Questões de Concurso Público Prefeitura de Faxinal dos Guedes - SC 2025 para Motorista

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Q3782627 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Ao longo do texto, a autora atribui ações, desejos e sensações a casas, paredes e ruínas, como em “as ruínas respiram” e “se parede sonhasse”. Esse recurso expressivo contribui, sobretudo, para: 
Alternativas
Q3782628 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A afirmação “memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro” revela uma concepção ampliada de espaço e pertencimento. A partir dessa ideia, infere-se que a autora compreende a moradia como: 
Alternativas
Q3782629 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No último parágrafo, o texto problematiza o conceito de ruína e propõe uma reinterpretação desse termo. Nesse contexto, as ruínas passam a ser entendidas como: 
Alternativas
Q3782630 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “as ruínas respiram”, a palavra “respiram” não é utilizada em sentido literal. No contexto do texto, esse verbo expressa a ideia de que as ruínas: 
Alternativas
Q3782631 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Observe o emprego da palavra “teimoso” no trecho “Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções”. Considerando o contexto, analise as assertivas:
I. O termo “teimoso” expressa insistência persistente diante da resistência do tempo.
II. A palavra poderia ser substituída por “obstinado”, sem prejuízo relevante de sentido.
III. No contexto, “teimoso” assume conotação negativa, associada à irracionalidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3782632 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo”, a substituição que preserva o sentido do termo “devolvem” no contexto é: 
Alternativas
Q3782633 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

As palavras da Língua Portuguesa podem ser classificadas, quanto à posição da sílaba tônica, em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Considerando palavras retiradas do texto, assinale a alternativa em que a palavra é proparoxítona. 
Alternativas
Q3782634 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Considerando o número de fonemas e dígrafos, enquanto passado possui ________, presença possui _______. No entanto, ambas as palavras __________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3782635 Português
Considerando as normas ortográficas vigentes da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente: 
Alternativas
Q3782636 Português
Considerando o emprego preciso do léxico na norma culta da Língua Portuguesa, analise as assertivas a seguir sobre relações de antonímia:
I. Parcimonioso opõe-se semanticamente a dissipador, pois indicam, respectivamente, economia excessiva e gasto desmedido.
II. Prolixo estabelece relação de antonímia com lacônico, uma vez que expressam excesso e concisão no uso da linguagem.
III. Efêmero é antônimo de precário, já que o primeiro remete à ideia de instabilidade e curta duração, e o segundo à tempo exato, preciso.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3782637 Matemática
Em um pequeno armazém, o responsável pelo estoque registrou a movimentação diária de caixas de produtos. No início da manhã, havia 245 caixas disponíveis. Ao longo do dia, foram adicionadas 128 caixas, enquanto 97 caixas foram retiradas para entrega em comércios locais. Ao final do expediente, realizou-se ainda a divisão das caixas restantes em 4 setores iguais do depósito. Com base nessa situação, qual alternativa apresenta a quantidade de caixas finais destinadas a cada setor? 
Alternativas
Q3782638 Matemática
No processo de organização de materiais escolares, um professor decidiu separar 396 unidades de lápis em agrupamentos baseados exclusivamente nos fatores primos desse número, a fim de formar conjuntos estruturados para uma atividade de matemática. Considerando a decomposição em fatores primos do número apresentado, qual alternativa corresponde corretamente ao resultado dessa decomposição? 
Alternativas
Q3782639 Matemática
Durante uma ação promocional, uma mercearia organizou kits de produtos para venda rápida. Um cliente adquiriu 2 caixas de leite a R$ 7,40 cada, 3 pacotes de massa a R$ 4,20 cada e 1 frasco de tempero no valor de R$ 5,80. No ato do pagamento, ele entregou uma nota de R$ 50,00. Considerando a soma total dos produtos e o valor recebido pelo caixa, qual alternativa apresenta o valor correto do troco devolvido ao cliente? 
Alternativas
Q3782640 Matemática
Para a montagem de um cenário escolar, uma professora precisa unir três tiras de papel colorido medindo 1,25 m, 75 cm e 0,4 m. Após formar a faixa contínua, será necessário cortar exatamente 50 cm dessa faixa para adaptar o material ao tamanho do mural. Considerando as conversões necessárias e o total de comprimento obtido, assinale a alternativa que indica quanto restará da faixa após o corte. 
Alternativas
Q3782641 Matemática
Em uma cozinha escolar, a equipe de alimentação precisa preparar uma mistura utilizando 350 g de aveia, 0,6 kg de açúcar e 250 g de frutas secas. Após a pesagem de todos os ingredientes, parte da mistura — equivalente a 300 g — será separada para outra receita. Considerando as conversões de massa necessárias, assinale a alternativa que indica a massa final da mistura que permanecerá disponível. 
Alternativas
Q3782642 Matemática
Durante a organização de uma gincana escolar, o coordenador registrou que a primeira atividade teve duração de 1 hora e 35 minutos, enquanto a segunda atividade — realizada após breve intervalo — durou 85 minutos. Ao final do evento, pretende-se divulgar aos participantes o tempo total efetivo de atividades, desconsiderando pausas. Com base nas conversões adequadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente a soma dos tempos gastos nas duas atividades. 
Alternativas
Q3782643 Matemática
Em uma campanha comunitária, uma equipe de voluntários arrecadou 480 cestas básicas. Após a triagem, verificou-se que 25% das cestas precisariam ser direcionadas para famílias em situação de vulnerabilidade extrema, enquanto o restante seria distribuído entre outras entidades assistenciais. Considerando esse cenário de distribuição proporcional, assinale a alternativa que apresenta a quantidade de cestas destinadas às famílias em vulnerabilidade extrema.
Alternativas
Q3782644 Matemática
Para organizar o material de uma atividade de artes, um professor registrou a quantidade total de itens utilizando a expressão numérica: 48 + 36 – 12 ÷ 3. O valor obtido representa o total de materiais que permaneceram disponíveis após separações e ajustes realizados ao longo da manhã. Qual alternativa corresponde ao resultado da expressão? 
Alternativas
Q3782645 Matemática
Em uma papelaria, um cliente adquiriu um caderno de R$ 18,00, um estojo de R$ 22,00 e dois marcadores de R$ 6,50 cada. No caixa, foi aplicado um desconto de 10% sobre o valor total da compra. Após o abatimento, o cliente efetuou o pagamento com uma nota de R$ 50,00, recebendo o troco correspondente. Assinale a alternativa que indica o valor do troco devolvido. 
Alternativas
Q3782646 Matemática
Para organizar turnos de manutenção no laboratório escolar, dois equipamentos precisam passar por revisões periódicas: o Equipamento A a cada 6 dias e o Equipamento B a cada 8 dias. A coordenação deseja definir um dia em que ambos voltem a ser revisados simultaneamente, considerando o ciclo natural de manutenção de cada um. Assim, assinale a alternativa que apresenta em quantos dias ocorrerá a próxima revisão conjunta, tomando como referência o dia da primeira revisão simultânea realizada hoje.
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: D
4: A
5: B
6: C
7: D
8: B
9: A
10: B
11: B
12: A
13: D
14: B
15: A
16: C
17: D
18: C
19: D
20: A