Questões de Concurso Público IF-RJ 2022 para Assistente em Administração

Foram encontradas 8 questões

Q3976211 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

De acordo com o texto, uma caracterização atribuída aos consumidores atuais passa pela exigência de conhecimento acerca da associação entre as marcas e o seguinte aspecto: 
Alternativas
Q3976212 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

Na conclusão, o autor sintetiza um posicionamento acerca das guerras, sustentado na seguinte perspectiva: 
Alternativas
Q3976213 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

A expressão “colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal” (4° parágrafo) assume, no contexto da frase, o valor de: 
Alternativas
Q3976214 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

O emprego da virgula delimita uma sequência de enumeração de elementos em:
Alternativas
Q3976215 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

No quarto parágrafo, a palavra “até” é equivalente semanticamente a: 
Alternativas
Q3976216 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

No 8º parágrafo, a organização das ideias centrais se eslrutura por meio do seguinte procedimento: 
Alternativas
Q3976217 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

“As marcas responséveis não querem relações negatlvas com outras marcas” (6° parágrafo). A expressão ‘relações negativas com outras marcas” está corretamente substituida por um pronome pessoal em: 
Alternativas
Q3976218 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

A palavra “a” é uma preposição exigida pela regência verbal em:
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: D
4: B
5: C
6: B
7: D
8: A