Um fonoaudiólogo acompanha uma criança de 7 anos com
paralisia cerebral e dificuldades importantes de comunicação
oral. Durante a terapia, utiliza cartões com figuras para trabalhar
vocabulário e construção de frases e, paralelamente, implementa
um sistema de comunicação alternativa e aumentativa para
possibilitar que a criança faça escolhas, expresse necessidades
e participe das atividades escolares e familiares. Considerando
a distinção entre Tecnologia Assistiva e recursos de finalidade
educacional ou terapêutica, depreende-se que: