Questões de Concurso Público FUNAP - SP 2026 para Técnico de Segurança do Trabalho

Foram encontradas 10 questões

Q4000425 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

O texto informa que
Alternativas
Q4000426 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

De acordo com as informações textuais, é correto afirmar:
Alternativas
Q4000427 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q4000428 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 Leia as passagens:


•  A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). (4o parágrafo)

•  ... Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. (6o parágrafo)


As palavras em destaque foram empregadas nos trechos para estabelecer, respectivamente, relação de sentido de 

Alternativas
Q4000429 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 Assinale a alternativa em que a frase reescrita está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4000430 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 As vírgulas em – Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”... (2o parágrafo) – foram empregadas pela mesma regra que em:
Alternativas
Q4000431 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque na frase exerce a mesma função gramatical que a palavra destacada em: A socióloga acredita que ações educativas reduzem a reincidência no crime, embora saiba que elas não a impedem totalmente.
Alternativas
Q4000432 Português

Leia a tira a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Levando-se em consideração o tratamento pronominal do 2o quadro, e em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, assinale a alternativa que completa as lacunas.

Alternativas
Q4000433 Português

Leia a tira a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Mantendo o mesmo modo da forma verbal “Leve”, no início do 1o quadro, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

Alternativas
Q4000434 Português

Leia manchetes publicadas no jornal O Estado de S. Paulo e assinale a alternativa que, em conformidade com a norma- -padrão do emprego do sinal indicativo de crase, completa, respectivamente, as lacunas.


•  Uso da pimenta passa _________ ser visto como aliado contra a padronização do gosto.

•  As pimentas do gênero Capsicum foram domesticadas nas Américas e, _____________ partir do Brasil, levadas pelos portugueses para outros continentes.

•  Leilão de veículos – É amanhã! 02/02 ________ 9h30.

•  Agentes federais matam ___________ tiros enfermeiro em Minneapolis.

•  Júri testou as marcas ____________ venda em supermercados e escolheu as melhores.

Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: C
4: B
5: E
6: A
7: B
8: D
9: E
10: E