Questões de Concurso Público Prefeitura de Cunhataí - SC 2024 para Nutricionista
Foram encontradas 10 questões
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
De acordo com as ideias que podem estar implícitas ou explícitas no texto, releia atentamente todo o conteúdo e, considerando as frases apresentadas, analise a afirmativa INCORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
I. No trecho: Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua. Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos.
O elemento coesivo referencial 'Eles' não estabeleceu uma relação adequada com o elemento referenciado.
II. No trecho: Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates de intercâmbio de comentários.
As expressões destacadas são mecanismos de coesão referencial utilizados para substituir os vocábulos 'estratégia' e 'debates', respectivamente.
III. No trecho: Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
O termo 'Por isso' é um elemento de coesão causal que pode ser substituído por 'contudo' sem perder o sentido.
IV. No trecho: Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O pronome 'ela' foi empregado de forma anafórica para substituir o vocábulo 'reclamação'.
Estão corretas as afirmativas:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
"Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras."
I. O vocábulo 'pesquisas' é um substantivo que exerce a função de núcleo do sujeito, enquanto 'diversas' exerce função de adjunto adnominal.
II. O verbo 'confirmar' é intransitivo.
III. O vocábulo 'desenhado' tem valor de adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
IV. Os vocábulos 'ameaças' e 'problemas' são substantivos com função de objeto direto.
V. 'outras' é um pronome que foi usado para evitar a repetição do vocábulo 'pessoas'.
Estão corretas:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
O vocábulo que pode substituir o destacado no trecho com valor semelhante está na alternativa:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
(__) O vocábulo 'vêem' está acentuado de forma incorreta, pois, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o acento circunflexo de paroxítonas terminadas em 'êem' e em 'ôo' foi abolido.
(__) Os vocábulos 'experiência' e 'diária' são paroxítonas, mas com regras diferentes de acentuação. A primeira é acentuada por terminar em ditongo, enquanto a segunda é acentuada por apresentar hiato.
(__) São oxítonos os vocábulos 'aqui', 'social' e 'lamentar'.
(__) O vocábulo 'também' apresenta a mesma regra de acentuação do vocábulo 'hífen'.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, é:
Identifique em qual alternativa ela foi empregada para separar oração adjetiva explicativa:
As alternativas a seguir apresentam características marcantes relacionadas ao texto literário, EXCETO na:
(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/anuncio-publicitario.htm)
A seguir, são apresentadas as principais práticas que você deve seguir para produzir um anúncio publicitário, EXCETO: