Questões de Concurso Público Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP 2026 para Instrutor de Artes em Cerâmica - Edital nº 03

Questões Discursivas

Foram encontradas 40 questões

Q4222079 Não definido
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Analise o texto e marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4222080 Não definido
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (saudade, história, concordância), são respectivamente:
Alternativas
Q4222081 Não definido
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Ainda no texto, o período “mas já é outra”, a oração é: 
Alternativas
Q4222082 Não definido
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (primeira, rejeição, ausência). 
Alternativas
Q4222083 Não definido
Leia o texto para responder à próxima questão.

A DESPEDIDA DO AMOR. (Martha Medeiros).

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor, é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “dilacerante” significa: 
Alternativas
Q4222084 Não definido
Sobre tipologia textual, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Dissertação-expositiva, (informativa), apresenta dados sobre um determinado assunto. Há informações sobre diferentes temas, em que o autor expõe dados e/ou conceitos de modo objetivo.
( ) O objetivo principal da dissertação-expositiva (informativa) é informar, esclarecer.
( ) Na Dissertação-expositiva (informativa), os gêneros mais comuns são aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais.
( ) Na dissertação-argumentativa é comum encontrar sermão, ensaio, monografia, tese, ensaio, manifesto, crítica.
Alternativas
Q4222085 Não definido
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q4222086 Não definido
Aludindo-se ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, identifique a alternativa indevida.
Alternativas
Q4222087 Não definido
Em significação das palavras, os pares correto/certo; sim/não; auto/alto; celeiro/seleiro, são respectivamente:
Alternativas
Q4222088 Não definido
Leia as afirmações sobre o romance Quincas Borba, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa correta.
( ) Sofia age abertamente, aceitando a corte de Rubião. Pode-se denominar isto de adultério consciente. Sofia, entretanto, tem uma real atração por Carlos Maria, jovem bonito e rico. É possível dizer que Sofia, ao mesmo tempo em que incentiva a paixão platônica de Rubião, pretende conquistar Carlos Maria.
( ) Cristiano Palha tem consciência de que a esposa aceita a corte de Rubião, mas desconhece a simpatia crescente entre Sofia e Carlos Maria.
( ) Quem sente realmente o ciúme de Sofia é Rubião. Pode-se dizer que a posição de Palha é bastante cômoda no que se refere a Rubião. Quanto à Sofia, o que se pode dizer de seu relacionamento com Rubião não é fácil, pois seu papel é duplo: o de atrair e depois repudiar.
( ) A diferença básica entre Rubião e Carlos Maria é que o último, não ama Sofia e Rubião sim. 
Alternativas
Q4222089 Não definido
No livro “Incríveis passatempos matemáticos”, Ian Stewart, apresenta a seguinte curiosidade matemática: 
(8 × 8) + 13 = 77. (8 × 88) + 13 = 717. (8 × 888) + 13 = 7117. (8 × 8888) + 13 = 71117. (8 × 88888) + 13 = 711117.
... Adaptado de: STEWART, Ian. Incríveis passatempos matemáticos. Tradução: Diego Alfaro. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
Observando-se o padrão dessa curiosidade matemática, o nono valor obtido tem como soma dos seus algarismos:
Alternativas
Q4222090 Não definido
Sabe-se que em qualquer sequência de três números inteiros consecutivos, exatamente um deles é múltiplo de 3 e pelo menos um deles é par.
Considere três números inteiros consecutivos, x, y e z, nessa ordem. Julgue as afirmações e assinale a alternativa verdadeira.
I- A soma de três números inteiros consecutivos é sempre par. 5 II. A soma de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 3. III- O produto de três números inteiros consecutivos é sempre um múltiplo de 6. IV- A média aritmética desses três números sempre será o número do meio (y). 
Alternativas
Q4222091 Não definido
Use o texto , para responder à questão.

Um número natural maior que 1 é primo quando é divisível apenas por 1 e por ele mesmo. Por exemplo, 7 é primo, pois os únicos divisores de 7 são 1 e 7. Já o número 12 não é primo, pois possui mais divisores, como por exemplo o 2. Quando um número não é primo, ele é chamado de composto. Os primeiros números primos estão listados a seguir:

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, ...

Pela própria definição de número composto, vemos que um número composto é o produto de dois números naturais diferentes de 1. Por exemplo, vimos que 12 é composto, pois 2 é um divisor de 12 e isto significa que 12=2·6.

CADAR, Luciana; SANTOS, Ronaldo Alves dos. Encontros de Aritmética. Rio de Janeiro: IMPA/OBMEP, 2015. 121 p. Disponível em: https://www.obmep.org.br/docs/aritmetica.pdf. Acesso em: 8 jul. 2026.
Se um número n é composto, ele tem pelo menos um divisor que não é o 1 e nem ele mesmo. Logo, qualquer número composto n pode ser escrito como o produto de dois naturais (a e b) que são estritamente maiores que 1 e estritamente menores que n. n=a×b, com 1 < a < n e, 1 < b < n.
Desse modo, de quantas formas é possível escrever o número composto 36 como o produto de dois números naturais, (sem incluir o 1 e o 36)? 
Alternativas
Q4222092 Não definido
Use o texto , para responder à questão.

