Questões de Concurso Público Hospital Sírio Libanês 2026 para Residência Médica - Pré-Requisito em Clínica Médica
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Mulher de 26 anos queixa-se de facilidade para apresentar equimoses e refere quadro de menorragia. A palpação do baço não revela anormalidades e não há linfadenopatias. Exames séricos: hemácias: 5.106.000/mm3; hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 8.120/mm3; plaquetas: 42.000/mm3; tempo de protrombina: 12 segundos (normal); tempo de tromboplastina parcial ativada: 30 segundos (normal); tempo de sangramento: 11 minutos (prolongado). Um painel de exames, consistindo em função renal, perfil hepático, hormônios da tireoide, anticorpo antinúcleo, complemento, sorologias infecciosas e urina tipo 1, são negativos ou normais.
Considerando as informações apresentadas, qual o autoanticorpo que, provavelmente, é responsável pela condição atual da paciente?
Mulher de 49 anos é levada ao serviço de emergência pelo marido porque, nas últimas semanas, tem permanecido em posições estranhas pela casa por horas consecutivas. No episódio mais recente, a paciente ficou em pé junto à janela com ambas as mãos sobre os olhos e uma das pernas levantada e apoiada em uma cadeira em um ângulo de 90 graus. Ela manteve essa posição desconfortável por mais de 3 horas. Apresenta resposta verbal mínima ao que o marido diz e, às vezes, parece estar em estado de estupor. Ela possui um transtorno mental maior que vem sendo tratado com haloperidol por um psiquiatra nos últimos 10 anos.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico provável, em acréscimo ao que ela já vem tratando.
Homem de 42 anos comparece à UBS trazido pela equipe de vigilância epidemiológica por ser contato domiciliar prolongado de seu irmão, que foi diagnosticado e tratado para hanseníase multibacilar há dois anos. À anamnese, o paciente nega sintomas constitucionais, dores neurais espontâneas ou perda de força nas extremidades. Ao exame físico dermatoneurológico detalhado, observa-se uma única mancha hipocrômica mal definida de 3 cm de diâmetro na região posterior do antebraço direito. O teste de sensibilidade térmica na lesão revela-se duvidoso, enquanto as sensibilidades tátil e dolorosa estão preservadas. Não há espessamento palpável ou dor nos troncos nervosos periféricos avaliados (ulnar, mediano, radial, fibular comum e tibial posterior), e a força muscular global encontra-se preservada.
Com base nas normas vigentes do Ministério da Saúde para o diagnóstico, classificação operacional e conduta epidemiológica da hanseníase, é correto afirmar:
Homem de 66 anos é atendido com o relato de prurido, hipocolia fecal e fadiga. Ele recebeu recentemente o diagnóstico de linfoma folicular. O exame físico revela icterícia de escleras/conjuntivas. Os exames laboratoriais demonstram hemoglobina de 9,8 g/dL.
Diante do exposto, considerando o diagnóstico de base, qual exame, provavelmente, está alterado?
Homem de 67 anos evolui com quadro de herpes-zoster extenso e doloroso no hemicorpo direito. Ao exame físico: há linfadenopatia generalizada, com linfonodomegalias cervicais e axilares bilaterais proeminentes, além de hepatosplenomegalia. O hemograma e o esfregaço de sangue periférico evidenciam leucocitose com linfocitose absoluta, à custa de linfócitos de aspecto maduro/habitual. A análise por citometria de fluxo demonstra uma porcentagem anormalmente elevada de células coexpressando CD5+ e CD19+.
Nesse caso, o diagnóstico de base provável é
Mulher de 29 anos é atendida em consulta de rotina para aconselhamento pré-concepcional, já que planeja constituir família muito em breve. Ela tem história de cardiopatia reumática, mas nega quaisquer sintomas cardíacos e diz caminhar três vezes por semana como exercício. A única medicação em uso é uma injeção mensal de penicilina benzatina. Ao exame físico: pressão arterial: 138 x 84 mmHg; frequência cardíaca: 60 bpm; SatO2 em ar ambiente: 98%; não há turgência jugular; pulmões estão limpos à ausculta; cardíaco: ritmo regular, com B1 suave; nenhum sopro é auscultado; não há edema de membros inferiores. Eletrocardiograma: ritmo sinusal. Ecocardiograma transtorácico: fração de ejeção de ventrículo esquerdo de 65%; há aumento do átrio esquerdo; os folhetos da valva mitral (VM) estão espessados, com fusão comissural; não há calcificação ou espessamento subvalvar; o tempo de meia-pressão (pressure half-time) da VM é de 170 ms.
