Questões de Concurso Público UEPB 2026 para Residência Multiprofisisonal - Enfermagem

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Q3896307 Enfermagem
Utilize o caso clínico hipotético – Pré-Natal de Baixo Risco na UBSF relatado a seguir para responder à questão.


   Mariana C., 23 anos, mora na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do seu bairro e descobriu recentemente que estava grávida. Com cerca de 8 semanas de gestação, ela procura a UBS para iniciar o acompanhamento pré-natal. Ao chegar, é acolhida pela equipe com escuta qualificada, incluindo diálogo sobre suas queixas, expectativas e condições de vida, bem como registro do histórico obstétrico e plano familiar.

   Na primeira consulta, além da avaliação clínica, a equipe multiprofissional — com enfermeira, médico generalista, agente comunitário de saúde e odontologista — orienta Mariana sobre os benefícios do pré-natal precoce, elaborado para monitorar a evolução da gestação e prevenir intercorrências que possam prejudicar a saúde dela ou do bebê. A gestante pergunta se precisará vir mensalmente para consulta na unidade de saúde e a profissional a orienta corretamente.

   Durante a consulta inicial, são realizados exames básicos: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias para sífilis, HIV e hepatites, além de exame de urina simples e ultrassom obstétrico, conforme rotina de cuidado vigente. A pressão arterial, peso e altura uterina são registrados na caderneta da gestante, e a futura mãe recebe orientações sobre alimentação saudável, atividade física adequada e condições que possam sinalizar risco obstétrico, tais como sangramento, dor abdominal e edema importante.

   A equipe da UBSF também destaca a importância da vacinação, porém Mariana disse que não tem cartão comprovando vacinação anterior. A equipe também incentiva o envolvimento do parceiro no cuidado, oferecendo espaço para que ele participe das consultas, se possível.

A gestante realiza exames que revelam os seguintes resultados, conforme tabelas a seguir:



Quais vacinas são recomendadas para serem aplicadas em Mariana durante o período pré-natal, enquanto gestante de baixo risco?
Alternativas
Q3896308 Enfermagem
Utilize o caso clínico hipotético – Pré-Natal de Baixo Risco na UBSF relatado a seguir para responder à questão.


   Mariana C., 23 anos, mora na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do seu bairro e descobriu recentemente que estava grávida. Com cerca de 8 semanas de gestação, ela procura a UBS para iniciar o acompanhamento pré-natal. Ao chegar, é acolhida pela equipe com escuta qualificada, incluindo diálogo sobre suas queixas, expectativas e condições de vida, bem como registro do histórico obstétrico e plano familiar.

   Na primeira consulta, além da avaliação clínica, a equipe multiprofissional — com enfermeira, médico generalista, agente comunitário de saúde e odontologista — orienta Mariana sobre os benefícios do pré-natal precoce, elaborado para monitorar a evolução da gestação e prevenir intercorrências que possam prejudicar a saúde dela ou do bebê. A gestante pergunta se precisará vir mensalmente para consulta na unidade de saúde e a profissional a orienta corretamente.

   Durante a consulta inicial, são realizados exames básicos: hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias para sífilis, HIV e hepatites, além de exame de urina simples e ultrassom obstétrico, conforme rotina de cuidado vigente. A pressão arterial, peso e altura uterina são registrados na caderneta da gestante, e a futura mãe recebe orientações sobre alimentação saudável, atividade física adequada e condições que possam sinalizar risco obstétrico, tais como sangramento, dor abdominal e edema importante.

   A equipe da UBSF também destaca a importância da vacinação, porém Mariana disse que não tem cartão comprovando vacinação anterior. A equipe também incentiva o envolvimento do parceiro no cuidado, oferecendo espaço para que ele participe das consultas, se possível.

A gestante realiza exames que revelam os seguintes resultados, conforme tabelas a seguir:



Durante o acompanhamento pré-natal de Mariana, a equipe de saúde da Unidade Básica da Família orienta precocemente as gestantes sobre sinais de alerta que podem indicar risco obstétrico e necessidade de avaliação imediata. Qual das alternativas abaixo apresenta, CORRETAMENTE, um sinal ou condição que deve ser considerado risco obstétrico e que exige avaliação imediata da gestante?
Alternativas
Q3896309 Psicologia
Analise as afirmativas que se seguem,sobre o atendimentoà saúde do(a) adolescente.

