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    1 questão encontrada
    01
    Q438381
    Ano: 2013
    Banca: VUNESP
    Órgão: FUNDAÇÃO CASA
    Leia o texto para responder a questão.


                                                           

                    Diálogo e tolerância são essenciais para lidar com vizinhos barulhentos
                                                                                                 Katia Abreu. Do UOL, em São Paulo.

           A não ser que você more num sítio, com um vasto quintal envolvendo seu terreno, o contato com
    vizinhos é inevitável. Na cidade, seja vivendo em uma casa ou em um apartamento, a presença do outro é constante e os ruídos produzidos por ele, muitas vezes, são um problema.
         “É preciso pensar que o inferno que causo para o meu vizinho hoje pode ser causado a mim amanhã” , diz o advogado Michel Rosenthal Wagner. “Mais do que o bom senso, temos que ter cuidado. Precisamos nos preocupar com o barulho que estamos produzindo, seja com uma construção ou com o liquidificador”, afirma.
          Seja o barulho de um animal de estimação ou de uma festa, os especialistas recomendam que sempre se busque o diálogo para tentar resolver a situação. Por mais estressante que sejam as  circunstâncias, é preciso ter calma e respirar fundo antes de perder a cabeça e comprar uma briga com alguém com quem você  será obrigado a conviver por um bom tempo. 
         Em situações como festas e obras, a simples preocupação de informar seus vizinhos previamente e pedir desculpas pelo  incômodo pode prevenir um conflito. Se o morador ao lado teve essa preocupação com o seu bem-estar, cabe a você tentar exercer a tolerância com os ruídos. “Às vezes o barulho incomoda, mas  você tolera porque a pessoa se preocupou em avisar, em gerar  uma relação mais harmoniosa”, diz Lúcia.

                                            (http://mulher.uol.com.br/comportamento/notícias/redacao/2013/05/vizinhos-barulh...Acessado em 27.05.2013)






    Quanto ao sentido, a frase do 2º parágrafo – “É preciso pensar que o inferno que causo para o meu vizinho hoje pode ser causado a mim amanhã.” – aproxima-se de um destes dizeres:

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