Questões de Concurso Público Prefeitura de Jardinópolis - SP 2026 para Professor PEB II - Língua Portuguesa
Foram encontradas 50 questões
Observe a postagem para responder às questões 40 e 41:
Ela não tinha diploma. Não lia artigos científicos. Mas sabia exatamente o que fazer quando você chegava com febre, com tosse ou com o estômago virado depois da lasanha de domingo.
A nonna tinha uma solução para tudo. E a maioria delas, descobrimos agora, funcionava de verdade.

(Italianismo. Disponível em:
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Quando, / sobre o abismo da morte, /o poeta escreve terra... (3ª estrofe)
Com raiva, / o poeta inicia a escrita / como um rio desflorando o chão. (5ª estrofe)
Nos contextos em que se encontram, essas expressões produzem relações de sentido, correta e respectivamente, de
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Leia o poema “O poeta”, de Mia Couto, para responder à questão:
O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.
A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.
Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.
Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.
Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.
O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.
Escreve,
talvez, apenas enquanto dorme.
(Poemas escolhidos, 2016)
Nesse sentido, aspectos sistemáticos da predicação poderão ser discutidos a partir das estruturas dos versos – “A palavra / torna o poeta / pequeno e sem invenção” e “Cada palavra é um vidro”, identificando- -se estruturas similares, respectivamente, em: