Questões de Concurso Público Prefeitura de Bauru - SP 2022 para Especialista em Saúde - Nutricionista

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Q4417945 Português
Considere a tirinha da personagem Mafalda abaixo e marque a alternativa CORRETA quanto à figura de linguagem utilizada. 

Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://cangurunews.com.br/tirinhas-mafalda/. Acesso em 20 jul 2022.

A frase “E nos diplomamos no mesmo dia! Não Foi?” caracteriza uma:  
Alternativas
Q4417946 Português

Quanto ao uso de “Por que” e “Porque” na tirinha da Mafalda, pode-se afirmar que: 


I ) Em “Mas por que eu tenho que fazer isso”, por que tem função de substantivo.


II) Em “Mas por que eu tenho que fazer isso”, por que tem significado de razão ou motivo.


III) Em “Porque eu estou mandando, e eu sou sua mãe”, porque tem função de conjunção explicativa.


Está CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q4417947 Português
Em “Porque eu estou mandando, e eu sou sua mãe”, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4417948 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

Após a leitura do texto, podemos concluir que:
I ) O Slow Food se opõe à tendência de padronização do alimento no mundo.
II) O Slow Food defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados sobre os alimentos que consomem.
III) O Slow Food recupera a ideia de que comer é uma ação de prazer e não mecânica.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4417949 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

No trecho “Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q4417950 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

No trecho “Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.”, a expressão em destaque indica a ideia de:
Alternativas
Q4417951 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

No trecho “Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food.”, os termos em destaque constituem:
Alternativas
Q4417952 Português
Abaixo está uma sinopse do filme A Festa de Babette, de 1989. Leia atentamente e marque a alternativa que traz CORRETAMENTE o emprego da vírgula no texto. 
Dinamarca século XIX. Filippa e Martine são filhas de um rigoroso pastor luterano. Após a morte do religioso surge no vilarejo Babette uma parisiense que se oferece para ser a cozinheira e faxineira da família. Muitos anos depois ainda trabalhando na casa ela recebe a notícia de que ganhou um grande prêmio na loteria e se oferece para preparar um jantar francês em comemoração ao centésimo aniversário do pastor. Os paroquianos a princípio temerosos acabam rendendo-se ao banquete de Babette.
Fonte: Adaptado de https://www.adorocinema.com/filmes/filme-89485/. Acesso em 20 jul 2022.   
Alternativas
Q4417953 Português
Com base na sinopse do filme A Festa de Babette (1989) apresentada na questão anterior, marque a alternativa que caracteriza CORRETAMENTE a tipologia textual utilizada.
Alternativas
Q4417954 Português

Observe o cartum abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: www.fabianocartunista.com. Acesso em: 20 jul 2022.



A partir da leitura dos elementos textuais e não textuais, é possível inferir que:


I) O tema do cartum é a relação da boa alimentação com a boa saúde.


II) Os elementos não textuais do cartum deixam clara uma relação de contraste entre os dois personagens apresentados no que diz respeito aos hábitos alimentares de cada um.


III) O cartum leva o leitor a deduzir que não importa o que se come, mas sim o prazer que se obtém com isso.


Está CORRETO o que se afirma em:  

Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: A
4: D
5: A
6: B
7: C
8: D
9: A
10: A