I- O(A) adolescente precisa estar seguro do caráter confidencial da consulta, mas ficar ciente também das situações nas quais o sigilo poderá ser rompido, o que, no entanto, ocorrerá sempre com o conhecimento dele(a). Essassituações estão relacionadas a riscos de morte do(a) cliente e de outras pessoas.
II- A velocidade máxima do estirão puberal também é variável de adolescente para adolescente, ocorre 18 a 24 meses antes nas mulheres do que nos homens, com uma variação média de 2 cm por ano, menor nas mulheres.
III- Caso a puberdade se inicie pela pubarca e não pela telarca, deve-se encaminhar ao profissional de saúde, pois pode se tratar de uma puberdade de origem periférica e não central pelo estímulo hipofisário - gonadal podendo se tratar de uma causa patológica, devendo ser melhor investigada.
IV- É frequente ocorrer um corrimento vaginal claro nos 6 aos 12 meses que antecedem a primeira menstruação ou menarca, fato marcante da puberdade feminina.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3896310 Enfermagem
Ocaso clínico hipotético – Sônia, 49 anos, em fase de climatério, deverá ser usado para responder à questão.


   Sônia G. é uma mulher de 49 anos, casada há 25 anos, mãe de dois filhos adolescentes e professora de Ensino Fundamental. Ela comparece à Unidade Básica de Saúde da Família (UBS) relatando um conjunto de queixas que perduram há cerca de 18 meses, período em que sua menstruação começou a ficar irregular e espaçada. Há cerca de 12 meses, ela parou de menstruar de forma mais definida, sugerindo que está na fase de climatério/perimenopausa. Ela relata que os sintomas têm se intensificado e impactado profundamente sua vida diária. 


Sintomas Físicos

Sônia descreve:


– Ondas de calor intensas, que surgem várias vezes ao dia e à noite, fazendo-a suar em excesso e dificultando o sono;

– Insônia frequente, acordando várias vezes à noite;

– Fadiga persistente e cansaço ao longo do dia;

– Dores articulares e musculares intermitentes;

– Diminuição da libido e secura vaginal;

– Tonturas ocasionais e alterações no peso corporal com tendência ao ganho.


Sintomas Emocionais e Cognitivos:


– Irritabilidade constante, com explosões de choro sem causa aparente;

– Ansiedade e preocupações exageradas com o futuro;

– Dificuldade em regular o humor, passando de euforia a tristeza profunda em curtos períodos;

– Baixa autoestima e sensação de perda de identidade;

– Dificuldade de concentração e lapsos de memória, o que prejudica seu desempenho no trabalho, especialmente ao preparar aulas complexas ou corrigir avaliações.


Impacto no Trabalho

– No trabalho, Sônia percebe que sua capacidade de concentração e produtividade diminuíram significativamente. Ela começa a errar planejamentos e tem dificuldade em lidar com situações de estresse na sala de aula. Colegas notaram que ela está mais “distante” e com respostas mais lentas, o que aumentou sua sensação de insegurança profissional.


Relações Interpessoais e Casamento


Em casa, Sônia relata que as alterações de humor e irritabilidade constante têm criado tensões no casamento. Ela se irrita facilmente com críticas menores feitas pelo marido e percebe que ele está “se afastando”, dizendo que “ela já não é a mesma”. Os episódios de choro e sensações de inutilidade têm gerado discussões frequentes e, por vezes, atitudes impulsivas, afetando a comunicação e intimidade do casal.


Relação com Amigos e Família Ampliada


Sônia também relata que deixou de frequentar encontros sociais com amigos por se sentir cansada, insegura e emocionalmente instável. Ela sente que sua vida social diminuiu, pois evita situações que exigem energia emocional. Mesmo os filhos perceberam que “sua mãe está sempre irritada ou triste”, o que alterou a dinâmica de apoio familiar, gerando preocupação dos filhos e comentários de que “ela deveria procurar ajuda médica”.
Com base neste caso e nas informações nele contidas, qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE um aspecto que deve ser priorizado na atenção integral à saúde de Sônia?
Alternativas
Q3896311 Enfermagem
Ocaso clínico hipotético – Sônia, 49 anos, em fase de climatério, deverá ser usado para responder à questão.


   Sônia G. é uma mulher de 49 anos, casada há 25 anos, mãe de dois filhos adolescentes e professora de Ensino Fundamental. Ela comparece à Unidade Básica de Saúde da Família (UBS) relatando um conjunto de queixas que perduram há cerca de 18 meses, período em que sua menstruação começou a ficar irregular e espaçada. Há cerca de 12 meses, ela parou de menstruar de forma mais definida, sugerindo que está na fase de climatério/perimenopausa. Ela relata que os sintomas têm se intensificado e impactado profundamente sua vida diária. 


Sintomas Físicos

Sônia descreve:


– Ondas de calor intensas, que surgem várias vezes ao dia e à noite, fazendo-a suar em excesso e dificultando o sono;

– Insônia frequente, acordando várias vezes à noite;

– Fadiga persistente e cansaço ao longo do dia;

– Dores articulares e musculares intermitentes;

– Diminuição da libido e secura vaginal;

– Tonturas ocasionais e alterações no peso corporal com tendência ao ganho.


Sintomas Emocionais e Cognitivos:


– Irritabilidade constante, com explosões de choro sem causa aparente;

– Ansiedade e preocupações exageradas com o futuro;

– Dificuldade em regular o humor, passando de euforia a tristeza profunda em curtos períodos;

– Baixa autoestima e sensação de perda de identidade;

– Dificuldade de concentração e lapsos de memória, o que prejudica seu desempenho no trabalho, especialmente ao preparar aulas complexas ou corrigir avaliações.


Impacto no Trabalho

– No trabalho, Sônia percebe que sua capacidade de concentração e produtividade diminuíram significativamente. Ela começa a errar planejamentos e tem dificuldade em lidar com situações de estresse na sala de aula. Colegas notaram que ela está mais “distante” e com respostas mais lentas, o que aumentou sua sensação de insegurança profissional.


Relações Interpessoais e Casamento


Em casa, Sônia relata que as alterações de humor e irritabilidade constante têm criado tensões no casamento. Ela se irrita facilmente com críticas menores feitas pelo marido e percebe que ele está “se afastando”, dizendo que “ela já não é a mesma”. Os episódios de choro e sensações de inutilidade têm gerado discussões frequentes e, por vezes, atitudes impulsivas, afetando a comunicação e intimidade do casal.


Relação com Amigos e Família Ampliada


Sônia também relata que deixou de frequentar encontros sociais com amigos por se sentir cansada, insegura e emocionalmente instável. Ela sente que sua vida social diminuiu, pois evita situações que exigem energia emocional. Mesmo os filhos perceberam que “sua mãe está sempre irritada ou triste”, o que alterou a dinâmica de apoio familiar, gerando preocupação dos filhos e comentários de que “ela deveria procurar ajuda médica”.
Considerando o caso de Sônia, mulher no climatério com repercussões emocionais, familiares, conjugais e laborais, assinale a alternativa que apresenta de forma completa e CORRETA as ações a serem desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde, articuladas, quando necessário, aos demais pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS), visando ao cuidado integral.
Alternativas
Q3896312 Enfermagem
Ocaso clínico hipotético – Sônia, 49 anos, em fase de climatério, deverá ser usado para responder à questão.


   Sônia G. é uma mulher de 49 anos, casada há 25 anos, mãe de dois filhos adolescentes e professora de Ensino Fundamental. Ela comparece à Unidade Básica de Saúde da Família (UBS) relatando um conjunto de queixas que perduram há cerca de 18 meses, período em que sua menstruação começou a ficar irregular e espaçada. Há cerca de 12 meses, ela parou de menstruar de forma mais definida, sugerindo que está na fase de climatério/perimenopausa. Ela relata que os sintomas têm se intensificado e impactado profundamente sua vida diária. 


Sintomas Físicos

Sônia descreve:


– Ondas de calor intensas, que surgem várias vezes ao dia e à noite, fazendo-a suar em excesso e dificultando o sono;

– Insônia frequente, acordando várias vezes à noite;

– Fadiga persistente e cansaço ao longo do dia;

– Dores articulares e musculares intermitentes;

– Diminuição da libido e secura vaginal;

– Tonturas ocasionais e alterações no peso corporal com tendência ao ganho.


Sintomas Emocionais e Cognitivos:


– Irritabilidade constante, com explosões de choro sem causa aparente;

– Ansiedade e preocupações exageradas com o futuro;

– Dificuldade em regular o humor, passando de euforia a tristeza profunda em curtos períodos;

– Baixa autoestima e sensação de perda de identidade;

– Dificuldade de concentração e lapsos de memória, o que prejudica seu desempenho no trabalho, especialmente ao preparar aulas complexas ou corrigir avaliações.


Impacto no Trabalho

– No trabalho, Sônia percebe que sua capacidade de concentração e produtividade diminuíram significativamente. Ela começa a errar planejamentos e tem dificuldade em lidar com situações de estresse na sala de aula. Colegas notaram que ela está mais “distante” e com respostas mais lentas, o que aumentou sua sensação de insegurança profissional.


Relações Interpessoais e Casamento


Em casa, Sônia relata que as alterações de humor e irritabilidade constante têm criado tensões no casamento. Ela se irrita facilmente com críticas menores feitas pelo marido e percebe que ele está “se afastando”, dizendo que “ela já não é a mesma”. Os episódios de choro e sensações de inutilidade têm gerado discussões frequentes e, por vezes, atitudes impulsivas, afetando a comunicação e intimidade do casal.


Relação com Amigos e Família Ampliada


Sônia também relata que deixou de frequentar encontros sociais com amigos por se sentir cansada, insegura e emocionalmente instável. Ela sente que sua vida social diminuiu, pois evita situações que exigem energia emocional. Mesmo os filhos perceberam que “sua mãe está sempre irritada ou triste”, o que alterou a dinâmica de apoio familiar, gerando preocupação dos filhos e comentários de que “ela deveria procurar ajuda médica”.
Com base no casode Sônia, analise as afirmativas a seguir.

I- Sônia chega à Unidade de Saúde com as queixas mais frequentemente relatas por mulheres no período de climatério e menopausa, quais sejam: irregularidade menstrual, fogachos e suores noturnos também é importante enfatizar que as queixas que maisinterferem na qualidade de vida da mulher no climatério são as de ordem psicossocial e afetiva.
II- Recomenda-se abordagem humanizada destas mulheres, com o mínimo de intervenção e uso de tecnologias duras possível, já que o reconhecimento do climatério é essencialmente clínico e a maior parte das manifestações pode e deve ser manejada com hábitos de vida saudáveis, medidas comportamentais e autocuidado.
III- É indicado rastreamento universal da osteoporose com realização de densitometria óssea. Para mais informações sobre diagnóstico e tratamento da osteoporose e indicações da densitometria óssea.
IV- Deve ser iniciada imediatamente a suplementação de cálcio e vitamina D juntamente com a exposição solar, com fotoproteção, por pelo menos 15 minutos diariamente antes das 10h ou após as 16h.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3896313 Enfermagem
Analise as afirmativas a seguir sobre “atenção às mulheres em situação de violência”.

I- A equipe multiprofissional diante de um caso de violência deve fazer uma avaliação global que inclui: entrevista, observação da possibilidade de violência entre parceiros íntimos e, se houver situação de risco de vida, fornecimento de informações sobre como estabelecer um plano de segurança.
II- Por responsabilidade e ética profissional, as perguntas para identificação da violência só devem ser adotadas quando e se o profissional tiver ciência de quais condutas adotar nas situações de violência para evitar revitimização, tanto no que concerne ao pronto-acolhimento das necessidades de saúde da mulher atendida quanto no conhecimento da articulação intersetorial necessária para a produção do cuidado em saúde em cada caso.
III- O enfermeiro ou médico deve preencher a ficha de notificação de violência interpessoal e autoprovocada a partir da suspeita ou da confirmação da situação de violência. A ficha de notificação apresenta os seguintes blocos: dados gerais, notificação individual, dados de residência, dados da pessoa atendida, dados da ocorrência, violência, violência sexual, dados do(a) provável autor(a) da violência, encaminhamento.
IV- Existem mulheres poliqueixosas, com sintomas e dores que não têm nome. Nesse caso, o profissional deve atentar para possível indução de uma situação de pseudoviolência.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3896314 Saúde Pública
Para a resolução da questão, utilize o caso hipotético –Atenção integral à pessoa idosa descrito a seguir.


Identificação: Maria Aparecida dos Santos, 78 anos, sexo feminino, viúva, aposentada, Ensino Fundamental Incompleto. Reside sozinha em domicílio próprio, localizado em território coberto por Estratégia Saúde da Família.


Queixa principal: “Cansaço constante, dores no corpo, esquecimento emedo de cair.”


História clínica atual: A idosa relata piora progressiva do cansaço nos últimos meses, associada a dores articulares difusas, principalmente em joelhos e coluna lombar, que dificultam a deambulação. Refere episódios frequentes de tontura ao levantar-se, com duas quedas no último ano, sem fraturas, mas com medo persistente de novas quedas.

Relata esquecimento de horários de medicamentos, dificuldade para organizar atividades diárias e sensação de solidão. Apresenta redução do apetite, perda de aproximadamente 4 kg nos últimos seis meses e sono fragmentado. Nega ideação suicida, mas refere-se a tristeza frequente e desânimo.


Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial sistêmica há 15 anos; Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos; Osteoartrite de joelhos; Osteopenia; Incontinência urinária de esforço.


Uso de medicamentos


– Losartana 50mg 2x/dia

– Metformina 850mg 2x/dia

– Glibenclamida 5mg 1x/dia

– Hidroclorotiazida 25 mg 1x/dia

– Analgésicos de uso eventual


A idosa refere dificuldade para lembrar horários e, por vezes, suspende medicamentos quando “se sente melhor”. Condições psicossociais: Maria Aparecida tem dois filhos adultos que residem em outros municípios e realizam visitas esporádicas. Possui rede de apoio social limitada, não participa de atividades comunitárias e refere sentimento de abandono. Relata insegurança para sair de casa sozinha devido ao medo de quedas.

Avaliação funcional e ambiental: Marcha lenta e insegura; dificuldade para subir escadas; ambiente domiciliar com tapetes soltos, iluminação inadequada e ausência de barras de apoio no banheiro; dependência parcial para atividades instrumentais da vida diária (compras, organização de medicamentos, controle financeiro).
Considerando o caso de Maria Aparecida, idosa com multimorbidades, risco de quedas, sintomas depressivos e vulnerabilidade social, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o papel da Atenção Primária à Saúde no manejo do caso.
Alternativas
Q3896315 Enfermagem
Para a resolução da questão, utilize o caso hipotético –Atenção integral à pessoa idosa descrito a seguir.


Identificação: Maria Aparecida dos Santos, 78 anos, sexo feminino, viúva, aposentada, Ensino Fundamental Incompleto. Reside sozinha em domicílio próprio, localizado em território coberto por Estratégia Saúde da Família.


Queixa principal: “Cansaço constante, dores no corpo, esquecimento emedo de cair.”


História clínica atual: A idosa relata piora progressiva do cansaço nos últimos meses, associada a dores articulares difusas, principalmente em joelhos e coluna lombar, que dificultam a deambulação. Refere episódios frequentes de tontura ao levantar-se, com duas quedas no último ano, sem fraturas, mas com medo persistente de novas quedas.

Relata esquecimento de horários de medicamentos, dificuldade para organizar atividades diárias e sensação de solidão. Apresenta redução do apetite, perda de aproximadamente 4 kg nos últimos seis meses e sono fragmentado. Nega ideação suicida, mas refere-se a tristeza frequente e desânimo.


Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial sistêmica há 15 anos; Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos; Osteoartrite de joelhos; Osteopenia; Incontinência urinária de esforço.


Uso de medicamentos


– Losartana 50mg 2x/dia

– Metformina 850mg 2x/dia

– Glibenclamida 5mg 1x/dia

– Hidroclorotiazida 25 mg 1x/dia

– Analgésicos de uso eventual


A idosa refere dificuldade para lembrar horários e, por vezes, suspende medicamentos quando “se sente melhor”. Condições psicossociais: Maria Aparecida tem dois filhos adultos que residem em outros municípios e realizam visitas esporádicas. Possui rede de apoio social limitada, não participa de atividades comunitárias e refere sentimento de abandono. Relata insegurança para sair de casa sozinha devido ao medo de quedas.