Nesse momento, a melhor recomendação para essa paciente é
Homem de 62 anos, com antecedentes de hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2, tabagismo e câncer de próstata, comparece para avaliação de risco cirúrgico cardiovascular perioperatório antes da realização de prostatectomia. O paciente tem boa capacidade funcional, sendo capaz de caminhar em terreno plano sem sintomas limitantes e subir dois lances de escada sem apresentar angina. Ao exame físico: frequência cardíaca: 80 bpm; pressão arterial: 145 x 90 mmHg; SatO2 em ar ambiente: 98%; ausculta cardíaca: ritmo regular, com sopro sistólico de pico tardio (intensidade 2/6) em bordo esternal superior direito e hipofonese de segunda bulha (A2); pulmonar: murmúrio vesicular diminuído bilateralmente, sem estertores; abdome normal; extremidades sem edema, com pulsos tibiais posteriores palpáveis. Eletrocardiograma: ritmo sinusal; critérios para hipertrofia ventricular esquerda. Tomografia de tórax realizada recentemente evidencia calcificação coronariana moderada e calcificação da valva aórtica.
Nesse caso, além do estímulo à cessação do tabagismo, constitui recomendação apropriada:
Mulher de 32 anos, previamente hígida, procura atendimento com quadro de tosse de duas semanas de evolução, além de dor e sensação de pressão sinusal. Ela relata ter apresentado odinofagia há uma semana. A tosse inicialmente era seca (não produtiva), mas atualmente apresenta pequena quantidade de escarro amarelado. Nega contato com pessoas doentes ou viagens recentes. Ela trabalha no aviário do zoológico, cuidando de araras, papagaios e periquitos. Ao exame físico: temperatura: 37,8 °C; ausculta pulmonar com estertores crepitantes esparsos em base pulmonar esquerda. A radiografia de tórax revelou áreas esparsas de consolidação no lobo inferior esquerdo. A coloração de Gram e a cultura bacteriana de rotina do escarro em meios ágar sangue, ágar chocolate e ágar MacConkey foram negativas para micro-organismos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o antimicrobiano de escolha para o agente causador dessa infecção é
Mulher de 37 anos procura atendimento médico em um serviço de pronto atendimento. Na última semana, refere que desenvolveu dor abdominal e notou icterícia, acompanhada de fadiga e mal-estar geral. O histórico médico inclui diagnóstico de tireoidite de Hashimoto, em uso de terapia de reposição hormonal. Seus sinais vitais revelam temperatura de 37 ºC, frequência cardíaca de 74 bpm e pressão arterial de 101 x 67 mmHg. O exame físico evidencia hepatomegalia leve e comprova icterícia de escleras. Os exames laboratoriais demonstram: ALT (TGP): 430 U/L; AST (TGO): 389 U/L, bilirrubina total de 6,7 mg/dL e bilirrubina direta de 3,3 mg/dL; IgG sérica: 2.630 mg/dL (normal: até 1.600); sorologias virais: negativas. A paciente nega etilismo ou uso de drogas ilícitas.
Diante das informações apresentadas, o diagnóstico provável é
Homem de 58 anos de idade é admitido na sala de emergência queixando-se de dor torácica intensa, de início súbito, com forte irradiação para a região interescapular. Ao exame físico: apresenta-se sudoreico, pálido e intensamente ansioso; pressão arterial: 220 x 130 mmHg no membro superior direito e 190 x 110 mmHg no membro superior esquerdo; frequência cardíaca: 118 bpm. O eletrocardiograma demonstra taquicardia sinusal e critérios de voltagem para hipertrofia ventricular esquerda, sem alterações isquêmicas agudas. A radiografia de tórax no leito evidencia alargamento do mediastino.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Homem de 66 anos refere episódios esporádicos de palpitações taquicárdicas associadas a cansaço moderado, com duração de 2 a 4 horas, iniciados há três semanas. Ele tem hipertensão arterial e insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (FEVE: 55%), sem valvopatia, ambas as patologias compensadas clinicamente. Nega histórico de arritmias, etilismo ou tabagismo. Hemograma completo, coagulograma, hormônios da tireoide, glicemia, função renal, eletrólitos e perfil hepático estão todos normais. Ao exame físico: apresenta-se confortável, eupneico; pressão arterial: 130 x 80 mmHg; cardíaco: bulhas arrítmicas, sem sopros; pulmonar normal; extremidades sem edema. O eletrocardiograma, realizado no momento da consulta, revela fibrilação atrial com resposta ventricular variando entre 90 e 100 batimentos por minuto, sem alterações isquêmicas agudas.
Nesse cenário, é correto afirmar:
Homem de 49 anos, com diagnóstico conhecido de diabetes tipo 2, apresenta sedimento urinário ativo em um rastreamento de rotina no consultório. Ele toma sitagliptina e metformina. Exames séricos: creatinina: 1,58 mg/dL; albumina sérica: 3,2 g/dL; proteína C reativa: 5 mg/L (normal <10); sorologia para hepatite C: positiva; anticorpos antinucleares: negativos; complemento C3: 62 mg/dL (normal: 65 a 190); complemento C4: 5 mg/dL (normal: 15 a 50). O exame de urina mostra: sangue 2+; proteína 2+; leucócitos e nitrito: negativos. Biópsia renal: padrão membranoproliferativo, com marcação positiva para IgG e C3; depósitos na parede capilar e no mesângio.
Nesse paciente, qual condição, se presente, constitui uma indicação para imunossupressão?
Mulher de 30 anos dá entrada no serviço de emergência com história de sangramento vaginal leve e dor abdominal há uma semana. A data da última menstruação foi há aproximadamente 7 semanas. Ela supôs que estivesse menstruada, mas as cólicas estão mais intensas do que o habitual. Ao exame físico: temperatura: 36,9 °C; frequência cardíaca: 120 bpm; há dor à palpação do quadrante inferior direito do abdome. O ultrassom mostra útero vazio e uma massa anexial direita. O exame de hCG urinário é positivo e os resultados de beta-hCG sérico estão pendentes.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o patógeno que essa paciente, provavelmente, já foi infectada no passado:
Mulher de 54 anos refere uma lesão cutânea dolorosa, eritematosa e com rápido crescimento em membro inferior esquerdo, nas últimas 36 horas, além de calafrios, prostração e episódios de náuseas. Ela tem diabetes mellitus tipo 2 mal controlado e obesidade grau II (IMC: 36 kg/m2). Ao exame físico: pressão arterial: 102 x 66 mmHg (PAM: 76 mmHg); frequência cardíaca: 112 bpm; frequência respiratória: 22 irpm; temperatura: 38,4 ºC; SatO2 em ar ambiente: 95%; cardiopulmonar: sem alteração relevante; membro inferior esquerdo: extensa área de eritema, calor, edema e presença de múltiplas bolhas hemáticas, associada à dor desproporcional aos achados locais e crepitação sutil à palpação profunda. Glicemia capilar: 210 mg/dL.
De acordo com as diretrizes de sepse (Surviving Sepsis Campaign de 2026), é correto afirmar:
Mulher de 20 anos apresenta-se para avaliação de hirsutismo importante para a paciente. Refere telarca aos 11 anos e menarca aos 15 anos. Ela descreve sangramento mensal, com o menor intervalo entre as menstruações de 20 dias, com cerca de 16 menstruações por ano. A paciente está frustrada com o aumento do crescimento de pelos em seu mento e abdome, que notou pela primeira vez aos 13 anos. O crescimento dos pelos tem piorado gradualmente. Ela relata que seu peso tem se mantido estável. Ao exame físico: IMC: 35,0 kg/m²; pressão arterial: 118 x 76 mmHg; há uma quantidade aumentada de pelos terminais grossos no lábio superior, mento, pescoço, abdome e dorso; o escore de Ferriman-Gallwey modificado é de 10; não há clitoromegalia, voz grave ou acantose nigricans. Exames séricos atuais: FSH: 5,0 mUI/mL (normal: 2,0 a 12,0); estradiol: 45 pg/mL (normal: 10 a 180); testosterona: 35 ng/dL (normal: 8 a 60); TSH: 3,0 mUI/L(normal: 0.5 a 5,0); hemoglobina A1c: 5,0%; prolactina:7 ng/mL (normal: 4 a 30).
Considerando os dados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente o exame adicional necessário para confirmar a principal hipótese diagnóstica dessa paciente.
Mulher de 47 anos apresenta-se com história de perda ponderal (7 kg nas últimas semanas), dor abdominal e diarreia aquosa há um mês. Ela relata episódios frequentes de tenesmo e notou hematoquezia recentemente. Ela tem diagnóstico prévio de infecção pelo HIV, mas atualmente está sem acompanhamento médico ou uso de terapia antirretroviral. A contagem de linfócitos CD4 é de 38 células/mm3. A colonoscopia revela inflamação da mucosa colônica, com presença de úlceras e erosões. A biópsia enviada para exame histopatológico demonstra células aumentadas de tamanho com inclusões intranucleares basofílicas e excêntricas (aspecto em “olho de coruja”).
Nesse contexto, o tratamento de escolha é com
Mulher de 25 anos, com miocardiopatia dilatada não isquêmica e fração de ejeção de 20%, apresenta-se ao departamento de emergência com disúria, nos últimos 3 dias, além de vômitos e calafrios nas últimas 24 horas. Ao exame físico: ela está sonolenta e prostrada; temperatura: 39,6 ºC; frequência cardíaca: 160 bpm; pressão arterial: 80 x 60 mmHg, frequência respiratória: 30 irpm; SatO2 em ar ambiente: 96%; a pressão venosa jugular está plana; pulmões estão limpos; cardíaco: ritmo regular e taquicárdico, sem sopros; extremidades: aquecidas, sem edema. Exames séricos: leucometria de 20.000/mm³; bicarbonato: 14 mEq/L; creatinina: 1,6 mg/dL. Hemoculturas e urocultura foram coletadas. Ela recebe piperacilina-tazobactam e vancomicina. O cateter de artéria pulmonar é inserido e mostra: pressão de átrio direito (AD): 2 mmHg; pressão de artéria pulmonar (AP): 16 x 8 mmHg; pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP): 5 mmHg; índice cardíaco (IC): 3,5 L/min/m2. Ela recebe 2 L de ringer lactato, nas 3 horas subsequentes, mas sua frequência cardíaca permanece em 160 bpm e a pressão arterial permanece em 80 x 60 mmHg. A repetição das medidas hemodinâmicas mostra AD de 4 mmHg, AP de 20 x 8 mmHg, POAP de 7 mmHg e IC de 3,4 L/min/m2. Baseado no perfil do caso, a equipe médica não deseja usar noradrenalina.
Nessa circunstância, é correto afirmar que a medicação apropriada a ser iniciada é
Homem de 40 anos, sem problemas médicos prévios, é encaminhado para avaliação de dispneia aos esforços. Ele relata que gosta de praticar exercícios e corre aproximadamente 1,6 a 3,2 km em dias alternados. Todavia, ao longo do ano anterior, ele notou que seu ritmo diminuiu devido à dispneia e ocasionalmente precisa parar para recuperar o fôlego. Nega dispneia com atividades menos vigorosas. Não há ganho de peso, edema, ortopneia, etilismo ou tabagismo. Ele foi adotado e não conhece sua história familiar. Ao exame físico: frequência cardíaca: 70 bpm; pressão arterial: 118 x 70 mmHg; SatO2: 98%; não há sopros ou galopes ao exame cardíaco; pulmões limpos; o restante do exame não é contributivo. Eletrocardiograma: ritmo sinusal normal com hipertrofia ventricular esquerda. Exames séricos: hemograma completo e eletrólitos normais; creatinina: 1,6 mg/dL. O exame de urina é positivo para proteinúria. Ecocardiograma transtorácico: função de ventrículo esquerdo (VE) normal, com aumento moderado concêntrico da espessura da parede de VE (1,6 cm); as velocidades diastólicas precoces (e’) ao Doppler tecidual do anel mitral septal e lateral são ambas de 6 cm/s; ambos os átrios estão moderadamente dilatados; não há valvopatia significativa.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui a próxima conduta apropriada:
Homem de 55 anos é atendido em consulta de retorno com queixa de dor óssea que começou há algumas semanas. Ele é um paciente que faz hemodiálise crônica. Todavia, há 6 meses, a fim de controlar melhor sua hipertensão e sobrecarga de volume, ele foi transferido da hemodiálise três vezes por semana para hemodiálise noturna longa, cinco vezes por semana. Ele se exercita regularmente, no entanto, não tem conseguido fazê-lo ultimamente devido à dor óssea. Exames séricos (antes de uma sessão de diálise): cálcio corrigido: 8,4 mg/dL (normal: 8,8 a 10,4); fósforo: 1,55 mg/dL (normal: 2,48 a 4,50); paratormônio: 8,2 pmol/L (normal: 0,9 a 5,4); 25-OH-colecalciferol sérico: 39,8 ng/mL (normal: > 20).
De acordo com as informações apresentadas, qual é a causa provável de dores desse paciente?
Homem de 34 anos, trabalhador rural residente em uma região produtora de grãos no interior do Estado de São Paulo, procura o serviço de emergência com quadro de quatro dias de febre alta, náuseas, calafrios, cefaleia e dor abdominal difusa. Nas últimas seis horas, evolui com tosse seca e dispneia progressiva rapidamente evolutiva. Ao exame físico: taquipneico, cianótico, hipotenso e hipoxêmico, necessitando de intubação orotraqueal. Os exames séricos iniciais revelam leucocitose importante (24.500/mm3) com desvio à esquerda escalonado; presença de linfócitos reativos (imunoblastos) correspondendo a 14% da série linfoide; plaquetas: 32.000/mm3; hematócrito: 54%; creatinina: 1,9 mg/dL; desidrogenase lática: 780 U/L (normal: até 240); albumina sérica: 2,4 g/dL. A radiografia de tórax evidencia infiltrado interstício-alveolar bilateral difuso simétrico.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar: