Questões de Concurso Público Prefeitura de Lucas do Rio Verde - MT 2022 para Operador de Máquinas e Equipamentos

Foram encontradas 40 questões

Q4280932 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
No trecho “O termo higiene geralmente evoca imagens (...)” (1º parágrafo), a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q4280933 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
De acordo com o texto, o termo higiene:
Alternativas
Q4280934 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
“Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.” (1º parágrafo). Na oração transcrita, apresenta-se uma relação de: 
Alternativas
Q4280935 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
Na frase “Embora essas práticas ajudem na limpeza (...)” (1º parágrafo), as palavras destacadas referem-se a: 
Alternativas
Q4280936 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
Em relação às práticas e ferramentas para melhorar a qualidade de vida, a higiene da saúde mental envolve:
Alternativas
Q4280937 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
“(...) gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral” (2º parágrafo). Para a saúde mental, o trecho transcrito indica uma: 
Alternativas
Q4280938 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
As práticas sugeridas no texto podem trazer benefícios para a saúde, como: 
Alternativas
Q4280939 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
Na frase, “Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças” (1º parágrafo), uma palavra que tem significado OPOSTO à palavra destacada é: 
Alternativas
Q4280940 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
“Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa” (3º parágrafo). A palavra destacada pode ser substituída sem alteração de seu sentido original por:
Alternativas
Q4280941 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
O texto tem como ideia principal:
Alternativas
Q4280942 Não definido
TEXTO I

Pequenas práticas diárias para melhorar a saúde mental

    O termo higiene geralmente evoca imagens como lavar as mãos, tomar banho e talvez uma pessoa escovando os dentes. Embora essas práticas ajudem na limpeza e impeçam a propagação de doenças, outro componente da boa higiene consiste no cuidado diário da saúde mental. A Organização Mundial da Saúde define higiene como “uma série de práticas realizadas para preservar a saúde”. Assim como nossos corpos se beneficiam da manutenção diária, nossas mentes também.
   A higiene da saúde mental se concentra no uso de práticas e ferramentas simples para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa por meio de comportamentos psicológicos positivos diários. Ter uma mente feliz e focada nos ajuda a ser mais criativos e produtivos, e estudos mostram que gastar apenas 10 minutos por dia utilizando tais comportamentos positivos pode melhorar o bem-estar e a saúde mental de uma maneira geral.
     Essas práticas não dissiparão problemas externos ou estressores, mas, a longo prazo, ajudarão a melhorar a resiliência e o bem-estar geral de uma pessoa. Pesquisas mostram que praticar a atenção plena e expressar gratidão por alguns minutos todos os dias afeta significativamente a qualidade de vida de uma pessoa.

Fonte: Adaptado de https://porvir.org/pequenas-praticas-diarias-para-melhorar-asaude-mental/. Acesso em 01/09/2022. 
Na primeira linha do texto, o termo geralmente tem como sinônimo: 
Alternativas
Q4280943 Não definido

TEXTO II 


Fonte: https://www.facebook.com/objetosinanimadoscartoon/photos/ a.563

No quadrinho de Guilherme Bandeira, após espirrar, o calendário perde muitas folhas, o que sugere que: 
Alternativas
Q4280944 Não definido

TEXTO II 


Fonte: https://www.facebook.com/objetosinanimadoscartoon/photos/ a.563

Para compreender o quadrinho, é necessário que o leitor observe, além das palavras, alguns elementos não verbais. Esses elementos se expressam por meio de: 
Alternativas
Q4280945 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
A história é contada a partir do olhar de um narrador: 
Alternativas
Q4280946 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
Sobre a caracterização das personagens, a irmã do protagonista é apresentada como uma pessoa que: 
Alternativas
Q4280947 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
De acordo com o narrador, morar em Vila Teresa apresentava algumas vantagens, como a de: 
Alternativas
Q4280948 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
Em relação aos fatos expostos na narrativa, um trecho que remete a um tempo passado é o: 
Alternativas
Q4280949 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
Uma expressão que reflete o estado emocional do protagonista no momento da mudança é: 
Alternativas
Q4280950 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
O trecho “Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos” (5º parágrafo) apresenta uma relação de:  
Alternativas
Q4280951 Não definido
TEXTO III

Minha vida

    Agora tem um ano que mudamos para a nossa casa no Paraíso. Ela não está pronta ainda. Falta emboçar as paredes de fora e pintar as de dentro, mas, orgulhoso, meu pai fala que pelo menos não precisamos mais ter medo de ficar sem dinheiro no fim do mês para pagar o aluguel.
    Nosso bairro ainda não tem luz. A água tiramos de uma cisterna de vinte metros de fundura, com uma bomba Marumby. Todos nós revezamos para garantir o banho e para minha mãe cozinhar e lavar roupa para fora. Hoje são dez trouxas, mas já foram umas quinze por semana.
   Eu sinto falta da Vila Teresa. Quando no ano passado o caminhão encostou para levar a mudança, corri para o quintalzinho, onde vivia em camaradagem com lesmas, grilos, paquinhas, minhocas e até um sapo-boi, na estação das águas, e abri o berreiro. Ali passei os melhores anos da minha vida, brincando de bola no campinho, de pique, indo à escola…
    Está sendo difícil adaptar aqui, porque antes a gente vivia num cortiço, mas com água encanada e luz elétrica, e a rua, calçada de paralelepípedo, era perto do Centro. Atravessávamos a ponte nova e já estávamos na praça Rui Barbosa, onde meu irmão e minha irmã rodavam no sábado à noite. Lá estão os dois cinemas da cidade, a padaria mais bonita, a maior lanchonete, os bancos e, para tristeza do meu pai, coitado, o melhor ponto para vender pipoca.
    Mas na Vila Teresa também havia inconvenientes. O correio de casas, muito perto do rio Pomba, ficava coberto pelas águas quando vinha a enchente. Aminha irmã detesta o Paraíso, porque é longe e feio. Na hora de trabalhar, ela tem que ir a pé até o Beira-Rio para pegar um ônibus. Ela acorda antes do sol e desce a morraria xingando e lamentando o dia em que nasceu. Ela reclama da poeirama, na estiagem, e do barro, na época das chuvas. E vive ameaçando que um dia casa com alguém só para ir embora. Aí minha mãe fica brava, porque ela fala que quis sair da Vila Teresa para dar uma vida mais digna para os filhos, mas principalmente para minha irmã, onde já se viu criar uma menina no meio de marginais e mulheres-da-vida? Meu irmão entra na discussão e acusa minha irmã de ser metida, que ela tem um rei na barriga e que, em vez de louvar a família, cospe no prato que come. E meu pai, que não gosta de confusão, começa a assobiar, a cantar, sai de fininho, e só volta quando colocaram uma pedra sobre o assunto.

Adaptado de Ruffato, Luiz. Minha vida. In: Acidade dorme: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. (p. 11-4)
O quinto parágrafo inicia com informações sobre o local onde o protagonista morava, expressando, com o parágrafo anterior, uma relação de: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: C
4: B
5: A
6: B
7: B
8: C
9: A
10: A
11: C
12: B
13: C
14: B
15: A
16: C
17: B
18: C
19: A
20: D