Questões de Concurso Público TJ-RS 2023 para Analista de Tecnologia da Informação - Especialidade: Análise de Suporte
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Leia a tira, para responder à questão.

(Charles M. Schulz, Snoopy -Feliz dia dos namorados.)
No último quadrinho, a fala da garota Lucy expressa
Leia a tira, para responder à questão.

(Charles M. Schulz, Snoopy -Feliz dia dos namorados.)
Assinale a alternativa que reescreve, nos parênteses, trecho de fala da tira, empregando os pronomes de acordo com a norma-padrão.
Considere as passagens.
⋅ Tirar cochilos durante o dia pode ajudar a preservar a saúde do cérebro e evitar quadros de demência, como sugeriram pesquisadores britânicos e uruguaios... (1º parágrafo)
⋅ ... os pesquisadores explicam o declínio no volume do cérebro conforme envelhecemos. (4.° parágrafo)
Os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
Na passagem – Os estudiosos compararam as medidas de saúde do cérebro e cognição de indivíduos “geneticamente programados” para tirar sonecas... (2º parágrafo) –, as aspas são empregadas para indicar
Leia o texto, para responder à questão.
A bolsa – I / O achado
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.
Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)
O fato de ter encontrado a bolsa no ônibus despertou no narrador
Leia o texto, para responder à questão.
A bolsa – I / O achado
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.
Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)
Leia o texto, para responder à questão.
A bolsa – I / O achado
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.
Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)
Leia o texto, para responder à questão.
A bolsa – I / O achado
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.
Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)
Observe os trechos em destaque nas passagens a seguir.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado...
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública...
Assinale a alternativa em que a substituição desses verbos está de acordo com a norma-padrão, resultando em enunciados coerentes.
Leia o texto, para responder à questão.
A bolsa – I / O achado
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.
Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.
Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)
Considere as passagens:
• Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.
• Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona...
Os termos destacados estabelecem relações de sentido, respectivamente, de
Assinale a alternativa em que os advérbios em destaque expressam a relação de sentido indicada entre parênteses.
Assinale a alternativa que preenche respectivamente as lacunas do trecho a seguir, de acordo com a norma-padrão de concordância e de emprego do sinal indicativo de crase.
___________ inadequações nos sistemas e, ____________ pelo encarregado as inconsistências, decidiu-se encaminhar _____________ todas as prestadoras de serviços solicitação para dar informações __________ empresa.