Questões de Concurso Público SEDF 2025 para Professor de Educação Básica: Radiologia
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Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência FSE (Fast Spin Eco) T2 fabricante GE faz com que o exame fique mais rápido, e o líquido ficará com hipersinal.
Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência IR (Inversion Recovery) satura a gordura, evidenciando o líquido cerebrospinal (LCR).
Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência FLAIR (Fluid Attenuated Inversion Recovery) faz parte de um exame de ressonância magnética de crânio e, também, evidencia áreas de gliose.
A matriz em ressonância magnética é representada como linhas e colunas, sendo o pixel a intersecção entre linhas e colunas basicamente. Em relação a um exame em que a equipe médica necessite que a imagem tenha melhor resolução espacial, mais detalhes, alterar a matriz e a modificação de outros parâmetros do protocolo seria uma boa opção. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca da matriz em ressonância magnética.
Se uma matriz 456 × 456 for modificada para 1024 × 1024, ocorrerá a diminuição da relação sinal ruído.
A matriz em ressonância magnética é representada como linhas e colunas, sendo o pixel a intersecção entre linhas e colunas basicamente. Em relação a um exame em que a equipe médica necessite que a imagem tenha melhor resolução espacial, mais detalhes, alterar a matriz e a modificação de outros parâmetros do protocolo seria uma boa opção. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca da matriz em ressonância magnética.
Se uma matriz de 456 × 456 tiver aumentado o número de excitação (NEX), ocorrerá o aumento da relação sinal ruído.
É possível utilizar o fenômeno de fluxo em exames de ressonância magnética, para visualização de vasos, sem a utilização de contraste intravenoso. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, acerca do fenômeno de fluxo em ressonância magnética.
A técnica de preenchimento rápido do espaço K é importante para estruturas anatômicas que possuem movimento, como o de respiração no caso de exames de abdome. Essa técnica é chamada por alguns fabricantes de ressonância magnética de SSFSE (Single Shot Fast Spin Eco).
É possível utilizar o fenômeno de fluxo em exames de ressonância magnética, para visualização de vasos, sem a utilização de contraste intravenoso. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, acerca do fenômeno de fluxo em ressonância magnética.
A técnica TOF (Time‑of‑Flight) utiliza‑se da diferença de sinal do próprio sangue em movimento em relação ao sangue estacionário.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências póstero anterior (PA) e perfil com imagem radiopaca do ressesso costo diafragmático.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências PA e perfil com imagem radiopaca do ápice pulmonar, sugere‑se um tipo de bactéria aeróbica.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências PA e perfil, áreas que são radio transparentes aparecem radiopacas devido a um processo inflamatório que preenche os alvéolos.
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Os raios‑X que atravessam o paciente são captados pelos detectores que, por intermédio de um processo digital e computacional, são transformados em imagens.
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Na radiografia computadorizada RC (Computed Radiography), a imagem latente forma‑se em uma placa de fósforo sensível à radiação, que é lida por um laser para formar a imagem digital.
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Os cristais fluorescentes que ficam na superfície do écran absorvem a energia dos fótons de raios‑X e transformam em fóton de luz. Além do mais, essa luz sensibiliza os cristais (haletos de prata).
Deve‑se checar sempre se o nome do paciente na identificação dos filmes radiológicos está correto, pois a troca do nome do paciente em um exame pode acarretar problemas sérios, como a realização de procedimentos incorretos em pessoas cuja identidade possa ter sido trocada.
Os profissionais da radiologia trabalham com técnicas de diagnóstico por imagem que, utilizadas sem a devida habilidade, podem causar danos à saúde, seja para o paciente ou para próprio profissional. Todo profissional da radiologia deve se pautar em relação ao princípio ALARA (As Low as Reasonably Achievable – Tão baixo quanto razoavelmente alcançável). A partir dessas informações, julgue o item a seguir, no que se refere ao princípio ALARA.
A colimação do feixe de radiação na área de interesse possibilita menos radiação espalhada e melhora a qualidade da imagem.
A medicina nuclear trabalha com radiofármacos e, através desses radiofármacos ministrados pela via intravenosa, quando estão na corrente sanguínea, são absorvidos pelos órgãos, e os órgãos, ao absorverem o radiofármaco, emitem radiação, e essa radiação é captada por um aparelho chamado gama‑câmara. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca do radiofármaco.
Em relação às imagens radiológicas, muitas possuem a mesma densidade, ou seja, os órgãos que correspondem às imagens absorvem quase que a mesma quantidade de raios‑X, então são mostradas com a mesma tonalidade de tons de cinza em um filme radiológico ou na radiologia digital, sendo que a injeção de contraste iodado via intravenosa, ao entrar pela corrente sanguínea e ser absorvida pelos órgãos. Estes órgãos absorvem de forma diferente, ocasionando o contraste na imagem. Alguns órgãos aparecem mais claros (radiopacos), outros mais escuros (radiotransparentes), possibilitando, assim, ao médico diferenciar os órgãos.
A medicina nuclear trabalha com radiofármacos e, através desses radiofármacos ministrados pela via intravenosa, quando estão na corrente sanguínea, são absorvidos pelos órgãos, e os órgãos, ao absorverem o radiofármaco, emitem radiação, e essa radiação é captada por um aparelho chamado gama‑câmara. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca do radiofármaco.
Em nosso corpo, todos os órgãos possuem afinidade por uma determinada substância química. Por exemplo, a tireoide possui afinidade pelo iodo, se injetarmos iodo (intravenoso), a tireoide é o órgão que mais vai absorver o iodo, então pode‑se dizer que cada órgão possui uma afinidade por uma substância química que chamamos de fármaco.
A medicina nuclear trabalha com radiofármacos e, através desses radiofármacos ministrados pela via intravenosa, quando estão na corrente sanguínea, são absorvidos pelos órgãos, e os órgãos, ao absorverem o radiofármaco, emitem radiação, e essa radiação é captada por um aparelho chamado gama‑câmara. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca do radiofármaco.
A combinação de um fármaco e um radioisótopo caracteriza o radiofármaco. O radiofármaco circula pela via venosa até o órgão do objetivo do estudo. Esse órgão absorve e emite a radiação.
As pausas, após algumas sessões de radioterapia, são essenciais. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, a respeito das pausas das sessões de radioterapia.
As células cancerígenas multiplicam‑se rapidamente, algumas podem se utilizar da via sanguínea, na qual se alojam e formam novos tumores. Em relação à radioterapia, células normais também são danificadas.
As pausas, após algumas sessões de radioterapia, são essenciais. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, a respeito das pausas das sessões de radioterapia.
As células normais recuperam‑se com maior facilidade, porém as células cancerígenas têm menor poder de reparação.