Um número natural maior que 1 é primo quando é divisível apenas por 1 e por ele mesmo. Por exemplo, 7 é primo, pois os únicos divisores de 7 são 1 e 7. Já o número 12 não é primo, pois possui mais divisores, como por exemplo o 2. Quando um número não é primo, ele é chamado de composto. Os primeiros números primos estão listados a seguir:

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, ...

Pela própria definição de número composto, vemos que um número composto é o produto de dois números naturais diferentes de 1. Por exemplo, vimos que 12 é composto, pois 2 é um divisor de 12 e isto significa que 12=2·6.

CADAR, Luciana; SANTOS, Ronaldo Alves dos. Encontros de Aritmética. Rio de Janeiro: IMPA/OBMEP, 2015. 121 p. Disponível em: https://www.obmep.org.br/docs/aritmetica.pdf. Acesso em: 8 jul. 2026.
A Conjectura de Goldbach afirma que todo número par maior que 2 pode ser escrito como a soma de dois números primos. De quantas formas diferentes é possível escrever o número 42 como a soma de dois números primos?
Considere que a ordem das parcelas na soma não altera a forma descrita.
Alternativas
Q4222093 Não definido

Sabe-se que, para todo número natural n não nulo, a soma dos números naturais de 1 a n é dada pela igualdade:


15.jpg (230×44)


Com base nessa informação, qual é o resultado da seguinte soma de oito parcelas?


(1) + (1 + 2) + (1 + 2 + 3) + ... + (1 + 2 + 3 + ... + 8)

Alternativas
Q4222094 Não definido
Considerando-se que cada dado do jogo descrito no texto possui valores de 1 a 6 (que podem se repetir), qual é a diferença entre o maior e o menor valor possível de se obter na expressão E=___+___×___ em uma rodada?
Alternativas
Q4222095 Não definido
Tendo em vista que no lançamento dos três dados saíram os números 5, 3 e 4, de quantas formas diferentes podemos preencher a expressão E=___+___×___? 
Alternativas
Q4222096 Não definido
Um dado pedagógico possui suas seis faces numeradas de 1 a 6, em que cada número é representado pela quantidade correspondente de figuras de corações (da face com 1 coração até a face com 6 corações). Um participante lança dois desses dados simultaneamente, (Figura) e calcula o total acumulado de corações somando os valores das duas faces voltadas para cima. Figura.
18.jpg (185×149)
(Fonte: https://www.redbubble.com/i/photographic-print/Aesthetic-red-heart-dice-by-Holly-berry-art/1095 10470/zltf).
Dentre todas as possibilidades possíveis para essa soma, a probabilidade de o participante obter um total de exatamente 8 corações é:
Alternativas
Q4222097 Não definido
Leia o trecho da famosa canção "Maracangalha", composta por Dorival Caymmi, em 1956 e responda às próximas duas questões, utilizando os princípios da lógica proposicional.

Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de liforme branco, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou

Se Anália não quiser ir, eu vou só
Eu vou só
Eu vou só
Se Anália não quiser ir, eu vou só
Eu vou só
Eu vou só sem Anália, mas eu vou

(Fonte da letra da música: https://www.letras.mus.br/dorival-caymmi/45579/). 
Na letra da música, o narrador afirma com convicção:
"Se Anália não quiser ir, eu vou só"
Imagine que um amigo do narrador queira desmentir essa afirmação, provando que ela é falsa. Para contradizer logicamente a frase do narrador, qual das seguintes situações precisaria acontecer?
Alternativas
Q4222098 Não definido
Leia o trecho da famosa canção "Maracangalha", composta por Dorival Caymmi, em 1956 e responda às próximas duas questões, utilizando os princípios da lógica proposicional.

Eu vou pra Maracangalha, eu vou
Eu vou de liforme branco, eu vou
Eu vou de chapéu de palha, eu vou
Eu vou convidar Anália, eu vou

Se Anália não quiser ir, eu vou só
Eu vou só
Eu vou só
Se Anália não quiser ir, eu vou só
Eu vou só
Eu vou só sem Anália, mas eu vou

(Fonte da letra da música: https://www.letras.mus.br/dorival-caymmi/45579/). 
Considere as proposições P e Q, criadas a partir da letra da música.
P: Eu vou para Maracangalha de liforme branco. Q: Eu vou para Maracangalha de chapéu de palha.
Qual alternativa apresenta a negação da proposição composta "P e Q" (P ∧ Q)?
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: B
4: D
5: B
6: A
7: A
8: A
9: C
10: B
11: C
12: C
13: A
14: B
15: B
16: D
17: D
18: B
19: C
20: C