Questões de Concurso Público Prefeitura de São Miguel do Iguaçu - PR 2022 para Farmacêutico Bioquímico

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Q4276076 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando o fragmento de texto apresentado e recorrendo a conhecimentos enciclopédicos, assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto integral. 
Alternativas
Q4276077 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando o conteúdo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4276078 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Assinale a alternativa que apresenta uma relação semântica ADEQUADA, de acordo com o conteúdo do texto.
Alternativas
Q4276079 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4276080 Não definido

Considere o fragmento de texto a seguir para a questão.



Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17-8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek.


Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade-subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais.


De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). 


O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio.


A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade-subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.  


Fragmento de texto de Mariana Jantsch de Souza, disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/BqJsGQQbc6csP838MJrRDfx/

Em relação à pontuação, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4276081 Não definido
A nutricionista montou um cardápio em que alguns dias é possível que a Joana coma os seus alimentos preferidos juntos. Sabendo que ela pode comer carne vermelha a cada 3 dias, batata frita a cada 4 dias e macarrão a cada 6 dias, e que no dia 2 de março foi possível combinar os três (carne vermelha, bata frita e macarrão), a próxima vez que ela vai poder comer os 3 alimentos juntos será no dia: 
Alternativas
Q4276082 Não definido
Maria, Anita e Amélia recebem mesada de seus pais. Maria é a mais velha e recebe o dobro de Anita, que é a filha do meio. Por sua vez, Anita recebe o dobro de Amélia, que é a caçula. Sabendo que o total da mesada das três irmãs é de R$ 350,00, quanto Maria, Anita e Amélia recebem, respectivamente?
Alternativas
Q4276083 Não definido
Um ônibus demora 7 ½ horas para fazer uma viagem de Cascavel-PR até Presidente Prudente -SP. Já um automóvel demora 5 ¼ horas. Geralmente, viajo de ônibus, mas, se eu for de carro, economizo quanto tempo na estrada? 
Alternativas
Q4276084 Não definido
O azulejista contratado para colocar o rodapé da sala comercial em que trabalho dispõe de retalhos de piso de vários tamanhos. As medidas variam entre 160 cm, 180 cm e 100 cm. Sabendo disso e com o objetivo de não desperdiçar material, cortar o piso em pedaços iguais e ainda do maior tamanho possível, posso esperar um rodapé de que tamanho? 
Alternativas
Q4276085 Não definido
No quintal de D. Maria, há galinhas e patas. Segundo ela, a soma do dobro do número de galinhas que botam com o triplo de patas que botam é igual a 47, e a diferença entre o número de galinhas e de patas que botam é 1. Sabendo disso, é CORRETO afirmar que o número de galinhas e patas botando é, respectivamente:
Alternativas
Q4276086 Não definido
Segundo o parágrafo 2º do art. 16 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: A posse ocorrerá no prazo de até ............ dias contados da data do edital de convocação, podendo ser prorrogável por igual período mediante requerimento do interessado. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o número de dias. 
Alternativas
Q4276087 Não definido
Segundo o art. 23 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: Reversão é: 
Alternativas
Q4276088 Não definido
Em relação ao ramo da indústria de alimentos, as atividades que mais se destacam são: 
Alternativas
Q4276089 Não definido
Na bandeira do município de São Miguel do Iguaçu, quais cores estão presentes?
Alternativas
Q4276090 Não definido
A Bacia Hidrográfica de São Miguel do Iguaçu é composta pela Bacia do:
Alternativas
Q4276091 Não definido
Segundo o art. 20 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. O planejamento das atividades do Governo Municipal será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada, entre outros, dos seguintes instrumentos: 
Alternativas
Q4276092 Não definido
A Lei nº 2.700/2015, altera dispositivos na lei nº 2.666/2015 (estatuto dos servidores municipais).
Dando nova redação ao art. 107 que passa a vigorar com a seguinte redação: 
Alternativas
Q4276093 Não definido
Segundo o site oficial da prefeitura de São Miguel do Iguaçu https://www.saomiguel.pr.gov.br/historia/ existe uma versão Lendária e uma versão Oficial acerca do nome da cidade. Qual das alternativas abaixo corresponde a versão Oficial? 
Alternativas
Q4276094 Não definido
Segundo o art. 6 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. Estabelece que: 
Alternativas
Q4276095 Não definido
Segundo o art. 29 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. Estabelece que: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: C
5: D
6: C
7: A
8: C
9: D
10: A
11: B
12: C
13: D
14: C
15: B
16: D
17: C
18: B
19: C
20: A