A música sacra, em diferentes tradições, articula a
experiência estética à experiência espiritual, criando um
espaço sonoro onde a fé se torna audível. Na
cristandade ocidental, sua evolução vai do canto
monódico medieval às composições polifônicas
renascentistas e barrocas, enquanto outras tradições,
como o sufismo ou o candomblé, integram som e corpo
em rituais de transe. Considerando esses contextos, é
correto afirmar que a música sacra: