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Questões de Concurso Público Prefeitura de Conquista D'Oeste - MT 2026 para Assistente Administrativo

Questões Discursivas

Foram encontradas 40 questões

Q4250998 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
 O título "As redes sociais anestesiam sentimentos" antecipa a tese central do texto, que pode ser resumida como: 
Alternativas
Q4250999 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho "Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó" (2º parágrafo), a causa do fenômeno descrito é o(a):
Alternativas
Q4251000 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
A observação da autora de que, no Rio e em São Paulo, "o celular não é tão visível" nas ruas, ao contrário do que ocorre nas cidades europeias (6º parágrafo), permite inferir que: 
Alternativas
Q4251001 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
 A sequência "Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político" (1º parágrafo) cumpre, no texto, a função de: 
Alternativas
Q4251002 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho "Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho" (7º parágrafo), o termo em destaque retoma: 
Alternativas
Q4251003 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho "Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo" (1º parágrafo), o conectivo em destaque estabelece com o período anterior uma relação de: 
Alternativas
Q4251004 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No título do texto (“As redes sociais anestesiam sentimentos”), a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q4251005 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho “Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q4251006 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho "Noreena Hertz, britânica, autora do livro 'O século da solidão', diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso" (9º parágrafo), as aspas no termo em destaque são empregadas para: 
Alternativas
Q4251007 Não definido
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No período "Como diz Fernanda, 'estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente'" (4º parágrafo), a oração destacada classifica-se como subordinada: 
Alternativas
Q4251008 Não definido
Um usuário do MS Word 2013 em português deseja alterar os arranjos e disposições visuais de um texto, tais como orientação da página, número de colunas e outras características. Para acessar essas funcionalidades, ele deve, de forma direta, ir para a guia: 
Alternativas
Q4251009 Não definido
Caso um usuário do MS Excel 2013 em português deseje remover os espaços duplos ou triplos de uma cadeia de caracteres de uma célula, mas mantendo os espaços simples entre as palavras, ele deve utilizar a função: 
Alternativas
Q4251010 Não definido
Caso um usuário do MS Windows 11, em português, deseje extrair um conteúdo selecionado e enviá-lo para a área de transferência, ele precisa digitar as teclas de atalho 
Alternativas
Q4251011 Não definido

Um usuário do Google Meet ingressou em uma reunião e está personalizando suas configurações para interagir melhor com os participantes. Uma das configurações que ele deseja personalizar é a de ativação de legendas. Para acessar o recurso que permite essas configurações, ele precisa, primeiramente, clicar no ícone:

Alternativas
Q4251012 Não definido
Um administrador de rede de uma empresa precisa fazer um backup de todos os arquivos selecionados, independentemente de terem sido alterados ou não. Esse tipo de backup é conhecido como backup
Alternativas
Q4251013 Não definido
Em um terminal rodoviário, dois ônibus partem simultaneamente às 8h. O primeiro ônibus faz o percurso completo de ida e volta em 40 minutos, e o segundo faz o mesmo trajeto em 60 minutos. Mantendo essa regularidade, o horário em que eles partirão juntos novamente desse terminal será:
Alternativas
Q4251014 Não definido
 Maria quer comprar um presente que consiste em um boneco e uma bola. Na loja, ela encontra 3 modelos diferentes de bonecos e 3 modelos diferentes de bolas. A quantidade de pares distintos de presentes que ela pode formar é: 
Alternativas
Q4251015 Não definido
Uma padaria registrou a venda de bolos de segunda a sexta-feira. Nos quatro primeiros dias, foram vendidos 12, 15, 18 e 11 bolos, respectivamente. Se a média diária de vendas nesses cinco dias foi de 15 bolos, a quantidade de bolos vendidos na sexta-feira foi:
Alternativas
Q4251016 Não definido
Um aparelho custava R$ 120,00. Na liquidação, sofreu um desconto de 15%. Um cliente decidiu comprar o aparelho e pagou à vista, ganhando um novo desconto de 10% sobre o preço de liquidação. O valor final pago pelo cliente foi de: 
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Q4251017 Não definido
Um avô deseja dividir a quantia de R$ 650,00 entre seus três netos de forma inversamente proporcional às suas idades, que são 2, 3 e 4 anos. Realizada a divisão correta, a diferença em dinheiro entre o neto que recebeu a maior quantia e o neto que recebeu a menor quantia corresponde a:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: B
5: C
6: C
7: D
8: D
9: B
10: A
11: D
12: B
13: C
14: B
15: A
16: B
17: C
18: D
19: A
20: C