Questões de Concurso Público Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS 2026 para Atendente de Farmácia

Foram encontradas 40 questões

Q4378817 Não definido
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto

    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.
     Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.
    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.
    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.
     Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.
    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.
   O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.
    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
O texto utiliza a comparação entre a crosta terrestre e um queijo derretido sendo puxado. Essa comparação tem a finalidade de:
Alternativas
Q4378818 Português
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto

    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.
     Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.
    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.
    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.
     Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.
    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.
   O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.
    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
Considerando a frase “É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [...]" (8º parágrafo), assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo de “estiramento”.
Alternativas
Q4378819 Não definido
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto

    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.
     Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.
    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.
    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.
     Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.
    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.
   O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.
    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
Em "Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais." (2º parágrafo), a palavra “mais”, nesse contexto, é classificada como:
Alternativas
Q4378820 Não definido
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto

    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.
     Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.
    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.
    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.
     Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.
    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.
   O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.
    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
Assinalar a alternativa que aponta CORRETAMENTE entre parênteses o tipo de sujeito da frase. 
Alternativas
Q4378821 Português
A respeito da divisão silábica das palavras, analisar os itens.
I. Gra - tu - i - to.
II. Subs - ti - tu - to.
III. Ad - mi - tir.
IV. Nú - pcias.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4378822 Não definido
Assinalar a alternativa em que todas as palavras foram grafadas CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4378823 Português
Na tirinha abaixo, o humor se dá pelo: 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4378824 Português
Na frase “Trouxe um documento para o diretor”, a palavra “para” é classificada como:
Alternativas
Q4378825 Não definido
Sobre o plural de substantivos, analisar os itens.
I. Botão/botãos.
II. Lição/lições.
III. Pão/pões.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4378826 Português
Considerando a classificação das palavras quanto às sílabas tônicas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Oxítona.
(2) Paroxítona.
(3) Proparoxítona.
( ) Maestro.
( ) Átomo.
( ) Balde.
( ) Modificar. 
Alternativas
Q4378827 Não definido
Considerando o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4378828 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase com sentido conotativo.
Alternativas
Q4378829 Não definido
Considerando a flexão de gênero, assinalar a alternativa em que o masculino do substantivo feminino foi CORRETAMENTE apontado entre parênteses. 
Alternativas
Q4378830 Português
Considerando os processos de formação de palavras, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Prefixo.
(2) Sufixo.
( ) Arcebispo.
( ) Infeliz.
( ) Professor.
( ) Dezena.
Alternativas
Q4378831 Não definido
Assinalar a alternativa em que a palavra destacada é um adjetivo.
Alternativas
Q4378832 Matemática

Em uma estação ferroviária, um grande relógio analógico funciona corretamente e marca o tempo continuamente. 

Imagem associada para resolução da questão


Como em qualquer relógio desse tipo, no transcorrer de 15 minutos, o ponteiro dos minutos desloca-se de forma uniforme ao longo do mostrador. Ao todo, quantos graus o ponteiro dos minutos percorre nesse intervalo de tempo? 

Alternativas
Q4378833 Matemática
Assinalar a alternativa que apresenta o resultado da expressão abaixo, na forma de fração irredutível. 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4378834 Não definido
Um laboratório de pesquisa utiliza uma sequência de símbolos para identificar etapas de um experimento. Os símbolos são organizados seguindo uma regra lógica de repetição e aumento da quantidade de elementos, conforme ilustrado abaixo. Caso os símbolos ilustrados fossem invertidos, qual seria o próximo elemento? Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4378835 Matemática
Uma indústria de sucos utiliza 3.500kg de laranjas por dia, das quais são extraídos 2.800.000mL de suco. Sabendo que a produção diária ocorre em um turno de 7 horas, em média, quantas toneladas de laranjas e quantos litros de suco são processados por hora nessa indústria, respectivamente? 
Alternativas
Q4378836 Matemática

Certa pessoa usou uma régua graduada em milímetros para medir o comprimento de um lápis, obtendo a medida abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


O lápis só pode ser usado se tiver mais de 5 centímetros. Com relação à medida do lápis, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: A
5: B
6: D
7: B
8: A
9: B
10: C
11: D
12: C
13: D
14: A
15: C
16: B
17: D
18: B
19: A
20: D