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Questões de Concurso Público APS 2026 para Engenheiro de Manutenção - Engenharia Clínica

Questões Discursivas

Foram encontradas 60 questões

Q4209905 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

O texto destaca as seguintes funções da literatura, à exceção de uma. Assinale-a. 
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Q4209906 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

No segundo parágrafo, o uso de aspas em “verdade”, se justifica, pois 
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Q4209907 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Em “Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo”, observa-se um caso de 
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Q4209908 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

A partir das reflexões sobre o papel da literatura no texto, assinale a opção em que não se observa um par em construção antonímica. 
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Q4209909 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Em “Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas”, o valor semântico existente entre a primeira oração e o resto do período é 
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Q4209910 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Assinale a opção em que o adjetivo correspondente altera o sentido da locução em destaque. 
Alternativas
Q4209911 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

A oração desenvolvida da frase “Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade”, é 
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Q4209912 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Assinale a opção em que se observa uma construção em sentido literal. 
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Q4209913 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Na frase: “a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano”, o vocábulo sublinhado exerce a função sintática de 
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Q4209914 Português

Para que Literatura (Olga de Sá)


      Nesta época de tanta ciência e tecnologia, para que publicar textos de Literatura? Quem por eles se interessaria?

      As perguntas sobre os grandes temas da vida humana se tecem nos poemas e nas obras de ficção. A Literatura, já o disse de outra maneira Roland Barthes, não responde às perguntas, fechando-as; porque as amplia, multiplica suas respostas. Não pretende atingir nenhuma “verdade”; pretende abrir nossa mente para as inúmeras percepções de mundo, que existem nos universos mentais das pessoas.

      Mas do que precisamos, dizem os homens práticos, é de soluções, respostas, de expedientes úteis, de resolver os problemas da cidade e do campo.

      Então para que Literatura? Para levantar questões fundamentais, abrir nosso mundo pequenino, feito de minúsculos fatos do dia a dia, ao grande painel de reflexão humana. Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos. Sem perder o pé na realidade.

      A leitura é o meio que temos de conviver com valores e ideias de outros universos, no espaço e no tempo, inacessíveis, de outro modo, à experiência humana. [...]

      Por que não Literatura? Por que não Poesia? A poesia é o que criamos de mais próximo do núcleo da realidade do ser. Parecendo etérea e desvinculada de nossas metas pragmáticas, a poesia, no entanto, nos dá o mundo em lágrimas e em risos, em vida e em morte, em angústia e esperança, o mundo em dimensões de humano. O poema recupera o ritmo das coisas, capta o alento e a respiração do todo, e os exprime em “palavras-coisas” essenciais.

      Por vezes, a poesia invade nossa vida sob forma de uma criança, um palhaço, um bêbado, um louco. Sob a forma de flor, de bicho, de árvore, de fogo, de beleza, enfim. Se isso acontecer, se formos capazes de reconhecer o rosto de nossa irmã-poesia nos pequenos ou breves encontros com as coisas, então estamos salvos do tédio e do desespero.

      Cada um de nós, enquanto se torna receptivo aos grandes temas da Literatura – o amor e a morte, a liberdade e o destino, o absurdo e o racional, a iniquidade e a justiça, a angústia e o medo, o desespero e a esperança, a beleza e o grotesco -, poderá encontrar em si o diálogo com as profundezas do ser e o silêncio diante do mistério.

      Para que Literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade.


(SÁ, Olga de. Introdução. In: GUIMARÃES, Ruth. Contos de cidadezinha. Centro Cultural Teresa d´Ávila, 1996). 

Assinale a estratégia argumentativa utilizada em “Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos”. 
Alternativas
Q4209915 Raciocínio Lógico
As seguintes duas proposições são FALSAS:

• Maria é fumante ou não está na varanda.
• Se Maria mora na Zona Sul, então Maria é rica.

Portanto, é VERDADEIRA a proposição 
Alternativas
Q4209916 Matemática
Considere o triângulo ABC no plano cartesiano xy, tal que:
A(-4,2), B(-3,-3) e C(1,1).

No que se refere aos comprimentos dos seus lados e aos seus ângulos internos, o triângulo ABC é classificado como 
Alternativas
Q4209917 Matemática
Um sistema dispõe de N caracteres distintos para formar as senhas de segurança de que necessita. As senhas devem usar todos os N caracteres, sem repetições. Se o número total de senhas possíveis for menor que 600, então o sistema considera que N é muito baixo. Além disso, se o número total de senhas possíveis for maior que 1000, então o sistema considera que N é desnecessariamente alto.
O seguinte valor de N não é considerado muito baixo, nem desnecessariamente alto, pelo sistema: 
Alternativas
Q4209918 Raciocínio Lógico
A partir de n = 1, os termos de uma sequência numérica são definidos por: 

???????? = (−1) ????+1 ∙ (???? ???????????????????? ???????? ????????????????????ã???? ???????? ???? ???????????? 13) 

A seguir são apresentados os primeiros quatro termos dessa sequência:

????1 = 1, ????2 = −2, ????3 = 3 ???? ????4 = −4


Os termos dessa sequência se repetem a cada 
Alternativas
Q4209919 Raciocínio Lógico
Em uma mesa circular, estão sentadas 12 pessoas. Entre elas, 6 pessoas têm o perfil de apenas falarem proposições verdadeiras (V), enquanto as 6 restantes, o de apenas falarem proposições falsas (F). A figura mostra como as 12 pessoas estão sentadas ao redor da mesa: cada pessoa que apenas fala proposições verdadeiras está sentada entre duas pessoas que apenas falam proposições falsas, e vice-versa.
15.png (187×177)
Uma mesma proposição que poderia ser dita por todas as 12 pessoas, sem contrariar o perfil de cada uma, é 
Alternativas
Q4209920 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte proposição feita sobre os hospitais de uma cidade:
Há um hospital na cidade em que todos os funcionários já possuem ou estão cursando uma pós-graduação.

A negação da proposição acima é logicamente equivalente à proposição 
Alternativas
Q4209921 Matemática
O grupo formado por André, Bernardo, Carla, Daniela e Eduarda está em uma sala de espera. O grupo está a aguardar um recrutador que escolherá, pelo menos, um membro do grupo para participar de um projeto.
Supondo que todas as possíveis escolhas do recrutador são equiprováveis, a probabilidade de sua escolha ser André, Carla e Eduarda é 
Alternativas
Q4209922 Matemática
Um evento é formado por um total de 605 participantes, dos quais 347 são médicos e 258 são advogados. A organização do evento realizará um sorteio e precisa definir o número de participantes a serem sorteados. A ideia é que esse número seja o menor a garantir que, entre os sorteados, haja, pelo menos, 113 advogados.
Esse número é 
Alternativas
Q4209923 Matemática
A incidência composta de três aumentos percentuais sucessivos resultou em um aumento acumulado de 60%. Sabe-se que os dois primeiros aumentos foram de 10% e 20%.
Portanto, o terceiro aumento foi mais próximo de 
Alternativas
Q4209924 Matemática
A figura mostra 7 recipientes cúbicos idênticos, cada um com 75% de sua capacidade máxima ocupada por água.
20.png (357×208)
O número máximo de tanques vazios, idênticos aos apresentados, que poderiam ser completamente cheios com a água presente no interior dos 7 tanques da figura é 
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: A
4: D
5: A
6: C
7: D
8: A
9: C
10: B
11: A
12: C
13: B
14: D
15: C
16: B
17: D
18: A
19: B
20: C