Questões de Concurso Público UNIPAR 2019 para Medicina
Foram encontradas 50 questões
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
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[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
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[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
Atente para estas orações:
O luxo está mal distribuído.
Essa má distribuição é a sua garantia.
O luxo nunca incluirá a todos.
Em nova redação clara e coerente, as afirmações acima integram-se no seguinte período:
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
o poema não diz o que a coisa é
mas diz outra coisa que a coisa quer ser
pois nada se basta contente de si
o poeta empresta às coisas sua voz – dialeto –
e o mundo no poema se sonha completo
Ressalta nesses versos a convicção do poeta de que

A área desse losango é igual a:
Um perfume é comercializado em dois tipos de embalagem, de tamanhos diferentes, mas com o mesmo formato, ou seja, as embalagens são sólidos semelhantes.

A capacidade da maior embalagem é 75 mL e, da menor, 40 mL. Assim, a razão entre as alturas da maior e da menor embalagem, nessa ordem, é igual a:

Se o comprimento do arco
Considere a função f, de domínio [−6; 14], cujo gráfico é mostrado na figura abaixo.

Se g é a função definida, para todo número real positivo x, pela lei g(x) = log2 x e b é o número real tal que f(g(b)) = 3, então o valor de b é igual a:
Os pontos A, B e C são as representações, no plano complexo, das raízes da equação:
x³ + 3x² + 25x -29 = 0
A área do triângulo ABC é igual a