Questões de Concurso Público Prefeitura de Santo Ângelo - RS 2026 para Professor de Atendimento Educacional Especializado

Foram encontradas 10 questões

Q4306415 Português
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer


    Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.

    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer. 

    A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.

    Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.


Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Considerando as informações contidas no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A maioria dos casos de demência no mundo são provenientes de Alzheimer.
( ) A interação entre determinadas células pode influenciar o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A inflamação neural não influencia o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A demência pode resultar na morte cerebral de um indivíduo.
Alternativas
Q4306416 Português
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer


    Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.

    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer. 

    A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.

    Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.


Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
No trecho “[...] João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.” (2º parágrafo), os termos da oração sublinhados são, respectivamente:
Alternativas
Q4306417 Português
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer


    Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.

    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer. 

    A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.

    Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.


Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Assinalar a alternativa em que a oração destacada é classificada como subordinada adjetiva explicativa. 
Alternativas
Q4306418 Português
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer


    Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.

    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer. 

    A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.

    Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.


Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Considerando a frase “Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.” (4º parágrafo), assinalar a alternativa em que a reescrita das orações mantém o sentido original do período.
Alternativas
Q4306419 Português
A respeito das normas de regência nominal, analisar os itens.

I. Vinicius não fica calado a coisa alguma.
II. A terra foi cedida para os familiares do dono.
III. A censura ao aluno foi séria.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4306420 Português
Assinalar a alternativa em que as palavras destacadas nas frases estabelecem uma relação de polissemia.
Alternativas
Q4306421 Português
Sobre os processos de formação de palavras, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “reprodução” e “envelhecer” são formadas por derivação parassintética.
( ) As palavras “subterrâneo” e “apadrinhar” passaram por dois processos de formação de palavras: primeiro derivação sufixal e depois derivação prefixal.
( ) As palavras “atraso” e “pesca” foram formadas por derivação regressiva.
Alternativas
Q4306423 Português
Considerando que os números entre parênteses representam vírgulas na frase abaixo, analisar os itens.

Com o avanço das tecnologias digitais (1) muitas empresas (2) em busca de maior eficiência (3) passaram a adotar (4) modelos de trabalho mais flexíveis.

I. A vírgula 1 está correta.
II. A vírgula 2 está incorreta.
III. As vírgulas 3 e 4 estão corretas.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4306424 Português
De acordo com o emprego do sinal indicativo de crase, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

Fui ___ biblioteca para ver minha amiga. Nós combinamos de nos encontrarmos ___ 10h. Depois que devolvemos os livros ___ bibliotecária, fomos para casa ___ pé. 
Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: C
4: D
5: C
6: D
7: D
8: B
9: A
10: D