Questões de Concurso Público EMGEPRON 2026 para Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico)
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No que se refere à gerência de memória, uma técnica utilizada possui as características listadas a seguir.
I. os programas são divididos em blocos de tamanhos variados, cada um com seu próprio espaço de endereçamento.
II. emprega um tipo de alocação da memória de modo não fixo, dependente da lógica do programa.
III. o mapeamento é feito através das tabelas de mapeamento de segmentos.
IV. os endereços são compostos pelo número e um deslocamento dentro do segmento.
V. cada entrada na tabela mantém o endereço físico e o tamanho do segmento, se ele está ou não na memória e sua proteção.
VI. o sistema operacional mantém uma tabela com as áreas livres e ocupadas da memória.
VII. somente segmentos referenciados são transferidos para a memória principal.
VIII. ocorre fragmentação externa.
Essa técnica é denominada:
No processo de instalação, configuração e administração do Windows Server 2019 BR, na etapa “configurações de segurança e atualizações”, instala-se e ativa-se dois aplicativos, o primeiro para verificar se há atualizações e instalar todas as importantes e recomendadas, além da configurar as políticas de atualização conforme necessário, enquanto o segundo visa certificar-se de que esse aplicativo está ativado. Esses dois aplicativos são, respectivamente, Windows:
No que diz respeito ao Linux, um componente é o cerne do sistema operacional, constituindo a interface básica entre o hardware de um computador e seus processos, certificando-se de que haja memória disponível para que os aplicativos Linux sejam executados, otimizando processadores e navegando em requisitos de sistema entre aplicativos. Funciona como o componente interno de um Sistema Operacional (SO), que controla todas as funções primárias do hardware, independentemente do dispositivo, incluindo celulares, tablets, desktop, notebooks e servidores, tendo por foco as seguintes funções essenciais:
I. Gestão de memória: acompanhamento da quantidade de memória utilizada e como aproveitá-la.
II. Gerenciamento de processos: determinar quais processos e a maneira que eles podem utilizar a unidade de processamento central (CPU).
III. Drivers de dispositivos: atuam como um intermediário entre o hardware e os aplicativos/processos.
IV. Segurança e chamados do sistema: recebe as solicitações para atendimento emitidos pelos processos dos aplicativos.
Esse componente do Linux é conhecido como:
O comando vi, no Linux, é um editor de textos ASCII poderoso e muito usado na interface de caracteres do Linux para edição de arquivos e programas. Seu uso não é muito intuitivo à primeira vista, mas a edição simples de textos pode ser feita usando poucos comandos. Para as ações “salvar arquivo”, “aplicar alinhamento à esquerda” e “localizar texto à frente” são utilizados, respectivamente, os seguintes comandos:
A configuração de serviços de rede essenciais em um ambiente Linux (como Debian/Ubuntu), envolve a instalação e ajuste de arquivos de configuração específicos para HTTP (Apache), DNS (BIND9) e acesso remoto seguro (OpenSSH). Nesse sentido, a pasta padrão que tem por função armazenar os arquivos de configuração do sistema é:
O Citrix Virtual Apps and Desktops é uma solução de virtualização que oferece aos profissionais de TI o controle de máquinas virtuais, aplicativos, licenciamento e segurança, ao mesmo tempo que fornece acesso em qualquer lugar para qualquer dispositivo. Entre seus componentes principais, um realiza o gerenciamento central de um site, sendo instalado em pelo menos um servidor no datacenter e tendo como funções:
• Otimizar conexões do usuário
• Balancear a carga das conexões
• Distribuir aplicativos e áreas de trabalho
• Autenticar e gerenciar o acesso do usuário
• Trocar conexões entre usuários e suas áreas de trabalho e aplicativos
Esse componente é conhecido como:
O Nagios é usado em processos de negócios em uma cultura DevOps, sendo um software de código aberto para monitoramento contínuo de sistemas, redes e infraestruturas. Nessa atividade, ele executa plug-ins armazenados em um servidor conectado a um host ou outro servidor na rede ou na Internet. Em caso de qualquer falha, Nagios gera alertas sobre os problemas, para que a equipe técnica possa realizar o processo de recuperação imediatamente. Os arquivos de configuração do Nagios estão localizados em um diretório padrão que armazena diversos arquivos, cada qual com um objetivo. O principal que define parâmetros como o nome do servidor e o diretório de trabalho, é padronizado com um nome específico. Nesse contexto, o caminho utilizado para esse diretório e o nome específico para o arquivo principal de configuração constam, respectivamente, da seguinte opção:
O Bacula é uma ferramenta de backup, restauração e verificação de dados de nível corporativo, de código aberto. No que se refere aos conceitos dessa plataforma de backup, três são descritos a seguir:
I. Lista os arquivos/diretórios que serão incluídos ou excluídos no backup.
II. Tempo que os dados permanecem no Catálogo ou no Volume, antes de serem considerados expirados.
III. Comando que remove os registros de arquivos e/ou jobs do catálogo para liberar espaço, permitindo que o volume seja reciclado.
Os conceitos descritos em I, em II e em III são denominados, respectivamente:
No que tange à instalação da ferramenta Bacula em sistemas Linux como o Ubuntu, os arquivos de configuração são armazenados em um diretório, sendo três deles caracterizados a seguir.
I. Define Storage Device (onde gravar, ex: diretório local ou fita).
II. Configuração do cliente a ser submetido ao processo de backup.
III. Configuração do console de administração.
Os arquivos de configuração para os três casos em I, em II e em II são, respectivamente:
O modelo OSI foi desenvolvido pela ISO (International Organization for Standardization) com sete camadas, cada camada possuindo um subconjunto de funções e dependente da camada inferior para realizar funções mais primitivas e ocultar os detalhes destas funções, além de oferecer serviços à próxima camada mais alta. Entre elas, duas são descritas a seguir:
I. é responsável pela comunicação entre duas máquinas, ou seja, transforma um canal de transmissão normal em uma linha livre de erros de transmissão, para isso, essa camada mascara os erros reais, de modo que a camada de rede não os veja, isto é possível usando o frame de dados, ou seja, o transmissor divide as informações de entrada em quadro de dados e os transmite sequencialmente. Se esse serviço for confiável, o receptor confirmará o recebimento através do frame de confirmação. Um frame ou quadro consiste em um conjunto de bits agrupados, que transportam informações de usuário e de controle.
II. é responsável pela utilização das mensagens, suportando vários protocolos necessários para o usuário. O mais usado é o HTTP (HyperText Transfer Protocol), quando digitado um endereço de site no browser, este envia o nome da página desejada ao servidor que hospeda a página, que responde transmitindo a página ao navegador. Além deste protocolo, outros são usados para transferências de arquivos, correio eletrônico e transmissão de notícias pela rede.
Essas duas camadas são conhecidas, respectivamente, como:
TIA/EIA 568A e 568B são padrões relacionados às telecomunicações, definidos pela TIA (Telecomminications IndustryAssociation) e pela EIA (Eletronic Industries Alliance), mais especificamente, fazem referência à sequência dos fi os dentro do conector RJ-45 quando se configura o conector em um cabo par trançado usado em uma redes de computadores. A figura ilustra o conector RJ-45, empregado na implementação física dessas redes. Os dois padrões em referência definem um sistema de codificação com quatro cores básicas, em combinação com o branco, para os condutores UTP, bem como a ordem dos pares no conector.

De acordo com a normalização EIA/TIA 568A a ser empregada na conectorização, a sequência de guias 1-2-3-4-5-6-7-8 corresponde às seguintes cores:
Atualmente, em redes de computadores cabeadas, existem diversas categorias de cabos de par trançado, das quais três são descritas a seguir:
I. É um cabo que substitui o cabo categoria 5 e por padrão trabalha em redes 10/100/1000Mbps a uma distância de 100m.
II. É um cabo utilizado para transmissão de dados a uma taxa de 10Gbps. No entanto, caso se trate de um cabo UTP, a distância não deve exceder 55m. Já para as versões STP, esse cabo consegue manter seu desempenho para 100m.
As categorias para os cabos descritos em I e em II são denominadas, respectivamente:
A figura abaixo ilustra um tipo de placa mãe, empregada na configuração de microcomputadores Intel.

Os componentes de hardware conhecidos por barramento SATA e slot de memória RAM DDR estão identificados, respectivamente, como:
No que diz respeito à arquitetura dos microcomputadores e ao hardware, a figura apresenta diversos conectores existentes em uma placa mãe e no painel traseiro do gabinete de um microcomputador versão desktop.

Os conectores identificados pelas siglas MB01, MB03, MB07, MB08 e MB09 são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
A sigla RAID tem por significado “Redundant Array of Independent Disks" e representa uma tecnologia de armazenamento que combina dois ou mais discos rígidos (HDs ou SSDs) em uma única unidade lógica para aumentar o desempenho, a segurança dos dados ou ambos. Dentre os tipos de RAID, dois são caracterizados a seguir.
I. é teoricamente referido como um "Divisor de Espelhos", uma configuração que funciona corretamente com um mínimo de quatro discos, onde cada disco é pareado em dois para espelhamento. Isso pode ser entendido pelo fato de que com menos de 6 discos, esse tipo teria três grupos desenvolvidos. Os dados dentro do grupo são espelhados em ambos os discos, o que significa que, se um determinado grupo tiver o Disco 1 e o Disco 2 contidos em um grupo, os dados no Disco 1 serão exatamente os mesmos que no Disco 2. Os grupos, no entanto, são divididos.
II. é uma configuração aninhada e chamada de "Espelho de Divisões", embora possa funcionar perfeitamente em três discos. No entanto, é implementado na maioria das vezes em quatro discos e, para isso, é preciso considerar seis discos que são organizados em dois grupos de 3 discos. Os dados em cada grupo são divididos, onde cada bloco está associado a um disco diferente. No grupo, os dados são espelhados no disco que possui o mesmo bloco do primeiro grupo. Esta é a razão pela qual é referido como um espelho de divisões em teoria.
Os tipos caracterizados em I e em II são referenciados, respectivamente, como:
No funcionamento dos sistemas operacionais, existe um processo de gerenciamento de dados permite que um computador armazene temporariamente informações em um buffer, em um disco rígido ou em um SSD, antes de enviá-las para um dispositivo de saída, como uma impressora. Esse método é amplamente utilizado em S.O. para otimizar o uso de recursos e melhorar a eficiência na execução de tarefas que envolvem dispositivos periféricos. Essa técnica é conhecida como:
Na operação dos microcomputadores e notebooks, o gerenciamento de memória é responsável por controlar a memória principal (RAM) e a memória secundária, para maximizar a eficiência dos processos. Nesse sentido, utiliza três processos, descritos a seguir:
I. emprega espaços de armazenamento para simular mais RAM usando disco ou SSD, movendo dados via swap,
II. emprega áreas de tamanho fixo, para eliminar fragmentação externa, e
III. emprega áreas de tamanho variável, para organizar porções lógicas.
Esses três processos são denominados, respectivamente:
De forma similar ao Windows 10/11 BR, as “distros” utilizam sistemas de arquivos padronizados, na instalação. A virtualização permite executar múltiplos sistemas operacionais, isolados em um único hardware físico, que funciona como hospedeiro, otimizando recursos e reduzindo custos com servidores. No contexto do Windows 10BR (host) e Oracle Linux (guest), utiliza-se hipervisores para criar máquinas virtuais 32/64 bits, suportando operações seguras, consolidação de cargas de trabalho e emulação de hardware. Dois exemplos de sistemas de arquivos, um empregado pelo Windows 10/11 e outro pelo Linux e um exemplo dos hipervisores é conhecido como Oracle:
O Linux é cada vez mais adotado por pessoas programadoras que trabalham com linguagens como JavaScript, PHP e Python. Um comando Linux nada mais é que uma instrução que o usuário digita na linha de comando de um terminal para realizar uma ação. Entre esses comandos, enquanto um modifica as permissões de acesso de arquivos e diretórios, sendo utilizado para conceder ou revogar permissões de leitura, gravação e execução para o proprietário, grupo e outros usuários, outro executa comandos Linux com privilégios de superusuário, sendo bastante útil especialmente em situações que exigem permissões administrativas. Esses dois comandos são, respectivamente: