Questões de Concurso Público CREF - 21ª Região (MA) 2026 para Técnico Administrativo

Foram encontradas 120 questões

Q4312005 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas.”, a forma verbal “cabe” é transitiva direta e indireta, pois exige, simultaneamente, um objeto direto e um objeto indireto.
Alternativas
Q4312006 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “expor usuários a riscos graves”, o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” seria obrigatório caso o substantivo “riscos” fosse substituído pelo termo equivalente ameaças, escrevendo‑se expor usuários à ameaças graves.
Alternativas
Q4312007 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Na oração “vira uma lei da selva”, o segmento é empregado em sentido conotativo, constituindo uma metáfora para figurar um cenário de desordem e prevalência do mais forte na ausência de regulamentação tecnológica.
Alternativas
Q4312008 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Em “Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial”, a oração que atua como sujeito da forma verbal “é” apresenta um núcleo representado pelo substantivo “ética”.
Alternativas
Q4312009 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.”, o travessão poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical e para a coerência do texto, pela conjunção adversativa “mas” antecedida de uma vírgula, escrevendo‑se: Afinal, tecnologia sem ética não é avanço, mas perigo.
Alternativas
Q4312010 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

A correção gramatical seria mantida caso o trecho “sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.” fosse reescrito da seguinte maneira: caso não haja princípios éticos nem regulação adequada, a tecnologia poderá reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.
Alternativas
Q4312011 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Considerando o emprego das palavras e a adequação vocabular no texto, a forma verbal utilizada no segmento “salienta Radfahrer” funciona como um verbo de elocução empregado como sinônimo perfeito de ratifica.
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Q4312012 Não definido
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Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal”, os vocábulos “bem” e “mal.” exercem, no período, o papel de adjetivos, caracterizando os efeitos da aplicação tecnológica.
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Q4312013 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Considerando o que dispõe o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, os vocábulos “contrassenso”, “Lusofonia” e “países‑membros” foram empregados no texto em estrita conformidade com as regras ortográficas.
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Q4312014 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

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Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Com base nos dados apresentados no texto, infere‑se que uma parcela superior a um terço dos entrevistados brasileiros declara não ter curiosidade por manifestações culturais provenientes de outros países que têm o português como língua oficial.
Alternativas
Q4312015 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

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No trecho “já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira.”, o conectivo “já que” introduz uma oração de valor concessivo, a qual poderia ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido original do texto, por ainda que.
Alternativas
Q4312016 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

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No período “se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história,”, a combinação entre o pretérito imperfeito do subjuntivo (“conhecesse”) e o futuro do pretérito do indicativo (“passaria”) estabelece uma correlação verbal adequada para exprimir uma hipótese e o seu resultado provável no plano condicional.
Alternativas
Q4312017 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Na construção “Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história,”, a eliminação da vírgula empregada logo após a conjunção “que” preservaria a correção gramatical e o sentido original do período.
Alternativas
Q4312018 Não definido
Texto para o item.

Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento,”, a substituição da forma verbal “há” por existe manteria a correção gramatical e o sentido original do período.
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Q4312019 Não definido
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Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No período “O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade.”, os trechos “de diplomas” e “pesquisas conjuntas” desempenham, respectivamente, as funções sintáticas de complemento nominal e de objeto direto, motivo pelo qual ambos são classificados como termos integrantes da oração.
Alternativas
Q4312020 Não definido
Texto para o item.

Brasileiros desconhecem países que falam português

    Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional, agora com nove países integrantes, tem como missão usar o idioma comum para aproximar os países‑membros, incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e beneficiar suas populações.
    Apesar das três décadas de existência, só agora se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião abrangendo os países da CPLP. Trata‑se do Barômetro da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos países‑membros.
    O levantamento revelou que, embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes, não façam fronteira entre si e estejam em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os problemas que suas populações enxergam, em seus territórios, são muito parecidos.
  O Barômetro identificou que, de forma geral, os países que falam português conhecem consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas de desconhecimento – também há desinteresse e distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais de outras nações de língua portuguesa. 
    Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a compreender, com mais profundidade, sua própria história, já que a maior parte da população é negra e a escravidão de origem africana foi, por muito tempo, a base da economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um “contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para ele, trata‑se de uma falha estrutural do país.
    O Brasil precisa avançar no reconhecimento de diplomas, ampliar a cooperação entre universidades, incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para empresas dentro da comunidade. Também é essencial conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa, formação de profissionais, inovação e experiências em áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita essa integração: a língua portuguesa.

Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Os segmentos “Apesar das três décadas de existência” e “embora os países de língua portuguesa estejam espalhados por quatro continentes” exercem a mesma função sintática no texto, classificando‑se como orações subordinadas adverbiais concessivas.
Alternativas
Q4312021 Não definido
Em uma competição de atletismo, uma equipe dispunha de cinco atletas, entre eles Bernardo e Gael, para formar uma equipe de revezamento 4 × 100 metros. Quatro atletas foram escolhidos e distribuídos entre as quatro posições do revezamento, sendo relevante a ordem em que correriam.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

A equipe poderá ser formada e ordenada de exatamente 60 maneiras distintas.
Alternativas
Q4312022 Não definido
Em uma competição de atletismo, uma equipe dispunha de cinco atletas, entre eles Bernardo e Gael, para formar uma equipe de revezamento 4 × 100 metros. Quatro atletas foram escolhidos e distribuídos entre as quatro posições do revezamento, sendo relevante a ordem em que correriam.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

Há exatamente 96 formações distintas nas quais apenas um entre Bernardo e Gael participa da equipe.
Alternativas
Q4312023 Não definido
Em uma competição de atletismo, uma equipe dispunha de cinco atletas, entre eles Bernardo e Gael, para formar uma equipe de revezamento 4 × 100 metros. Quatro atletas foram escolhidos e distribuídos entre as quatro posições do revezamento, sendo relevante a ordem em que correriam.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

Há 48 formações distintas nas quais Bernardo e Gael ocupam posições adjacentes no revezamento.
Alternativas
Q4312024 Não definido
Em uma competição de atletismo, uma equipe dispunha de cinco atletas, entre eles Bernardo e Gael, para formar uma equipe de revezamento 4 × 100 metros. Quatro atletas foram escolhidos e distribuídos entre as quatro posições do revezamento, sendo relevante a ordem em que correriam.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

Há 72 formações distintas nas quais Bernardo e Gael participam da equipe. 
Alternativas
Respostas
1: E
2: E
3: C
4: E
5: C
6: C
7: E
8: E
9: C
10: C
11: E
12: C
13: E
14: E
15: C
16: E
17: E
18: E
19: E
20: C