observação dos sinais orgânicos e da capacidade do casal de abstenção sexual por um período prolongado.
IV- São considerados tipos de métodos comportamentais: coito interrompido, uso da tabela e uso do codom masculino e feminino.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- Os miomas paridos devem-se a miomas pediculados serosos, que se separam do útero, mas conseguem nutrição sanguínea secundária por meio de estruturas subjacentes, como bexiga, omento, cólon.
II- Os miomas Intramurais são mais frequentes, localizam-se na camada miometrial e podem abaular a superfície externa ou a cavidade uterina.
III- Os miomas subserosos são tumores originados no miométrio que migram para a superfície externa do útero. Podem ser sésseis ou pediculados.
IV- Os miomas Submucosos estão localizados na camada interna do miométrio com projeção para a cavidade endometrial. Podem ser sésseis ou pediculados.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- A dismenorreia primária geralmente ocorre algumas horas antes ou logo após o início da menstruação, podendo durar de 48 a 72 horas. Somente ocorre em ciclos ovulatórios, iniciandose, portanto, cerca de 1 a 2 anos após a menarca.
II- A dismenorreia secundária pode ser causada por várias patologias pélvicas. A causa mais comum dessa dismenorreia é a endometriose, seguida pela adenomiose.
III- A dismenorreia membranácea é de ocorrência rara e caracteriza-se por cólica intensa em razão da passagem de um “bloco” de endométrio através de um colo dilatado.
IV- Por ser determinada por doenças pélvicas, a dismenorreia secundária não depende da ocorrência de ciclos ovulatórios.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- O exame pélvico é realizado com a paciente em decúbito dorsal e com os pés ou joelhos apoiados em perneiras (posição de litotomia).
II- Deve-se esperar semelhanças na avaliação dos esfregaços coletados do resíduo vaginal e secreção endocervical, em decorrência das características fisiológicas da vagina e endocérvice não sofrerem alterações fisiológicas no decorrer do ciclo vaginal.
III- O exame especular permite a visualização das paredes vaginais e o colo uterino, possibilitando a coleta de material para exames. Alguns dos modelos de especulo utilizados são os de Collins e o de Graves.
IV- O modelo de Collins facilita o exame de pacientes que apresentam um colo muito posterior.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
São fatores de risco para o câncer da vagina, EXCETO:
Considerando o contexto do estadiamento do câncer de vulva, analise o enunciado a seguir:
“Tumor de qualquer tamanho, com ou sem extensão para estruturas perineais adjacentes (1/3 inferior de uretra, 1/3 inferior da vagina, ânus) com metástases linfonodais”.
O estadio definido acima é classificado CORRETAMENTE como:
Sobre a endometriose, analise as sentenças a seguir:
I- O tecido endometrial ectópico é encontrado com maior frequência na pelve e acomete, em ordem decrescente de prevalência, os ligamentos uterossacros, os ovários, a escavação retouterina, a escavação vesicouterina, os ligamentos largos, a serosa uterina e as tubas.
II- Geralmente, o diagnóstico de endometriose é confirmado entre a 3a e a 4a décadas de vida. Porém, a doença tem seu início, frequentemente, na adolescência.
III- São considerados fatores predisponentes: a menarca precoce, as malformações uterinas e a estenose do ósteo do colo uterino.
IV- Métodos de imagem são importantes e entre os disponíveis pode-se citar a ressonância magnética ou a ultrassonografia transvaginal. A laparoscopia deve ser indicada quando houver dúvida diagnóstica ou para o tratamento cirúrgico.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- A pré-menopausa corresponde ao período entre o final da menacme e a menopausa. É mais abrangente. Fisiologicamente se inicia com a redução da síntese da inibina pelas células da granulosa do folículo ovariano.
II- É o período, em geral de 3 a 5 anos, que precede a última menstruação e no qual ocorrem alterações menstruais características.
III- A mudança dos ciclos que antecedem a menopausa é marcada por níveis elevados do FSH e diminuição da inibina, porém os hormônios luteinizantes permanecem em concentrações normais, e os níveis de estradiol, levemente aumentados.
IV- Em razão dessa variabilidade, é prudente recomendar o uso de contracepção enquanto o estado menopausal não for confirmado, ou seja, após oito meses da última menstruação.
Analisadas as sentenças estão CORRETAS apenas: