Questões de Concurso Público SES-PB 2021 para Enfermeiro Intensivista Adulto
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Ao realizar a avaliação neurológica de um paciente sexo feminino, 54 anos, vítima de queda de escada doméstica, o enfermeiro aplicou a Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (GCS-P), obtendo: abertura ocular = 3; resposta verbal = 3; melhor resposta motora = 4 (O3V3M4). Ao avaliar as pupilas, o enfermeiro constatou que a pupila direita não apresentava reação ao estímulo luminoso.
Frente a essa situação, é correto afirmar que a pontuação obtida (P) e a classificação de trauma (CT) são:
Como representante da direção de enfermagem, o enfermeiro-chefe da unidade de terapia intensiva faz parte da comissão gestora multidisciplinar responsável pela elaboração implementação e atualização do plano de prevenção de riscos com materiais perfurocortantes. Após análise dos acidentes de trabalho e situações de risco com materiais perfurocortantes, a comissão elencou uma série de medidas de controle para a prevenção desses acidentes, contemplando:
I Mudança na organização e nas práticas de trabalho.
II Adoção do uso de material perfurocortante com dispositivo de segurança, quando existente, disponível e tecnicamente possível.
III Adoção de medidas de engenharia, tais como coletores de descarte seguros.
IV Substituição do uso de agulhas e outros perfurocortantes quando tecnicamente possível.
A adoção das medidas de controle deve obedecer à seguinte hierarquia:
Considere o texto apresentado a seguir.
Com o objetivo de conhecer o perfil epidemiológico de injúria renal aguda em pacientes críticos admitidos em unidades de terapia intensiva, um grupo de pesquisadores realizou um estudo epidemiológico em que foram acompanhados 8131 pacientes internados em três UTIs do Distrito Federal, Brasil, entre o período de outubro/2017 e dezembro/2018. A insuficiência renal aguda (IRA) foi definida de acordo com o critério KDIGO (Kidney Disease Improving Global Outcomes). Os principais desfechos avaliados foram o desenvolvimento de IRA e mortalidade dentro de 28 dias de internação. Os resultados da pesquisa mostraram que dos 8131 pacientes acompanhados, 1728 desenvolveram IRA (21,3%). Dos 1728 pacientes com IRA, 1060 (61,3%) desenvolveram o estágio 1, já os estágios 2 e 3 representaram 154 (8,9%) e 514 (29,7%), respectivamente. Destes, um total de 459 (26,6%) realizou terapia renal substitutiva. A mortalidade observada foi de 25,7% para aqueles com IRA e 4,9% para os não IRA. Quando comparados aos pacientes não IRA, os pacientes com IRA apresentaram maior mortalidade. Da mesma forma, entre os pacientes com IRA, os estágios superiores estiveram associados à maior ocorrência de óbito. Neste estudo, a incidência de IRA (21,3%) e mortalidade (25,7%) está em consonância com a maior meta-análise já conduzida, na qual foram observadas incidência e mortalidade de 21,6 e 23,9%, respectivamente. Esses achados confirmam a importância de se estabelecer a diretriz KDIGO para definição e manejo da IRA em UTIs brasileiras.
(https://www.scielo.br/j/jbn/a/QjhkzpV9HBCRN5BfpLJysHs/ ?format=pdf&lang=pt)
A pesquisa apresentada trata-se de um estudo epidemiológico do tipo