Questões de Concurso Público SES-PB 2021 para Médico Obstetra/Ginecologia
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S.R.V., 37 anos, IG 31 semanas, acompanha vitalidade fetal por RCIU (restrição de crescimento intrauterino). O estudo doppler demonstrou; IP art umbilical: 2,0; IP da ACM: 0,8; relação cérebro/umbilical < 1; IP ducto venoso: 0,50.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
C.V.R.S., 36 anos, G VII P VI (6N) A0, IG cr: 6 semanas, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal há cerca de 1 semana. Sem ultrassom prévio. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, mínima quantidade de sangue vermelho escuro em fórnice posterior. TV (toque vaginal) bimanual: colo impérvio, grosso, posterior. Ausência de dor à mobilização do colo uterino. Abdome: DB negativo, dor leve à palpação profunda de hipogástrio. Submetida à ultrassonografia transvaginal (imagens a seguir: figuras 1, 2, 3, 4) e beta HCG quantitativo: 9 000 UI/mL. Resultado de beta HCG 24h antes: 7 000 UI/mL.




O diagnóstico e a conduta adequada são:
O diagnóstico de puberdade precoce é essencialmente clínico. O desenvolvimento mamário é o principal sinal inicial nas meninas. A idade que é o ponto de corte para a puberdade precoce, nessas pacientes, é
Mulher 31 anos, nuligesta, casada, veio ao consultório ginecológico, pois pretende engravidar, porém, refere estar em amenorreia há cerca de 6 meses. Antes, ciclos menstruais irregulares. Suspendeu método anticoncepcional oral há 1 ano. Desde a interrupção da menstruação, apresenta fogachos, queda de cabelo, sensação de cansaço, associados a ressecamento vaginal. Menarca: 12 anos; primeira relação sexual aos 18 anos. Nega cirurgias ginecológicas prévias. Nega tabagismo. Exames laboratoriais: FSH 80; LH 50; estradiol 10, cariótipo normal; densitometria óssea com T-score: L1 – L4: –2,1, colo do fêmur: –1,5.
Conforme o resultado da densitometria óssea da paciente do caso clínico, é possível afirmar que ela apresenta
M.B.V., 63 anos, casada, sem queixas relacionadas à menopausa, encaminhada pelo clínico para a interrupção da terapia hormonal que usa há cerca de 11 anos. Histerectomizada. Menopausa aos 52 anos, apresentou, por 1 ano, fogachos, distúrbio do sono e do humor, ressecamento vaginal e diminuição de libido. Recebeu estrogênio conjugado via oral com alívio total dos sintomas. Após 1 ano: terapia suspensa pelo ginecologista. Fogachos e piora do sono retornaram. No quinto mês após a suspensão, a terapia hormonal foi reintroduzida, com alívio completo do quadro. Dois anos após, a terapia oral foi substituída pela terapia transdérmica. Paciente é hipertensa, controlada com medicação. IMC: 30 kg/m2. Exames laboratoriais sem alterações.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
F.J., 30 anos, GIV PIII 3N A0, IG usg 13 sem 3 dias: 36 semanas, deu entrada no PSGO com PA 150 x 100 mmHg, queixando-se de cefaleia fronto-ocipital, epigastralgia, náuseas e vômitos. Nega hipertensão arterial prévia. USG obstétrico com doppler pela medicina fetal demonstrou doppler de artérias uterinas com IP médio no p > 95, doppler de artéria umbilical com IP 1,45 e ACM (artéria cerebral média) com IP de 0,91 e peso fetal de 1942 g, no percentil 1,6, de acordo com a curva de Hadlock, MBV (maior bolsão vertical): 2,7 cm.
Diante desse caso, assinale a conduta adequada.