Questões de Concurso Público Prefeitura de Mogi das Cruzes - SP 2024 para Educador Ambiental

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Q3516638 Português

Leia o texto, para responder a questão



A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Os dados e referências trazidos pelo autor permitem afirmar, com correção, que
Alternativas
Q3516639 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


No segundo parágrafo, ao associar 2023 a “um momento de inflexão”, a cientista Fei-Fei Li está se referindo
Alternativas
Q3516640 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Segundo a resposta dada pelo ChatGPT, no último parágrafo, são fatores que impedem que ele assuma o controle da situação e destrua a humanidade: 
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Q3516641 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Para responder a esta questão, considere também a imagem que ilustra o texto de Dagomir Marquesi na Revista Oeste
https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/130894/Q04.png
A ideia sugerida pela imagem encontra correspondência de sentido na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Q3516642 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Assinale a alternativa em que a substituição, nos colchetes, dos termos destacados está de acordo com a norma- -padrão de regência nominal e verbal.
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Q3516643 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


A alternativa em que o emprego e a colocação dos pronomes estão de acordo com a norma-padrão é:
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Q3516644 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Para responder a questão.



A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.



Os trechos destacados expressam, em relação aos trechos que os precedem, relações de sentido de

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Q3516645 Português

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A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Nos trechos destacados, as formas verbais no futuro do pretérito – “iriam” e “poderia” – indicam que se trata de” 
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Q3516646 Português

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    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


A alternativa em que a passagem – Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950... – está reescrita de acordo com a norma- -padrão de concordância verbal e nominal é:
Alternativas
Q3516647 Português

Leia o texto, para responder a questão



A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


No enunciado – Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada... – os trechos destacados podem ser substituídos, sem prejuízo ao sentido, respectivamente por:
Alternativas
Q3516648 Matemática
Existe uma pessoa que tem 8 · 109  de reais. Suponha que essa pessoa vá doar a quarta parte da raiz cúbica desse valor. Essa doação será de
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Q3516649 Matemática
O preço do produto G é o triplo do preço do produto F. O preço de F é reajustado com um aumento de 35%. O preço de G é reduzido de modo a se tornar o dobro do preço reajustado de F. A redução do preço G foi de
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Q3516650 Matemática
Em uma repartição pública, são 12 os funcionários que atendem o público. A razão entre esse número de funcionários e o número de atendimentos em um determinado dia foi 0,05. No dia seguinte, mais 4 funcionários se juntaram aos anteriores para realizar atendimento ao público e nesse dia houve 40 atendimentos a menos do que no dia anterior. Com essas alterações, a razão entre o número de funcionários e o número de atendimentos aumentou, em relação ao dia anterior, um valor igual a
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Q3516651 Matemática
Em uma fábrica, o acabamento de um lote do produto A, quando realizado por 3 pessoas, é feito em 4 horas. O acabamento de um lote do produto B, quando realizado por 6 pessoas, é feito em 5 horas. Suponha que esses acabamentos de um lote, tanto do produto A como do produto B, fossem feitos respectivamente por 5 e 8 pessoas, e mantidas as produtividades mencionadas. A diferença entre o tempo gasto no acabamento do produto A e o tempo gasto no acabamento do produto B seria de 
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Q3516652 Matemática

Na figura a seguir, considere as seguintes medidas em metros: AE = 2x; EB = 4; DG = 6; AG = x



Q015.png (232×207)



Sabendo que a área do retângulo ABCD é 154 m2 , é correto afirmar que a área do hexágono BCDGFE excede a área do retângulo AEFG em

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Q3516653 Matemática
Algumas embalagens de leite são em formato de bloco retangular com a base quadrada. Sabendo que a capacidade de um desses blocos é 1 litro e a altura interna mede 19,6 cm, a medida interna do lado do quadrado da base é um valor, em cm, entre 
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Q3516654 Matemática

Considere o gráfico a seguir.


Q017.png (302×263)



Nesse gráfico, as medidas somadas dos ângulos centrais referentes aos setores da Saúde e Segurança superam as medidas somadas dos ângulos centrais dos demais setores em um valor, em graus, entre

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Q3516655 Matemática

Considere a tabela a seguir.


Q018.png (251×227)


Essas são as notas de dez candidatos a uma vaga em um concurso. Passarão para uma segunda fase desse concurso os candidatos que obtiveram uma nota igual ou maior que 85% da média aritmética simples das notas obtidas por esses dez candidatos na primeira fase. O número de candidatos que irão para a segunda fase é

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Q3516656 Matemática
Luciana saiu com C cédulas de R$ 50,00 e V cédulas de R$ 20,00, totalizando a quantia de R$ 1.970,00. Luciana utilizou em uma compra exatamente três cédulas de R$ 50,00 e uma cédula de R$ 20,00. Após essa compra, a razão entre a quantia que Luciana possuía em cédulas de R$ 50,00 e a quantia em cédulas de R$ 20,00 era 1,25. Com essas informações, é correto afirmar que, naquele momento, Luciana estava portando um total de cédulas igual a 
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Q3516657 Matemática

O polígono ABCD representa um circuito de caminhadas com as seguintes medidas expressas em metros: AB = 5; BD = 13; CD = 84. 



Q20.png (123×238)



O número mínimo de voltas completas a serem dadas nesse circuito para que uma pessoa percorra 3 km ou mais é

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Respostas
1: C
2: E
3: A
4: B
5: D
6: E
7: D
8: C
9: A
10: E
11: D
12: E
13: C
14: D
15: A
16: C
17: C
18: B
19: B
20: A