Questões de Concurso Público Prefeitura de Mato Leitão - RS 2024 para Professor - Educação Infantil

Foram encontradas 10 questões

Q3402775 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3402776 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
No último parágrafo, no trecho: “[...] mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.”, ocorre um caso de crase. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que houve crase pelo mesmo motivo: 
Alternativas
Q3402777 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
“[...] Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. [...]” (3º parágrafo) Nesse trecho, observe que a expressão “ao invés de” está empregada de maneira CORRETA no contexto. Assim, assinalar a alternativa em que a expressão sublinhada está sendo usada CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3402778 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. [...]” (1º parágrafo), mantendo a lógica textual e semântica é: 
Alternativas
Q3402779 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
No fim do mês, realizou-se, numa escola, um encontro com pais e professores para discutir a situação escolar dos filhos. Analisando-se as falas de alguns pais, assinalar aquela que é estruturada a partir de um eufemismo, isto é, foi falada com a intenção de amenizar a situação real: 
Alternativas
Q3402780 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Considerando a regência de alguns nomes, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Quando alguma novela faz apologia de assuntos sensíveis, todos a criticam.
( ) Nem todas vacinas podem ser benéficas das pessoas.
( ) Atualmente, sou morador de Fortaleza.
( ) Desde sempre, a escola pública é ávida por melhorias. 
Alternativas
Q3402781 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Transpondo a oração: “Pedro amava a cidade grande.” para a voz passiva analítica, obteremos a forma verbal: 
Alternativas
Q3402782 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada NÃO está sendo usada no sentido literal: 
Alternativas
Q3402783 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada: 
Alternativas
Q3402784 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Analisar o seguinte trecho de uma notícia: “Com aparência rechonchuda e surreal, os tardígrados intrigam pesquisadores há anos. Esse animal de oito patas cuja extensão não ultrapassa um milímetro pode ser encontrado em quase todos os habitats do mundo, e tem uma capacidade insuperável de sobreviver nas situações mais extremas.”
(Fonte: G1 — adaptado.)

Se passarmos a palavra “animal” para o plural, quantas outras palavras deverão ser alteradas para que se mantenha a concordância da frase? 
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: D
4: A
5: C
6: C
7: B
8: A
9: A
10: B