Questões de Concurso Público Prefeitura de Araçás - BA 2026 para Professor de História
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“O ensino de História deve contribuir para a formação de sujeitos capazes de compreender a historicidade das experiências humanas, reconhecendo diferentes perspectivas, identidades e memórias, bem como analisando criticamente as relações de poder presentes na sociedade.”
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 2018, p. 399
Nesse contexto, é coerente afirmar que tais orientações:
O mapa abaixo apresenta os Rios Tigre e Eufrates cortando toda a região da Mesopotâmia. Observe-o.

Fonte: https://imagohistoria.blogspot.com/2011/03/antiguidade-oriental-5-de-8-mesopotamia.html
Os povos da Mesopotâmia desenvolveram técnicas para controlar
as águas dos rios Tigre e Eufrates por meio da construção de
diques e de canais. O principal objetivo dessas obras era:
Fonte: LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de José Rivair Macedo. Bauru: Edusc, 2005, p. 46
Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a transição da Antiguidade para a Idade Média, pode-se afirmar que o(a):
Observe o mapa e analise a afirmativa a seguir:
Os reinos cristãos na Península Ibérica no século XI

Localização do Condado Portucalense
entregue a D. Henrique de Borgonha
Fonte: https://eugostodehistoria2.blogspot.com/2015/03/os-reinos-cristaos-napeninsula-iberica.html
A Guerra da Reconquista (séculos VIII–XV) constituiu um longo processo de expansão dos reinos cristãos da Península Ibérica sobre os territórios muçulmanos de Al-Andalus. No caso português, esse movimento esteve diretamente relacionado à formação territorial do reino e ao fortalecimento do poder régio. Nessa perspectiva, a relação entre a Reconquista e a precoce centralização política de Portugal, em comparação com outros reinos ibéricos, explica-se pelo fato de que o(a):
“A prosperidade econômica das cidades italianas, especialmente entre os séculos XIV e XVI, permitiu que mercadores, banqueiros e governantes investissem recursos na produção artística, no conhecimento científico e na valorização da cultura clássica, fenômenos que marcaram profundamente o Renascimento.”
Fonte: BURKE, Peter. O Renascimento Italiano: Cultura e Sociedade na Itália. São Paulo: Nova Fronteira, 2010
Com base no texto e em seus conhecimentos históricos, a relação entre o poder das cidades-Estado italianas, a burguesia e o Renascimento se justifica pelo fato de que o(a):
Fonte: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2013
A partir do fragmento de texto e dos conhecimentos sobre a colonização da América Portuguesa, a análise correta da relação entre os colonizadores e os povos originários é representada por:
“A escravidão africana foi alimentada por um vasto comércio atlântico que deslocou milhões de pessoas para as Américas, integrando diferentes regiões da África e do Novo Mundo em uma complexa rede econômica e social.”
Fonte: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a diáspora africana e a formação da mão de obra na América Portuguesa entre os séculos XVI e XVIII, atesta-se que o(a):
“A Revolução entrou numa nova fase quando as ameaças externas e internas levaram os jacobinos a concentrar o poder político. Em nome da defesa da República, medidas excepcionais foram adotadas, incluindo a perseguição aos opositores e o uso sistemático da guilhotina.”
Fonte: Adaptado de: História Geral e do Brasil. VICENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2016
Observe a ilustração representando episódios associados ao Período do Terror (1793-1794).
A radicalização revolucionária

Fonte: https://davidbraga.wordpress.com/2011/09/06/terror-a-foice-da-igualdade/
Considerando o texto e a imagem acerca do processo histórico da Revolução Francesa, observa-se que:
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, representou uma profunda transformação na vida da colônia. Entre as medidas adotadas por D. João, destacou-se a “Abertura dos Portos às Nações Amigas”, rompendo o antigo pacto colonial e ampliando o contato da sociedade brasileira com influências estrangeiras.
“A presença da Corte no Rio de Janeiro alterou profundamente os costumes da população. Novos hábitos de consumo, formas de sociabilidade, modas, livros e produtos europeus passaram a circular com maior intensidade, redefinindo práticas culturais e comportamentos urbanos.”
Fonte: Adaptado de: SCHWARCZ, Lilia Moritz. A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
Baseado nessas informações, um dos impactos culturais decorrentes da Abertura dos Portos e da Chegada da Corte portuguesa ao Brasil consiste no(a):
Fonte: REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Cia das Letras, 2003.
O recente filme brasileiro Malês retrata aspectos dessa revolta e da experiência dos africanos muçulmanos na Bahia do século XIX.
Fonte: https://gshow.globo.com/cultura-pop/filmes/noticia/males-filme-de-antonio-pitanga
Sobre a singularidade da Revolta dos Malês, pode-se explicitar que:
Observe o mapa da Região Platina e considere seus conhecimentos sobre a política externa do Segundo Reinado no Brasil (1840–1889).

Fonte: Bacia do Prata Fonte: Ministério dos Transportes, 2015 Org. FREITAS, Elisa Pinheiro de
A atuação do Império brasileiro na Região Platina esteve relacionada à defesa de interesses econômicos, estratégicos e geopolíticos. Nesse contexto, os objetivos e os resultados da intervenção brasileira nos conflitos platinos do século XIX eram:
Fonte: GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 184.
O intelectual e ativista político italiano Antonio Gramsci fazia previsões pessimistas para as democracias liberais europeias na virada do século XIX para o XX. Com base no contexto da Belle Époque europeia (1871-1914) e considerando as tensões sociais e políticas que marcaram o período, pode-se versar que:
Fonte: QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o messianismo e o banditismo social no Brasil, verifica-se que: