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( ) Valor presente, taxa de desconto e equivalência de fuxos de caixa são conceitos absolutamente interligados.
( ) Denomina-se valor presente de um fuxo de caixa o valor monetário do ponto zero da escala de tempo, que é equivalente à soma de suas parcelas futuras, descontadas para o ponto zero, com uma determinada taxa de juros.
( ) No Modelo Price o valor das prestações são constantes, os juros crescentes e a amortizações decrescente.
( ) No Sistema de Amortizações Constantes (SAC) os juros são crescentes.
Marque a opção CORRETA, na ordem de cima para baixo:

Assinale a opção CORRETA, de cima para baixo.

São técnicas de planejamento, EXCETO:

Assinale a alternativa que NÃO representa uma dessas forças.
I - Administração sistêmica é o processo administrativo de reunir ou combinar todas as partes integrantes de um sistema global para alcançar determinados objetivos.
II - Na administração sistêmica, as partes têm prevalência sobre o todo, pois devem estar intimamente relacionadas entre si, por meio de suas respectivas entradas e saídas, visando ao objetivo maior do sistema.
III - A administração sistêmica procura fazer com que todos os órgãos da empresa trabalhem em conjunto para obter efeitos de sinergia.
Baseando-se na análise das afirmativas, assinale a opção CORRETA:
É CORRETO afrmar que a probabilidade de não haver vencedores é de
Então, é CORRETO afirmar que, com os mesmos 30 metros de tecido, é possível fabricar:
É CORRETO afirmar que
Considerando essas informações, é CORRETO afirmar que o preço da caixa de jabuticaba é

You leave the supermarket and go straight to Heathrow to meet an old friend of yours. But at the entrance, you find the above sign which means you _____ enter.

You are in London for the f rst time. You go to a supermarket because you want to buy some fresh vegetables. You f nd the sign above near the till.
So you conclude that you can:
Contra a maré
Cartunistas avaliam charge de João Montanaro,
na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.
João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da
charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então,
viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em
meio ao mar que avançava.
“Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.
Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da
xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções
que ele enviou à Folha para aprovação e publicação.
“Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não
entenderam a charge.”
Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz
estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não
era fazer uma piada.”
O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada,
defende Montanaro.
“É um desenho superimparcial. É inocente como o
ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a
tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta
dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos
críticos”.
Para o artista Allan Sieber, que também publica na
Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da
ilustração valeu a pena”.
O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra
dos Gibis” (Companhia das Letras), afrma que quem
perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores
que se manifestaram contra.
“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto.
É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas
coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.”
Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro
foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.
O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal
“Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo
de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O
jornal se retratou.
“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me
incomodado, consigo entender por que alguns leitores
se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editor-
chefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu
reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”
Outra razão apontada para a má recepção é o
desconhecimento do desenho original.
“Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas
não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de
Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”
Há também a possibilidade de o leitor não estar
acostumado ao gênero da charge.
“As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres,
mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o
quadrinista Mauricio de Sousa.
O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade
Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda.
“Quem está acostumado entende melhor desenhos
como o de Montanaro. Outros veem as charges como
necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”
Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores
da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas
constroem uma imagem de irreverentes, de livres
criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo
comunicador tem de antecipar a reação do público e
medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.
Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do
Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de
fazer críticas”.
DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.
Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?
(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)
Sobre a composição do texto III, é INCORRETO afirmar que:
I. O alinhamento estratégico de TI é bidirecional, ou seja, tanto é influenciado pela estratégia de negócio quanto pode influenciá-la.
II. O Balanced Scorecard (BSC) permite o alinhamento das iniciativas de TI (projetos, ações e serviços) aos objetivos estratégicos do negócio nas perspectivas financeira, do cliente, dos processos internos e de aprendizado e crescimento.
III. O Mapa Estratégico é uma representação visual das relações de causa e efeito entre os objetivos estratégicos nas quatro perspectivas do Balanced (BSC).
Marque a alternativa CORRETA:

