Questões de Concurso Público Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP 2025 para Engenheiro de Segurança do Trabalho
Foram encontradas 8 questões
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
Leia o texto para responder à questão.
Paradoxo. (J.G. de Araújo Jorge).
A dor que abate, e punge, e nos tortura,
que julgamos às vezes não ter cura
e o destino nos deu e nos impôs,
é pequenina, é bem menor, e até
já não é dor talvez, dor já não é
dividida por dois.
A alegria que às vezes num segundo
nos dá desejos de abraçar o mundo,
e nos põe tristes, sem querer, depois,
aumenta, cresce, e bem maior se faz,
já não é alegria, é muito mais dividida por dois.
Estranha essa aritmética da vida,
nem parece ciência, parece arte;
compreendo a dor menor, se dividida,
não entendo é aumentar nossa alegria,
se essa mesma alegria, se reparte.
( ) Há variações linguísticas entre as formas que a Língua Portuguesa assume nas diferentes regiões em que é falada. Basta pensar nas evidentes diferenças entre o modo de falar de um gaúcho e um cearense. Essas variações regionais constituem os falares e os dialetos.
( ) O Português empregado pelas pessoas que têm acesso à escola e aos meios de instrução difere do Português empregado pelas pessoas privadas de escolaridade. Algumas classes sociais, assim, dominam uma forma de língua que goza de prestígio, enquanto outras são vítimas de preconceito por empregarem formas de língua menos prestigiadas.
( ) O exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas variantes têm seu uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, médicos, químicos, linguistas e outros especialistas.
( ) Em diferentes situações comunicativas, um mesmo indivíduo emprega diferentes formas de língua. Basta pensar nas atitudes que assumimos em situações formais, (por exemplo, um discurso numa solenidade de formatura) e em situações informais, (uma conversa descontraída com amigos). A fala e a escrita também implicam profundas diferenças na elaboração de mensagens.
( ) Temos como gêneros textuais mais comuns em que predomina a injunção: ordens, pedidos, súplica, desejo, manuais e instruções para montagem ou uso de aparelhos e instrumentos, textos com regras de comportamento, textos de orientação, (recomendações de trânsito), receitas, cartões com votos e desejos, (de Natal, aniversário).
( ) A predição tem por características a informação e a probabilidade. O intuito é predizer algo ou levar o interlocutor a crer em alguma coisa que ainda irá ocorrer.
( ) Os gêneros em que mais são encontrados na injunção são: previsões astrológicas, previsões meteorológicas, previsões escatológicas/apocalípticas.
( ) A base para a tipologia textual conversacional (diálogo), é o diálogo entre os interlocutores. Nesse tipo de texto, temos um locutor (quem fala), um assunto, um receptor (quem recebe o texto), ou seja, temos um diálogo entre os interlocutores (locutor e receptor).