Avaliação funcional e ambiental: Marcha lenta e insegura; dificuldade para subir escadas; ambiente domiciliar com tapetes soltos, iluminação inadequada e ausência de barras de apoio no banheiro; dependência parcial para atividades instrumentais da vida diária (compras, organização de medicamentos, controle financeiro).
Considerando o caso de Maria Aparecida, pessoa idosa com múltiplas condições crônicas, vulnerabilidades clínicas e sociais, cuja complexidade é passível de solicitação de recursos e apoio na Rede de Atenção à Saúde, assinale a alternativa CORRETA quanto à organização do cuidado na Atenção Primária à Saúde.
Alternativas
Q3896316 Psicologia
Para a resolução da questão, utilize o caso hipotético –Atenção integral à pessoa idosa descrito a seguir.


Identificação: Maria Aparecida dos Santos, 78 anos, sexo feminino, viúva, aposentada, Ensino Fundamental Incompleto. Reside sozinha em domicílio próprio, localizado em território coberto por Estratégia Saúde da Família.


Queixa principal: “Cansaço constante, dores no corpo, esquecimento emedo de cair.”


História clínica atual: A idosa relata piora progressiva do cansaço nos últimos meses, associada a dores articulares difusas, principalmente em joelhos e coluna lombar, que dificultam a deambulação. Refere episódios frequentes de tontura ao levantar-se, com duas quedas no último ano, sem fraturas, mas com medo persistente de novas quedas.

Relata esquecimento de horários de medicamentos, dificuldade para organizar atividades diárias e sensação de solidão. Apresenta redução do apetite, perda de aproximadamente 4 kg nos últimos seis meses e sono fragmentado. Nega ideação suicida, mas refere-se a tristeza frequente e desânimo.


Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial sistêmica há 15 anos; Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos; Osteoartrite de joelhos; Osteopenia; Incontinência urinária de esforço.


Uso de medicamentos


– Losartana 50mg 2x/dia

– Metformina 850mg 2x/dia

– Glibenclamida 5mg 1x/dia

– Hidroclorotiazida 25 mg 1x/dia

– Analgésicos de uso eventual


A idosa refere dificuldade para lembrar horários e, por vezes, suspende medicamentos quando “se sente melhor”. Condições psicossociais: Maria Aparecida tem dois filhos adultos que residem em outros municípios e realizam visitas esporádicas. Possui rede de apoio social limitada, não participa de atividades comunitárias e refere sentimento de abandono. Relata insegurança para sair de casa sozinha devido ao medo de quedas.

Avaliação funcional e ambiental: Marcha lenta e insegura; dificuldade para subir escadas; ambiente domiciliar com tapetes soltos, iluminação inadequada e ausência de barras de apoio no banheiro; dependência parcial para atividades instrumentais da vida diária (compras, organização de medicamentos, controle financeiro).
Em relação aos sintomas de tristeza persistente, isolamento social e fragilidade da rede de apoio identificados no caso, assinale a alternativa CORRETA quanto à abordagem multiprofissional na Atenção Primária à Saúde.
Alternativas
Q3898227 Enfermagem

Situação hipotética: A.J.F., 43 anos, obesa e diabética, após parto vaginal, evoluiu com hemorragia secundária à atonia uterina, refratária às medidas clínicas e conservadoras. Diante da gravidade do quadro, foi submetida a histerectomia supracervical, sem ooforectomia, por via laparotômica.



Considerando o caso apresentado, quanto às orientações e aos cuidados ginecológicos no seguimento de A.J.F., é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898228 Enfermagem

Situação hipotética: A gestante M.S., 32 anos, encontra-se com 26 semanas de gestação e comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de pré-natal. Em seu cartão vacinal, constam registros de que, na gestação anterior, recebeu uma dose de DTPa e uma dose de COVID-19, e, na gestação atual, quando estava com 8 semanas, recebeu uma dose de dT e uma dose de Hepatite B. Não há nenhum outro registro vacinal e a gestante não é residente ou viajante para área de risco epidemiológico para febre amarela.



