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          Segundo o economista francês Thomas Piketty, autor do best-seller O Capital no Século XXI, “A combinação de inflação mínima e grandes superávits primários — ou seja, de arrecadação de impostos em valor superior ao dos gastos públicos — durante décadas pode funcionar, mas leva um longo tempo. Essa estratégia não foi adotada pela Alemanha e pela França — felizmente — após a Segunda Guerra Mundial, quando tinham uma dívida pública maior do que a atual dívida da Grécia. Recorreu-se, nesses casos, à inflação e a medidas excepcionais, mas também se recorreu à reestruturação da dívida, e toda a dívida da Alemanha foi anulada em 1953. É incrível que hoje digam à Espanha e à Grécia que a única solução é devolver até o último euro, quando se sabe que isso não vai funcionar”.


                                                                        Internet:<exame.abril.com.br>  (com adaptações)


    Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o  item  a seguir.


    Este ano, o governo grego exigiu da Alemanha o pagamento de 279 bilhões de euros como reparação pela ocupação nazista da Grécia durante a Segunda Guerra Mundial. No atual contexto de crise econômica, sendo a Alemanha uma das principais credoras da Grécia e país-sede do Banco Central Europeu, tal exigência se coloca como uma arma retórica frente à opinião pública, com a intenção de forçar uma situação na qual moralmente ninguém possa exigir do governo grego o pagamento de suas dívidas, já que ninguém espera que tal valor seja de fato repassado à Grécia.

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