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Infecção causada por bactérias anaeróbias grampositivas, filamentosas e ramificadas. Na região cervico -facial, o microrganismo penetra no tecido através de uma área de trauma prévio. A infecção não se dissemina ao longo dos planos fasciais e geralmente não respeita as rotas normais dos vasos linfáticos e sanguíneos.
A descrição clássica é de uma área endurecida de fibrose, com aspecto “lenhoso”, que ao final forma uma área central mais macia de abscesso. A infecção pode se estender para a superfície, formando um trajeto fistuloso.
O texto refere-se à infecção
Paciente de 37 anos, sexo masculino, com AIDS, apresenta placa branca não destacável na superfície lateral da língua.
Sabendo que se tratr de uma lesão causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr (EBV), um diagnóstico plausível para esse caso clínico é
Paciente de 65 anos, sexo feminino, queixa-se de dor na mucosa jugal direita e na gengiva vestibular dos dentes inferiores direitos. Ao exame clínico, são observadas vesículas de 1 a 4 mm, e áreas de ulcerações rasas nos tecidos afetados.
Sabendo que se trata de uma infecção viral, causada pelo HHV-3, um diagnóstico plausível para esse caso clínico é
Doença caracterizada por pólipos intestinais, assim como várias anormalidades ósseas, na pele, nos tecidos •moles e em outras localizações. Mais de 90% dos pacientes com essa síndrome demonstram anomalias esqueléticas, sendo os osteomas as mais comuns delas. Os osteomas usualmente são notados na puberdade e podem se tornar evidentes antes dos pólipos intestinais. As áreas mais comumente envolvidas com os osteomas são o crânio, seios paranasais e a mandíbula. As lesões mandibulares ocorrem na região do ângulo da mandíbula e são associadas à proeminente deformidade facial.
A descrição refere-se à síndrome de
Paciente de 72 anos, sexo feminino, relata um aumento de volume indolor, de crescimento lento, com 1 cm de diâmetro no lábio superior. A mucosa que o recobre tem coloração azulada e apresenta-se discretamente flutuante à palpação. O padrão microscópico dessa neoplasia benigna é de natureza monomórfica.
Uma hipótese de diagnóstico plausível para esse caso clínico é de
Tumor maligno de alto grau composto por células epiteliais ductiformes e células mioepiteliais em vários padrões. Tipicamente exibe pouca atipia celular e apenas raras figuras mitóticas. O palato é a localização mais comum quando acomete as glândulas salivares menores. Histomorfológicamente, três padrões básicos foram identificados: tubular, cribiforme e sólido.
A descrição refere-se ao
Paciente de 8 anos, sexo feminino, apresenta uma lesão exofítica, séssil, rósea, bem delimitada (1 cm de diâmetro), indolor, com projeções superficiais, na região de mucosa labial superior.
Sabendo se tratar de uma lesão induzida pelo HPV 6 e 11, assinale a alternativa que apresenta uma hipótese de diagnóstico compatível com o caso clínico descrito.
Paciente de 28 anos, sexo masculino, relata estar fazendo tratamento para infecção urinária. Apresenta discreta área de pigmentação, medindo aproximadamente 5 mm de diâmetro na região anterior do palato duro. Os estudos imuno-histoquímicos mostram reatividade para as proteínas S-100, HMB-45 e MART-1.
Uma hipótese de diagnóstico compatível para o caso clínico descrito é
A fibrose oral submucosa é uma condição potencialmente maligna de alto risco, caracterizada por cicatrização crônica, progressiva da mucosa bucal.
Com relação à fibrose oral submucosa, é correto afirmar:
Paciente de 70 anos, sexo masculino, apresenta uma mancha assintomática bem delimitada, eritematosa de consistência macia e textura aveludada, no assoalho bucal. O exame histopatológico aponta aumento da proporção núcleo/citoplasma, pleomorfismo nuclear, mitoses atípicas e perda da organização celular.
Uma hipótese de diagnóstico compatível com o caso clínico descrito é de
Embora a leucoplasia não constitua um diagnóstico histopatológico específico, considera-se uma lesão potencialmente maligna. Lesões únicas podem ter aparência clínica variada e tendem a mudar ao longo do tempo.
Assinale a alternativa que contém a ordem de progressão correta das alterações das aparências clínicas da leucoplasia, ao longo do tempo.
A quimioterapia, apesar de seus benefícios para as pacientes em tratamento contra o câncer de mama, traz uma série de efeitos colaterais. Um desses efeitos, segundo Soares, In: Santos e De Lúcia (2016), é a disfunção cognitiva, denominada também como chemo brain ou chemo fog.
Essa disfunção cognitiva
Como enfatizam Santos e Mancini, In: Santos e De Lúcia (2016), existe uma relação muito particular entre sintomas depressivos e dolorosos, especialmente em pacientes que padecem de doenças graves, tais como o câncer.
Estudos relacionados ao tema demonstram que
Aguiar, In: Mazorra e Tinoco (2005), compilou as contribuições de diversos autores que formularam orientações no sentido de favorecer a abordagem de crianças em fase final de vida, com o propósito de ajudá-las a expressarem suas fantasias, diluindo seus temores.
Um dos pontos destacados por essa autora é o de
João e Miguel, ambos com oito anos, foram diagnosticados com câncer há um ano, e se tornaram amigos durante os vários meses que permaneceram internados para tratamento na mesma enfermaria. Em função do agravamento de sua condição, Miguel faleceu, e João ficou muito abalado.
Torlai, In: Mazorra e Tinoco (2005), enfatiza que a melhor maneira de possibilitar que João elabore o luto pelo falecimento de Miguel é
A Resolução No 005/2007, do Conselho Regional de Psicologia da 8a Região, estabelece as normas para preenchimento de prontuários pelos psicólogos dos serviços de saúde.
De acordo com essa Resolução,
Kovács (2003) discute as implicações de se manter tratamentos invasivos em pacientes sem possibilidade de recuperação, situação que condena essas pessoas a uma morte lenta, ansiosa e sofrida.
Essa atitude, como destaca a autora, é conhecida como