Considerando o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante (2025) e a idade gestacional atual de M.S., a conduta e CORRETA completa da equipe de enfermagem é administrar nesta ocasião:

Alternativas
Q3898229 Enfermagem
Situação hipotética: A paciente L.F., 36 anos, gestante de 28 semanas, feto único, comparece ao serviço de saúde para avaliação. É negra, diabética tipo 2 em uso de metformina e portadora de hipertensão arterial crônica há 5 anos, controlada durante a gestação. Apresenta índice de massa corporal (imc) de 32 kg/m², e o último parto ocorreu há 12 anos. Na ocasião da consulta, refere cefaleia intensa, cansaço e edema progressivo em pés e tornozelos. Queixa-se de visão turva nos últimos dois dias e sensação de inchaço facial. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 160/105 mmHg, confirmada após intervalo de 15 minutos, aferida com técnica adequada. Observa-se edema significativo em membros inferiores e face, além de proteinúria +++ em amostra isolada de urina, não detectada previamente nesta gestação. Os batimentos cardíacos fetais estão normais e o crescimento fetal é adequado para a idade gestacional.
Diante do quadro clínico, dos achados objetivos maternos e do histórico clínico-obstétrico apresentado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3898230 Enfermagem

Situação hipotética: C.M.S., 34 anos, gestante de 30 semanas, G3P1A1, comparece ao serviço obstétrico relatando perda de líquido pelos genitais há cerca de 12 horas, em quantidade variável, porém frequentemente contínua, sem odor fétido. Apresenta hipertensão arterial crônica, em uso regular de anti-hipertensivo, histórico de infecções do trato urinário recorrentes na gestação atual, hipotireoidismo e é tabagista ativa. Encontra-se afebril, em bom estado geral, com pressão arterial de 135/85 mmHg. O abdome é gravídico, indolor, sem atividade uterina palpável. A ausculta fetal revela batimentos cardíacos regulares (145 bpm). À palpação obstétrica, observa-se redução da sensação de líquido amniótico. Ao exame ginecológico com espéculo, observa-se líquido claro em fundo de saco vaginal, com exteriorização pelo orifício externo do colo uterino, evidenciada após manobra de Valsalva. O colo uterino encontra-se fechado, posterior, sem sinais de trabalho de parto. A análise do conteúdo cervicovaginal evidenciou cristalização do muco cervical em padrão de “folha de samambaia”, e a mensuração do pH vaginal revelou valor de 7,0. Foi solicitado ultrassonografia obstétrica com Doppler e perfil biofísico fetal, e orientado conduta expectante.



Considerando o reconhecimento da situação obstétrica do caso clínico proposto, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898231 Enfermagem

Situação hipotética: G.S., 29 anos, G2P0A1, Rh negativo e não sensibilizada, com gestação de 9 semanas, datada por ultrassonografia precoce, procura atendimento obstétrico referindo cessação dos sintomas gravídicos. Antecedentes pessoais incluem etilismo e tabagismo ativos, não interrompidos após o diagnóstico da gestação. Encontra-se em acompanhamento em CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial - Álcool e outras Drogas). Nega dor abdominal, sangramento vaginal ou perda de líquido. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, afebril e hemodinamicamente estável. Ao exame ginecológico, observa-se útero de tamanho inferior ao esperado para a idade gestacional e colo uterino com orifício interno fechado. A ultrassonografia transvaginal evidencia embrião único intrauterino, com comprimento cabeça-nádega de 16 mm, sem atividade cardíaca. Diante do quadro, foi instituído tratamento clínico com misoprostol, evoluindo com eliminação de conteúdo uterino após 48 horas, sem intercorrências imediatas. Não foi realizado exame anatomopatológico do produto do abortamento e foi orientado seguimento clínico com dosagem de hCG. A paciente demonstra interesse em realizar inserção de dispositivo intrauterino para evitar nova gestação.



Sobre o caso em questão, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898232 Enfermagem

Durante a discussão de casos clínicos em uma maternidade de referência para gestação de alto risco, a equipe multiprofissional discute sobre a problemática da prematuridade. Ao final, a preceptora elenca cinco condições, abaixo descritas, e solicita que os residentes reconheçam o que se configura como fator de risco independente para parto prematuro espontâneo. Analise as condições descritas:



I- Comprimento cervical <25 mm no segundo trimestre.


II- Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade diagnosticada após 34 semanas.


III- Diabetes Mellitus e ganho ponderal materno excessivo no terceiro trimestre.


IV- Hipotireoidismo subclínico tratado durante o pré-natal.


V- Gestação única em mulher multípara.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898233 Enfermagem

Leia o caso clínico extraído de Tesser C.D. et al. (2015).  


Adelir, 29 anos, G3P2C2A0, casada, em abril de 2014 estava no final da gestação e desejava parto normal. Fez o pré-natal no centro de saúde, mas abandonou o seguimento com 39 semanas por medo de ser induzida a uma cesariana. Com 41 semanas de gestação, foi ao hospital para uma avaliação de vitalidade fetal e iniciando o trabalho de parto. Foi realizado um ultrassom, que mostrou perfeitas condições de vitalidade fetal e feto pélvico. A médica no hospital indicou cesariana, por duas cirurgias anteriores e feto pélvico. Adelir recusou, assinou termo de responsabilidade e voltou para casa, para aguardar o avanço de seu trabalho de parto. Foi surpreendida às 01:30h por policiais que a obrigaram a ir ao hospital realizar a cesariana, enviados por um juiz, acionado por um promotor, requisitado pelo hospital onde havia sido atendida. No hospital, o marido é impedido de acompanhar a cesariana. Não houve intercorrências e o bebê nasceu com boa vitalidade.


Fonte: TESSER, C.D.; KNOBEL, R.; ANDREZZO, H.F.A., DINIZ, S.D. Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que é e o que fazer. Rev Bras Med Fam Comunidade,v. 10, n. 35,p. 1-12, 2015.



Com base nas boas práticas de assistência obstétrica, sobre o caso em análise, é CORRETO afirmar que:.

Alternativas
Q3898234 Enfermagem

Durante a avaliação obstétrica em maternidade de referência, uma gestante de 39 semanas e 4 dias, primigesta, é admitida para definição de conduta frente à indicação de interrupção da gestação. Ao exame obstétrico, observou-se colo uterino centralizado, com dilatação de 4 cm, esvaecimento de 50%, consistência firme e apresentação fetal situada a –2 de De Lee. Com base nesses achados, foi calculado o Índice de Bishop para subsidiar a decisão clínica.



Considerando os parâmetros descritos, assinale a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao valor do Índice de Bishop e ao seu significado clínico.

Alternativas
Q3898235 Enfermagem

Situação hipotética: J. A., 26 anos, há 96 horas procura uma Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando ter tido relação sexual vaginal , com uso de preservativo masculino. Porém, refere que o método apresentou falha durante o ato. Afirma não desejar engravidar no momento. Não faz uso regular de método contraceptivo hormonal, não apresenta contraindicações conhecidas e encontra-se fora do período menstrual. O dia da ovulação não pode ser estimado.



Diante dessa situação, é afirmar que, para a contracepção de emergência: CORRETO 

Alternativas
Q3898236 Enfermagem

Situação hipotética: G.L., 24 anos, G1P1, com 12 horas pós-parto vaginal, sem intercorrências obstétricas durante o trabalho de parto. Ao exame físico, apresenta-se afebril, pressão arterial dentro da normalidade. À palpação abdominal, observa-se útero aumentado, de consistência amolecida, com fundo uterino acima da cicatriz umbilical. A paciente não apresenta exteriorização de lóquios e refere leve desconforto abdominal, sem sangramento vaginal visível.


Com base no caso apresentado, analise os itens abaixo.



I- G.L. encontra-se no puerpério imediato. Dessa forma, é esperado um leve desconforto abdominal e que o útero se apresente aumentado e com consistência amolecida.


II- G.L. está com 12 horas de pós-parto. Logo, a altura do fundo uterino mede aproximadamente 12 cm e deve atingir a altura da sínfise púbica.


III- G.L. apresenta lóquios retidos à avaliação loquiométrica, situação clínica indesejável, que predispõe a infecção puerperal.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: B
24: D
25: E
26: D
27: B
28: A
29: B
30: E
31: E
32: D
33: B
34: A
35: A
36: C
37: C
38: C
39: D
40: E