Questões de Concurso Público Prefeitura de Cáceres - MT 2022 para Professor Licenciado em História
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Prefeitura entrega Palácio Leopoldo Ambrósio Filho restaurado para ser a Biblioteca Municipal. Após quase uma década, Cáceres tem de volta o prédio histórico “Palácio Leopoldo Ambrósio Filho”, instalado na Praça “General Antônio Aníbal da Motta”, que durante esse tempo ficou fechado, e por ter partes praticamente destruídas por incêndio supostamente criminoso em 2015. [...] Nele vai funcionar a Biblioteca Municipal Professora Leonídia Avelino de Moraes. A reinauguração aconteceu na noite da última na quinta-feira (06/10), dia do aniversário de Cáceres, que completou 244 anos de fundação. Na presença de diversas autoridades, membros do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres, personalidades marcantes do município, e de dois netos do idealizador do prédio, Luiz Márcio Ambrósio Curvo e Luciano Ambrósio Curvo, a prefeita Eliene Liberato Dias, disse que assumiu o compromisso de restaurar um dos maiores patrimônios históricos de Cáceres, onde além da beleza arquitetônica, nele funcionaram os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário. “Hoje me sinto muito feliz, depois 93 anos da sua construção, estamos entregando este prédio totalmente revitalizado para perdurar por outros longos anos, abrigando a Biblioteca Municipal e mantendo viva parte da história de Cáceres”, enalteceu Eliene. [...] O prédio construído pelo português José de Souza Bexiga, na gestão do intendente Leopoldo Ambrósio Filho, foi inaugurado em:
“Mas o segredo da fortuna, tão rápida e tão prematura, dos mercadores venezianos encontra-se, incontestavelmente, no estreito parentesco que liga a sua organização à de Bizâncio, e através de Bizâncio, à organização comercial da antiguidade.” (PIRENNE, H. As cidades da Idade Média. Lisboa: Publicações EuropaAmérica, 1964, p.89).
Sobre as cidades medievais, é incorreto afirmar:
“A proximidade geográfica e o surgimento do açúcar de beterraba, aparecido durante as guerras napoleônicas, nos campos da França e da Alemanha, converteram os Estados Unidos em principal cliente das Antilhas. Já em 1850, os Estados Unidos dominavam a terça parte do comércio de Cuba, vendiam e compravam mais do que a Espanha, embora a ilha fosse uma colônia espanhola e a bandeira das listras e estrelas ondulasse nos mastros de metade dos navios, que ali chegavam.” (GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. 38ª Edição. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1998, p.83)
Sobre o processo de colonização e independência de Cuba, marque a alternativa incorreta.
“Ante o malogro do Plano (Plano trienal de desenvolvimento econômico e social), o governo se concentra nas reformas de base. Conta com parte do Congresso (dele faz parte agora o deputado Leonel Brizola, vice líder do PTB e líder das esquerdas radicais), sindicatos e grupos multiplicados em 1963. Goulart tem a imagem crescentemente desgastada, pois a esquerda reclama cada vez mais, julga-o comprometido com o imperialismo e o latifúndio, enquanto o centro e a direita o atacam como subversivo.” (IGLESIAS, Francisco. Trajetória Politica do Brasil. 1500-1964. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p.291)
Sobre o Golpe Civil-Militar de 1964, é incorreto afirmar:
“O mineiro é mais vigiado que os demais, o aparelho estatal é amplo e severo, de modo a desenvolver no povo a consciência de sua realidade”. (IGLESIAS, Francisco. Trajetória Politica do Brasil. 1500-1964. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p.64)
Sobre a Região de Minas Gerais no período colonial, é incorreta a assertiva:
“O rico território colonial dos belgas, não era constituído apenas pelo Congo. Após a Primeira Guerra Mundial, aquela Metrópole, recebeu como fideicomisso o Mandato da Liga das nações para as colônias alemãs de Burundi e Ruanda, que se localizavam no coração do continente. Tal mandato foi revalidado pela ONU, após a Segunda Guerra Mundial. Como Burundi e Ruanda faziam fronteira com o Congo, o império colonial formava o bloco único.”(VISENTINI, Paulo G. Fagundes. As independências, o neocolonialismo e a Guerra Fria. IN: VISENTINI, P.F.; RIBEIRO, L.D.T.; PEREIRA, A.D. História da África e dos Africanos. 3ª edição. Petrópolis: Editora Vozes, 2014, p.114)
Sobre o colonialismo europeu na África do século XIX, é incorreto afirmar: