Questões de Concurso Público Prefeitura de Cuparaque - MG 2025 para Assistente Social e Assistente Social do CRAS

Foram encontradas 40 questões

Q3692632 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

O bom e o mau


Carlos Heitor Cony

        Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.

        É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.

        Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.

        O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".

        Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".

CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31
Para o autor Carlos Heitor Cony:
Alternativas
Q3692633 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

O bom e o mau


Carlos Heitor Cony

        Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.

        É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.

        Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.

        O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".

        Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".

CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31
São benefícios satisfatórios do computador, segundo o cronista, EXCETO:
Alternativas
Q3692634 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

O bom e o mau


Carlos Heitor Cony

        Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.

        É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.

        Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.

        O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".

        Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".

CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31
De acordo com a citação feita a respeito da obra Quincas Borba, o autor deixa subentendido:
Alternativas
Q3692635 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

O bom e o mau


Carlos Heitor Cony

        Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.

        É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.

        Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.

        O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".

        Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".

CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31
“Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".”
Nesse trecho, o verbo destacado foi flexionado. Entretanto esse verbo, em certas construções, não permite flexão, devendo ser somente na 3ª pessoa do singular. Por isso é nomeado como verbo impessoal. Sendo assim, de acordo com essa informação, ASSINALE a alternativa em que o emprego desse verbo está em desacordo com a norma culta.
Alternativas
Q3692636 Português
LEIA o texto a seguir.

__ Nem sempre o que pretendemos falar é o que realmente escrevemos.

__ Não entendi

__ Então preste atenção nestas frases que escrevi:

I. Surgiu a primavera.

II. Surgiu à primavera.

__ Para mim não mudou nada; nem mesmo a estação.

(As palavras no contexto)
Ao afirmar que a fala e a escrita apresentam formas diferentes de entendimento, o personagem cita duas frases com uma mínima mudança na grafia. Levando em consideração as duas propostas citadas pelo personagem, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3692637 Português
“Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar”.
CORTELLA, Mario Sérgio
A classe de palavras pertencentes a essas destacadas, de acordo com o contexto são, respectivamente:
Alternativas
Q3692638 Português
“Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar”.
CORTELLA, Mario Sérgio
As palavras destacadas, estão como, respectivamente: 
Alternativas
Q3692639 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

        “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal, em que as nuvens pairavam opressivamente baixas no céu, eu estive passeando, sozinho, a cavalo, através de uma região do interior, singularmente tristonha, e afinal me encontrei, ao caírem as sombras da tarde, perto da melancólica Casa de Usher.
    
        Não sei como foi, mas, ao primeiro olhar sobre o edifício, invadiu-me a alma um sentimento de angústia insuportável, digo insuportável, porque o sentimento não era aliviado por qualquer dessas semi-agradáveis, porque poéticas sensações com que a mente recebe comumente, até mesmo as mais cruéis imagens naturais de desolação e de terror. Contemplei o panorama em minha frente, a casa simples, os aspectos simples da paisagem da propriedade, as paredes glaciais, as janelas vazias, semelhando olhos, uns poucos canteiros de caniços e uns poucos troncos brancos de árvores mortas, que só posso comparar, com propriedade, a qualquer sensação terrena, lembrando os instantes após o sonho de ópio, para quem dele desperta, a amarga recaída na vida cotidiana, o terrível tombar do véu. Havia um enregelamento, uma tontura, uma enfermidade de coração, uma irreparável tristeza no pensamento, que nenhum incitamento da imaginação podia forçar a transformar-se em qualquer coisa de sublime”.

(POE, Edgar Allan – A queda do solar de Usher)
Analisando o emprego dos adjetivos no excerto, a caracterização do espaço contribuiu para o estado de espírito do narrador:
Alternativas
Q3692640 Português
LEIA o texto a seguir para responder a questão.

        “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal, em que as nuvens pairavam opressivamente baixas no céu, eu estive passeando, sozinho, a cavalo, através de uma região do interior, singularmente tristonha, e afinal me encontrei, ao caírem as sombras da tarde, perto da melancólica Casa de Usher.
    
        Não sei como foi, mas, ao primeiro olhar sobre o edifício, invadiu-me a alma um sentimento de angústia insuportável, digo insuportável, porque o sentimento não era aliviado por qualquer dessas semi-agradáveis, porque poéticas sensações com que a mente recebe comumente, até mesmo as mais cruéis imagens naturais de desolação e de terror. Contemplei o panorama em minha frente, a casa simples, os aspectos simples da paisagem da propriedade, as paredes glaciais, as janelas vazias, semelhando olhos, uns poucos canteiros de caniços e uns poucos troncos brancos de árvores mortas, que só posso comparar, com propriedade, a qualquer sensação terrena, lembrando os instantes após o sonho de ópio, para quem dele desperta, a amarga recaída na vida cotidiana, o terrível tombar do véu. Havia um enregelamento, uma tontura, uma enfermidade de coração, uma irreparável tristeza no pensamento, que nenhum incitamento da imaginação podia forçar a transformar-se em qualquer coisa de sublime”.

(POE, Edgar Allan – A queda do solar de Usher)
A gradação presente no trecho “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal” revela:
Alternativas
Q3692641 Português
“Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história – determino com falso livre arbítrio – vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...)"
(LISPECTOR, Clarice – A Hora da Estrela)
O elemento coesivo destacado INTRODUZ uma oração estabelecendo uma relação de:
Alternativas
Q3692642 Português
“Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história – determino com falso livre arbítrio – vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...)"
(LISPECTOR, Clarice – A Hora da Estrela)
Em relação a esse trecho, a expressão destacada poderia ser substituída sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3692643 Português
“Por gentileza, irei (........) esclarecer uma coisa: nada aconteceu entre (........) e aquele sujeito durante o evento. você diz isso, sem argumentos para (........)”.
As lacunas podem ser preenchidas, CORRETAMENTE, respeitando as regras que estabelecem a norma culta, por: 
Alternativas
Q3692644 Português
“Vossa excelência ......... preocupada por quê?
Alternativas
Q3692645 Português
Há coesão indevida em:
Alternativas
Q3692646 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada consiste num numeral multiplicativo. 
Alternativas
Q3692647 Português
Leia o anúncio a seguir.
“Não deixe sua vida em risco. Fique em casa ou se cuide bem ao sair.”
Em relação aos verbos destacados. É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3692648 Português
“A vida é repleta de desafios. Buscamos respostas para nossas angústias e somos surpreendidos a todo instante com momentos ora inesquecíveis, ora que não queremos nunca mais lembrar”.
Analisando esse trecho e a palavra destacada, pode-se afirmar que a mesma:
Alternativas
Q3692649 Português
Analise as frases a seguir.
I. Tudo é uma questão que nem sei explicar o ___________.
II. Já nem sei ____________ estamos tão aflitos.
III. Você não quer falar __________?
IV. Sei __________ procuro me informar sempre.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas nas frases a seguir.
Alternativas
Q3692650 Português
Houve DESVIO no emprego do pronome demonstrativo em:  
Alternativas
Q3692651 Português
A crase consiste na junção da preposição com o artigo. Em algumas ocorrências a crase é obrigatória, em outras, indevidas, e outras pode se fazer facultativa. Em referência às frases a seguir e o emprego da crase, aquela em o acento grave foi empregado INDEVIDAMENTE é:
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: A
24: C
25: A
26: C
27: A
28: D
29: A
30: C
31: B
32: C
33: A
34: D
35: D
36: C
37: A
38: D
39: C
40: A