Questões de Concurso Público EMGEPRON 2026 para Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico)
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O Bacula é uma ferramenta de backup, restauração e verificação de dados de nível corporativo, de código aberto. No que se refere aos conceitos dessa plataforma de backup, três são descritos a seguir:
I. Lista os arquivos/diretórios que serão incluídos ou excluídos no backup.
II. Tempo que os dados permanecem no Catálogo ou no Volume, antes de serem considerados expirados.
III. Comando que remove os registros de arquivos e/ou jobs do catálogo para liberar espaço, permitindo que o volume seja reciclado.
Os conceitos descritos em I, em II e em III são denominados, respectivamente:
No que tange à instalação da ferramenta Bacula em sistemas Linux como o Ubuntu, os arquivos de configuração são armazenados em um diretório, sendo três deles caracterizados a seguir.
I. Define Storage Device (onde gravar, ex: diretório local ou fita).
II. Configuração do cliente a ser submetido ao processo de backup.
III. Configuração do console de administração.
Os arquivos de configuração para os três casos em I, em II e em II são, respectivamente:
A criptografia é o pilar fundamental da segurança de redes e internet, transformando dados em códigos ininteligíveis, para proteger informações contra acessos não autorizados, garantindo a confidencialidade, a integridade e autenticação de dados ou em trânsito, utilizando protocolos essenciais como SSL/TLS, HTTPS e criptografia de ponta a ponta (VPNs, mensageiros). Entre os tipos de criptografia, dois são escritos a seguir:
I. conhecido com simétrica, para grandes volumes de dados, usa a mesma chave secreta para criptografar e descriptografar. Um exemplo desse tipo é visto como o padrão ouro, rápido, seguro e usado para proteger tudo, desde arquivos em discos rígidos (criptografia de dados em repouso) até a maioria das comunicações online. Oferece segurança bem superior a outro similares, utilizando tamanhos de chave de 128, 192 ou 256 bits.
II. conhecido com assimétrica, para troca de chaves e autenticação, usa um par de chaves, uma pública (para criptografar) e uma privada (para descriptografar). Um exemplo deste tipo é visto como um dos mais antigos e usados para criptografar pequenas quantidades de dados, como chaves de sessão e para assinaturas digitais.
Esses dois exemplos são conhecidos, respectivamente como: