Questões de Concurso Público CONSISA VRT - RS 2026 para Agente Administrativo

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Q4055578 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
O texto faz referência a um panorama da saúde pública mundial, o surgimento da Aids. Segundo o texto, sobre o prognóstico e o tratamento da doença, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4055579 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Sobre o emprego da crase no segmento do texto abaixo, assinalar a alternativa CORRETA.
“[...] Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS) [...]” (3º parágrafo). 
Alternativas
Q4055580 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
No trecho “Conhecido como ‘paciente de Berlim’, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção [...]” (7º parágrafo), a palavra sublinhada poderia ser trocada, sem prejuízo semântico ao período, por: 
Alternativas
Q4055581 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Em “Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação.” (4º parágrafo), os termos sublinhados exercem, respectivamente, as funções sintáticas de:
Alternativas
Q4055582 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
No trecho “Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado [...]” (1º parágrafo) as vírgulas foram utilizadas para:
Alternativas
Q4055583 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Avaliando a regência do verbo “aspirar”, analisar os itens.
I. O gás mostarda, o qual aspiraram soldados na Primeira Guerra, ainda é bastante utilizado.
II. A glória eterna, à qual aspiram os religiosos, é um estado de graça divina.
III. O livro, o qual aspirei desde minha infância, é um verdadeiro Best-seller.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4055584 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que se segmentou CORRETAMENTE a estrutura mórfica da palavra “infidelidade”.
Alternativas
Q4055585 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Considerando o emprego dos “porquês”, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
I. “Amai, ________ nada melhor para a saúde que um amor correspondido.” (Vinicius de Moraes).
II. Paulo gostaria de saber ________ você não respondeu logo.
III. Nunca saberei o ________ de os alunos não estudarem nada.
IV. “Choramos ao nascer ________ chegamos a este imenso cenário de dementes.” (William Shakespeare).
Alternativas
Q4055586 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.

A respeito da regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.


( ) Temos devoção a Nossa Senhora.


( ) Muitos ainda não tomaram a vacina da gripe.


( ) Aqueles turistas são moradores de São Paulo. 

Alternativas
Q4055587 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Com base no uso distinto de “perca” e “perda”, assinalar a alternativa cuja lacuna deve ser preenchida pelo segundo elemento.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: C
5: B
6: A
7: D
8: B
9: C
10: A