Questões de Concurso Público Câmara de Lucas do Rio Verde - MT 2022 para Analista Administrativo

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Q4294417 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
O modo de construção do texto se caracteriza predominantemente pelo caráter: 
Alternativas
Q4294418 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

Entre o título pretendido pelo autor para sua biografia e o título do texto lido nesta prova, observa-se uma estrutura paralela com alternância das palavras “ainda” e “sempre”.


Essa alternância ressalta o seguinte aspecto discutido no texto: 

Alternativas
Q4294419 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
A organização interna do terceiro parágrafo pode ser descrita pelo seguinte par de palavras: 
Alternativas
Q4294420 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
No segundo parágrafo, a expressão destacada pelos travessões assume, no conjunto da frase, a função de: 
Alternativas
Q4294421 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

O verbo “atravessar” (1º parágrafo) encontra-se flexionado na 3ª pessoa do singular por concordar com o seguinte termo:

 

Alternativas
Q4294422 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
A ideia central da primeira frase do texto é construída com base na seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q4294423 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
A palavra “que” introduz um termo com a função de objeto direto em: 
Alternativas
Q4294424 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
No segundo parágrafo, a palavra “como” tem o sentido de: 
Alternativas
Q4294425 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
Em “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio” (2º parágrafo), a expressão “apesar de” tem valor de: 
Alternativas
Q4294426 Não definido
Miró da Muribeca sempre está aqui 


    Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.


    Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.


    Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista. 


    Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca. 


Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
Na frase “merece um tiro quem inventou a bala”, destaca-se um posicionamento do autor baseado em: 
Alternativas
Q4294427 Não definido
Um dispositivo que pode ser utilizado na entrada de dados, como um scanner, na obtenção de dados para processamento e também na saída dos já processados, na geração de listagens e relatórios, e como uma fotocopiadora é conhecido por impressora:
Alternativas
Q4294428 Não definido

Durante a digitação de um texto, é possível utilizar um recurso que produz um efeito artístico, ilustrado nas figuras abaixo.


Captura_de tela 2026-09-10 135804.jpg (156×136)


No Writer da suíte LibreOffice 7.0 em português e no Word do pacote MS Office 2019 BR, ambos nas versões de 64 bits, esse recurso é conhecido respectivamente, como:

Alternativas
Q4294429 Não definido

A planilha abaixo foi criada no Excel 2019 BR.


Captura_de tela 2026-09-10 135922.jpg (182×126)


Na planilha foram executados os procedimentos descritos a seguir.


Na célula E8 foi inserida a expressão =MED(A6:E6).


Na célula E10 foi inserida a expressão =SE(MOD(E8;2)=0;"LUCAS";"RIO VERDE")


Nessas condições, os valores mostrados em E8 e em E10 são, respectivamente:

Alternativas
Q4294430 Não definido
Atualmente, é comum o acesso de celulares, notebooks ou microcomputadores à internet por meio de redes sem fio, que utilizam um serviço, configurado em um roteador, que atribui, de forma dinâmica, um endereço lógico conhecido pela sigla IP a esses dispositivos. Esse serviço é conhecido como: 
Alternativas
Q4294431 Não definido
Para acessar sites na internet, por meio de um notebook, os internautas empregam um software específico, denominado browser, como por exemplo, o Google Chrome. Neste software, para verificar o status dos downloads realizados ou em execução, deve-se executar o seguinte atalho de teclado:  
Alternativas
Q4294432 Não definido
Segundo a Lei Orgânica do Município de Lucas do Rio Verde, é de competência privativa do Município legislar sobre a: 
Alternativas
Q4294433 Não definido
A passagem do servidor de uma classe para outra, mediante aprovação em processo contínuo e específico de avaliação, denomina-se progressão por: 
Alternativas
Q4294434 Não definido
A forma de regime político do Brasil consagrada na Constituição Federal de 1988 é a: 
Alternativas
Q4294435 Não definido
Quando a administração pública reconhece e aprova a legalidade de um ato unilateral e vinculado examinando apenas o aspecto da legalidade, a esse ato denominamos: 
Alternativas
Q4294436 Não definido
A transferência de um serviço descentralizado cujo processo é efetuado através de lei, transferindo a execução de determinado serviço público a uma entidade administrativa por ela criada para essa finalidade, denomina-se: 
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: A
5: A
6: B
7: D
8: A
9: B
10: D
11: C
12: D
13: C
14: A
15: B
16: C
17: A
18: D
19: B
20: C