Questões de Concurso Público Prefeitura de Cristalina - GO 2026 para Auxiliar de Serviços Gerais Escolar / Merendeiro Escolar

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Q4392143 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
Considerando a relação estabelecida entre leitura e formação do estudante apresentada no texto, infere‑se que a leitura de diferentes experiências humanas pode contribuir principalmente para
Alternativas
Q4392144 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No texto, as palavras “exige” e “texto” classificam‑se morfologicamente, na ordem em que aparecem, como  
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Q4392145 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No trecho “No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize”, a expressão “No entanto” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q4392146 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
De acordo com o texto, a palavra “emancipatório” assume um sentido voltado à libertação e à autonomia. Considerando essa informação, assinale a opção que apresenta um antônimo adequado para esse termo.
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Q4392147 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No trecho “Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura”, a vírgula serve para separar uma estrutura que
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Q4392148 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No trecho “transformar a leitura em uma obrigação enfadonha”, o termo “enfadonha” pode ser substituído, sem alteração do sentido original do texto, por
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Q4392149 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No trecho “Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos”, a palavra “Ademais”, no contexto em que foi empregada, introduz uma ideia cuja função de
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Q4392150 Português
Texto para a questão.


O papel da literatura na formação do pensamento crítico nas escolas


   A inserção da literatura no cotidiano escolar vai muito além de uma exigência curricular burocrática; ela atua como um instrumento formador de consciências e de sensibilidades. Em uma época em que o excesso de conteúdos instantâneos nas redes sociais fragmenta a atenção dos jovens, o texto literário exige tempo, densidade e reflexão profunda. Ao entrar em contato com narrativas que retratam realidades distintas da sua, o estudante desenvolve a empatia e passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas. No entanto, para que esse potencial emancipatório se concretize, as instituições de ensino precisam contar com bibliotecas bem equipadas e professores valorizados, capazes de mediar o encontro do aluno com a obra de arte de maneira viva e instigante. Sem esse esforço coletivo, corre‑se o risco de transformar a leitura em uma obrigação enfadonha, esvaziando o seu poder de ressignificar a sociedade.

  Ademais, a literatura oferece um espaço seguro para o debate de temas complexos, como justiça social, identidade e diversidade, que são essenciais para a formação cidadã. Ela convida o leitor a questionar o senso comum, a desvendar preconceitos e a construir sua própria visão de mundo, tornando‑se uma ferramenta insubstituível na construção de um pensamento crítico e autônomo.


 Internet: <anped.org.br> (com adaptações).   
No trecho “passa a enxergar o mundo sob múltiplas perspectivas”, a palavra “mundo” classifica‑se morfologicamente como um
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Q4392151 Português
Considerando as regras de concordância da norma‑padrão da língua portuguesa, assinale a opção em que a frase está inteiramente correta.
Alternativas
Q4392152 Português
Assinale a opção em que a divisão silábica da palavra foi efetuada corretamente conforme as normas gramaticais para prefixos, hiatos e encontros consonantais.
Alternativas
Q4392153 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
Com base na leitura do texto, identifica‑se que o conflito central nas metrópoles contemporâneas decorre de uma
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Q4392154 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No título do texto, os termos “patrimônio” e “histórico” recebem acento gráfico, respectivamente, por serem classificados como 
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Q4392155 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “formam a espinha dorsal da memória coletiva,”, a expressão “espinha dorsal” foi empregada em sentido 
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Q4392156 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos”, o termo “marcos” é classificado gramaticalmente como 
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Q4392157 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam”, a vírgula após a expressão “Por essa razão” serve para
Alternativas
Q4392158 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “o passado é tratado como resíduo obsoleto”, a palavra “obsoleto”, diante do contexto, tem por sinônimo adequado 
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Q4392159 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global”, a palavra “resiliência” expressa a ideia de
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Q4392160 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
A partir da leitura texto, conclui‑se que investir na conservação do patrimônio histórico é fundamental para
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Q4392161 Português
Assinale a opção em que a acentuação gráfica de todas as palavras está em conformidade com as regras da gramática normativa.
Alternativas
Q4392162 Português
Assinale a opção em que todos os substantivos apresentam a flexão de plural corretamente realizada.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: E
4: D
5: A
6: A
7: C
8: B
9: A
10: E
11: E
12: D
13: D
14: A
15: D
16: B
17: C
18: A
19: B
20: C